
Efêmero: O mais recente de arquitetura e notícia
Pavilhão Nuvem / Arquitetos Associados

Os 9 grupos mais inspiradores e audaciosos da arquitetura dos anos 60 e 70

A primeira viagem espacial à lua, os protestos anti-guerra generalizados, Woodstock e os hippies, comunidades rurais e ambientalismo, o Muro de Berlim, o movimento de libertação das mulheres e muito mais - as tumultuadas décadas de sessenta e setenta ocupam um lugar inesquecível na história da humanidade. Com as injustiças sendo questionadas abertamente e ideias radicais que propunham destituir muitas das convenções existentes em várias esferas da vida, as coisas não foram diferentes no mundo da arquitetura.
O mundo idealizado pelos modernistas foi logo questionado por experimentos utópicos dos grupos "anti-arquitetura" ou "design radical" dos 1960-1970. Restabelecendo a arquitetura como um instrumento de crítica política, social e cultural, elaboraram manifestos e projetos arrojados, experimentaram com a colagem, música, performance artística, mobiliário, design gráfico, zines, instalações, eventos e exposições. Enquanto certos indivíduos desta época como Cedric Price, Hans Hollein e Yona Friedman perduraram como importantes nomes na esfera do radicalismo e do não construído, o espírito revolucionário dessas décadas também viu o nascimento de vários jovens coletivos de arquitetura. No que há de mais excêntrico, veja a lista (de forma alguma exaustiva) de alguns grupos que ousaram questionar, cutucar, expandir, se rebelar, interromper e redefinir a arquitetura nos anos 60 e 70.
Destacar o ato espontâneo: arquitetura itinerante

Para compreender o real significado da arquitetura itinerante é preciso lembrar que ser “itinerante” significar ir de um lugar a outro sem permanecer fixo em nenhum deles. Ao situar propostas sobre um determinado território, cria-se uma nova oportunidade de abranger zonas não contempladas, e por sua vez, potencializar, dar valor e sentido à palavra itinerante, configurando, assim, um tipo de arquitetura que se movimenta.
Dentro deste artigo buscaremos apresentar alguns exemplos de arquitetura que se desloca ou de caráter mais efêmero, sendo em algum casos, certo tipo de arquitetura estacional. Por isso é importante resgatar o nascimento deste conceito, como é entendido desde o princípio, e como este tipo de arquitetura constitui uma forma de espaço público que busca realçar seu ato espontâneo.
¡VALLA FARO! / Desenfreno
Bienal de Veneza 2012: Cinema Arquipélago / Ole Scheeren
Bienal de Veneza 2012: Pavilhão Dolomiti Architecture





Voussoir Cloud / IwamotoScott Architecture + Buro Happold
Pavilhão FNO / Estudio MMX
Bamboo Booth 2012 / Vo Trong Nghia





Vídeo: reALIze / Oyler Wu Collaborative & Michael Kalish
Red Bull Music Academy / Langarita Navarro Arquitectos
Bluetube Bar / DOSE
Banca Via Sapiens / Sousa Guerra Arquitetura





‘Anemone’ Installation / Oyler Wu Collaborative
Gassho / Koji Kakiuchi











































