O “Índice de Cidades Globais e Expectativas de Cidades Emergentes: Presente e Futuro”, elaborado pela consultora estadunidense A.T. Kearney, apresenta as 10 cidades de países com economia baixa ou média - segundo a classificação do Banco Mundial - que nos últimos anos protagonizaram um rápido crescimento para “colocar-se em dia” com as principais cidades globais, como Londres, Tóquio e Paris.
Para definir quais são as 10 cidades emergentes de mais rápido crescimento, a consultora analisou três categorias – Atividade Empresarial, Capital Humano e Inovação – em 34 cidades. Além disso, elaborou um ranking com 84 cidades que têm gerado, de alguma maneira, benefícios globais.
Conheça as 10 cidades emergentes e as 10 cidades globais, a seguir.
Cidades compartilhadas são aquelas onde os habitantes contam com plataformas - digitais ou presenciais - para se organizarem e compartilharem espaços, serviços ou bens. Dessa forma, as cidades procuram se converter em lugares mais animados e sustentáveis.
Embora como conceito não as temos tão presentes, os meios para fazer das cidades lugares compartilhados estão mais próximos do que imaginamos. Por exemplo, quando uma organização comunitária lança uma campanha para arrecadar fundos e financiar um projeto como uma intervenção urbana - falamos de financiamento coletivo ou crowdfunding, uma das práticas que torna possível as cidades compartilhadas.
Para que mais pessoas conheçam esse conceito e suas potencialidades, o think tank Laboratorio para la Ciudad listou quatro categorias do que é possível compartilhar nas cidades. Enquanto isso, as organizações canadenses Cities for People e Social Innovation Gereration (SIG) propuseram cinco ideias para implementar essas práticas.
Esta semana, a Escola da Cidade convida o professor e economista Luiz Gonzaga Belluzo para seu circuito de palestras que faz parte do Seminário de Cultura e Realidade Contemporânea, com o tema "Divisão Internacional do Trabalho", evento que ocorrerá nesta quarta-feira, 27 de Março, no Auditório da Aliança Francesa, aberto ao público e de entrada gratuita.
Luanda é a capital da Angola, na costa atlântica da África. Nesta cidade-porto vivem cinco milhões de pessoas que na sua maioria trabalham na produção de bebidas, tecidos, cimento, plásticos, metais, cigarros e sapatos. Este ano, assim como em 2011, Luanda foi catalogada como a cidade com maior custo de vida para os estrangeiros, segundo o estudo anual elaborado pela consultora Mercer.
O informe “Custo de vida 2013” analisou 214 cidades nos cinco continentes tomando, basicamente, Nova York como referência quanto a custos, comparando mais de 200 artigos em cada cidade, como habitação, transporte, comida, roupa, utensílios para o lar e entretenimento. Ainda que as cidades europeias - especificamente da Suíça- estejam dentro do ranking, a maioria dos postos mais altos são ocupados por cidades da Ásia e África.
Acabamos de assistir Detroit, uma cidade outrora símbolo do poder dos Estados Unidos durante o século XX, declarar falência, iniciando os trâmites para liquidar os ativos da cidade e pagar as dívidas aos credores.
Atualmente a cidade possui uma dívida recorde de 18,5 bilhões de dólares, conta com 78 mil edifícios abandonados, 40% da iluminação pública sem funcionar e, além disso, sua população diminuiu pela metade nos últimos 60 anos.
“O direito à Cidade é definido como o usufruto equitativo das cidades dentro dos princípios de sustentabilidade, democracia, equidade e justiça social. É um direito coletivo dos habitantes das cidades, em especial dos grupos vulneráveis e desfavorecidos, que lhes confere legitimidade de ação e organização, baseado em seus usos e costumes, com o objetivo de alcançar o pleno exercício do direito à livre autodeterminação e a um padrão de vida adequado”.
Quando uma rua é eleita por um município para melhorias em iluminação pública, mobiliário urbano ou calçadas, não apenas os vizinhos que passam por ali frequentemente são os maiores beneficiados, mas dependendo das atividades econômicas que se desenvolvam nesta zona, é possível potencializar uma área que irá influenciar toda a cidade.
Esse é o caso de Lancaster, uma cidade estadunidense localizada 112 quilômetros ao norte do centro de Los Angeles, que desde 1980 tem protagonizado um rápido crescimento de sua população, que atualmente chega aos 150.000 habitantes. De fato, entre 2000 e 2010, sua população triplicou e sua área urbana se expandiu notoriamente. No entanto, este desenvolvimento não tem sido graças aos seus índices econômicos, já que o preço das casas baixou dois terços e o desemprego chegou a 15,6% em agosto de 2012, valor maior que a média do estado da Califórnia que é de 10,4%.
Isto levou os comerciantes a migrarem para outras áreas, o que fez com que o centro histórico sofresse um processo de deterioração, atraindo outro problema: a delinquência. Para mudar isto, em 2008, traçou-se uma estratégia de zoneamento que buscava potencializar a circulação da cidade através do incentivo de usos mistos do espaço entre motoristas e pedestres, a instalação de novas empresas, a construção de uma paisagem urbana que facilitasse os deslocamentos e fosse multifuncional. O responsável pelo projeto é o escritório de arquitetura e planejamento Moule & Polyzoides.
Nos dias 13, 14 e 15 de novembro ocorreu o maior encontro sobre Cidades Inteligentes no qual tive a honra de participar para conhecer as diferentes visões sobre o futuro das cidades.
Três dias de conferências, exposições e outras atividades geram muito material para refletir. É por isso que tentarei fazer um resumo da minha experiência e deixar para vocês algumas reflexões nas quais estou trabalhando para tornar claro o trabalho que se deve fazer desde todas as partes envolvidas.