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Escritórios Emergentes: O mais recente de arquitetura e notícia

O que é a arquitetura metamoderna? Entre a ironia pós-moderna e uma nova sinceridade

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Em um volume esguio de capa com bordas amarelas, publicado recentemente pela editora portuense Circo de Ideias, o arquiteto Paulo Martins Barata (sócio fundador do Promontório) faz uma afirmação cuja audácia se esconde sob uma aparente simplicidade: a de que a arquitetura produzida na Europa desde a Grande Recessão não pertence a nenhum dos dois campos que estruturaram o debate disciplinar mais acirrado do século XX.

The Language of Metamodern Architecture toma emprestado seu título, com evidente ironia, de The Language of Post-Modern Architecture (1977), de Charles Jencks — o livro que declarou celebremente a morte da arquitetura moderna às 15h32 de 15 de julho de 1972, com a demolição de Pruitt-Igoe. Sua aposta é de que outra morte, nunca oficialmente certificada, ocorreu por volta de 2008, e de que a arquitetura tem vivido, em grande parte sem perceber, naquilo que cresceu ao redor do túmulo.

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Tornando cada parte da arquitetura visível: Kim Lenschow fala sobre materiais e desenvolvimento sustentável

O ambiente construído representa, para a maioria de nós, o pano de fundo da vida cotidiana, no entanto, ao olharmos para um edifício, raramente entendemos do que é feito. Esse olhar superficial nos impede de compreender seu impacto em nós e na natureza. O Office Kim Lenschow busca chamar a atenção para essa questão, promovendo reflexões críticas sobre arquitetura e seus materiais. Ao focar em projetos de pequena escala, principalmente residenciais, o escritório busca revelar essa narrativa oculta dos materiais e aumentar a consciência sobre as estruturas ao nosso redor. Reconhecido pela exploração de materiais e desenvolvimento sustentável, Kim Lenschow foi selecionado como uma das Novas Práticas de 2023 pelo ArchDaily. Desde 2020, o ArchDaily destaca e promove escritórios emergentes que trazem uma nova perspectiva para o campo da arquitetura e do design.

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Arquitetura para a mudança: prototype elabora plano de reconstrução para a Ucrânia

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Em meio à globalização da arquitetura, a arte de criar projetos adequados a contextos específicos está desaparecendo. Essa preocupação é especialmente significativa em países em crise, como a Ucrânia, onde a história do ambiente construído está sendo erodida pela guerra. Nessas condições, a contribuição de arquitetos locais com conhecimento das nuances culturais do país se torna imperativa. Liderando a reconstrução da Ucrânia está a prototype, uma prática que desafia convenções arquitetônicas para impulsionar o país em direção ao futuro.

Reconhecendo sua visão voltada para o futuro, o ArchDaily apresentou a prototype como parte das Novas Práticas 2023, uma pesquisa anual global. A perspectiva do escritório sobre o futuro da arquitetura está alinhada ao design responsável que aborda o impacto ambiental da construção e combina considerações contextuais e específicas para cada projeto. Suas realizações recentes incluem a livraria Readellion e a Casa da Juventude Ucraniana-Dinamarquesa, que exemplificam seus princípios de projeto como mobilidade, adaptabilidade, níveis dinâmicos e mudança de cenários.

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Projeto Forty Five Degrees explora práticas locais de criação de espaços por comunidades

Ao falar sobre práticas de criação de espaços, arquitetos e urbanistas geralmente pensam em planejamento participativo e processos colaborativos, muitas vezes ignorando as maneiras pelas quais as próprias comunidades podem se tornar agentes de mudança. Como as pessoas possuem um conhecimento íntimo não apenas do ambiente, mas também das normas sociais e culturais, das necessidades de suas comunidades e das oportunidades latentes em seu entorno, muitas vezes são elas que iniciam ações, apoiam seus pares e contribuem positivamente. O escritório de pesquisa forty five degrees se propôs a explorar essas iniciativas de base, conhecer os moradores locais e reunir suas histórias em uma ação para obter uma melhor compreensão dos territórios culturais complexos e diversos em toda a Europa. Sua jornada, organizada sob o projeto "Radical Rituals", segue a linha paralela 45°N que atravessa a Europa de leste a oeste. O escritório foi selecionado como parte das Novas Práticas de 2023 do ArchDaily, uma pesquisa anual destinada a mostrar aqueles que enfrentam os desafios cada vez maiores de nosso tempo e levam a arquitetura a novas direções.

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"Novas práticas" na arquitetura são apenas uma evolução

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“Nós moldamos nossos edifícios; depois eles nos moldam.” Apesar das palavras de Winston Churchill, os arquitetos são moldados por nossa cultura e seu trabalho reage a ela. O fato da nossa cultura evoluir faz com que a prática da arquitetura também evolua. O que é tido como “novo” na prática arquitetônica tem mudado de forma acelerada, explodindo no século XXI com as novas tecnologias que alteraram drasticamente o cenário num ritmo ainda mais intenso que o da Revolução Industrial 200 anos atrás.

Repensando o planejamento urbano tradicional: 14 projetos de práticas emergentes na Europa

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No mundo da arquitetura, as práticas não estabelecidas são muitas vezes negligenciadas mas, ao desafiar os dogmas tradicionais da indústria, podem ter um impacto significativo no ambiente construído. O Young European Architecture Festival (YEAH!) explora o trabalho desses futuros escritórios de arquitetura, observando como compartilham ideias, visões e experiências no velho continente. O evento é dividido em duas seções: "Habitats", explorando ideias de domesticidade e tipologia residencial, e "Híbridos", iniciativas que estão repensando os sistemas tradicionais de planeamento da cidade.

A seguir, uma seleção de projetos de práticas arquitetônicas emergentes selecionadas pela YEAH! para a categoria "Híbridos". Muitas dessas iniciativas estão desafiando as ideias de espaço público mas, ao fazê-lo, também lançam luz sobre as estruturas sociais mais amplas que estão em jogo nesses espaços. A seleção inclui espaços comunitários, escolas, centros de transporte e até projetos iniciados pelos próprios arquitetos, que perceberam deficiências em seu ambiente e estão trabalhando não apenas para corrigi-las, mas para aumentar sua presença e capacitar a comunidade local por meio delas.

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