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Economia: O mais recente de arquitetura e notícia

Como o boom da arquitetura pode se tornar um rombo na economia?

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É inútil dizer que a arquitetura é uma profissão que flutua de acordo com a economia. Todos nós conhecemos histórias ou até sentimos na pele as consequências de um período de recessão. Para a industria da construção civil, a depressão econômica se traduz em um estado de espera, na escassez de novos projetos e portanto, em um impacto negativo considerável em termos de novos contratos e vínculos empregatícios—sem mencionar as terríveis consequências para a massa de trabalhadores informais, entre eles, arquitetos e arquitetas. É evidente que a economia opera em ciclos, ora com períodos de vacas magras, ora com momentos de vacas gordas. Quando no entanto, uma mal temporada coincide com uma situação de crise na qual a população global continua a crescer rapidamente e o valor da terra a atingir níveis exorbitantes, é inegável que a arquitetura não passará ilesa por tal momento. Ainda assim, existem aqueles que, ao invés de culpar a economia pelos altos e baixos da profissão da arquitetura e da industria da construção civil, afirmam que é ela a principal responsável pelas principias crises econômicas globais.

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Quais são as megatendências que estão remodelando o campo da arquitetura e a indústria da construção?

Antes da pandemia, o mundo já enfrentava uma série de transformações globais no campo da construção, e os países emergentes estavam na vanguarda de uma poderosa mudança econômica. Como a população mundial deve atingir a marca de 10 bilhões de pessoas antes de 2100, o setor de construção deve ser capaz de entender e se adaptar às tendências que estão remodelando o globo.

Economia de meios é tema de debates promovidos pela Trienal de Lisboa

A Trienal de Arquitetura de Lisboa divulgou em seu canal no Vimeo a série de debates Talk, Talk, Talk realizada no âmbito de sua edição de sua 5ª edição, que teve curadoria geral de Éric Lapierre. Dividida em cinco grandes exposições, a Trienal abordou em uma delas a questão da economia de meios, tema destes debates aqui mostrados.

Por que as cidades são tão caras?

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Por que ficar na cidade?

A resposta dessa pergunta é óbvia para muitos dos moradores dos grandes centros: “é difícil achar emprego numa cidade menor, fora que lá nem cinema tem, são poucas as opções de restaurantes, e as escolas não são lá essas coisas.”

Soluções simples: como reformar interiores de forma mais econômica e consciente

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Também conhecidas como 'obras-secas', conceito cada vez mais utilizado nas reformas de interiores. São soluções simples que modificam a essência de ambientes internos, de maneira mais econômica e sustentável. Através da menor produção de entulhos e, consequentemente, menos desperdício de dinheiro, tempo e matéria-prima. Reunimos nesse guia 8 sugestões que podem auxiliar você a projetar reformas de interiores mais conscientes.

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Como comprar uma casa: conselhos antes de adquirir uma residência

O acesso à residência, tanto em compra, quanto aluguel com qualquer tipo de financiamento, costuma ser um dos investimentos econômicos mais importantes da vida das pessoas. É natural perguntar-se quais considerações são necessárias e é importante ter uma base de conhecimentos antes de agir.

Laura Carvalho lança "Valsa Brasileira" no IAB.pb, em João Pessoa

O Instituto de Arquitetos do Brasil, Departamento da Paraíba, tem o prazer de convidar toda a comunidade paraibana para o lançamento do livro Valsa Brasileira, da economista e professora da USP Laura Carvalho. O evento será aberto ao público!
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Não importa o que digam os críticos - todo bom projeto é capaz de gerar mais-valia

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge como "What Critics of Contemporary Architecture Are Missing: The Value of Design."

"A razão pela qual a arquitetura contemporânea de qualidade se manifesta quase que exclusivamente através de estruturas icônicas, é que somente assim é possível transformar o investimento em lucro". Essa é a afirmação central da matéria "The politics of architecture are not a matter of taste", publicada no Common Edge há algumas semanas (e republicada pelo ArchDaily como "Odeia a arquitetura contemporânea? Culpe a economia, não os arquitetos"). Em outubro, outro ensaio de Marianela D'Aprile para a Current Affairs entitulado "Why You Hate Contemporary Architecture", também bate na mesma tecla, quando os autores da equipe de redação, Brianna Rennix e Nathan J. Robinson, mostram sua indignação com o atual estado da prática da arquitetura contemporânea.

Ambos os artigos me confundem. "Os bons edifícios integram-se perfeitamente em seus entornos", afirmam Rennix e Robinson, mas os exemplos que elogiam - arquiteturas figurativas como a St. Paul’s Cathedral em Londres e a Alhambra em Granada - destacam-se proeminentemente na paisagem local. D'Aprile critica os autores pelo seu uso impreciso das terminologias, mas, como pode ser visto na passagem anteriormente citada, sua própria linguagem também pode ser vaga, apoiando-se em palavras como icônico, onipresente no vocabulário dos arquitetos. (Se a ideia é descrever algo como"singular", ironicamente a maioria dos edifícios citados como icônicos possuem um caráter escultural semelhante, então, em nossa senso comum, todos eles se parecem de alguma maneira - o oposto da singularidade.) Ela define arquitetura como "edifícios projetados para serem construídos fisicamente". E por acaso todos os edifícios existentes são construídos fisicamente? E todos aqueles projetos que não foram construídos, por acaso seriam relegados a algo que não é, de fato, arquitetura?

Odeia a arquitetura contemporânea? Culpe a economia, não os arquitetos

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Esse artigo foi publicado anteriormente pelo Common Edge como "The Politics of Architecture Are Not a Matter of Taste."

No final do mês passado, o Current Affairs publicou um ensaio de Brianna Rennix e Nathan J. Robinson, intitulado Why You Hate Contemporary Architecture: And if you don’t, why you should. (Por que você odeia a arquitetura contemporânea: e se você não faz isso, por que deveria fazer). O texto, escrito em um léxico de internet divertido no qual todos os objetos das críticas são "lixo", é tão carregado de ironia - o mais pobre dos substitutos para análise - que é difícil discernir um argumento central. Ainda assim, gostaria de questionar a premissa central do ensaio: os autores denominam a "arquitetura contemporânea" como feia e opressiva, e esse gosto não é nada imoral.

Ciclo Economia Urbana sobre Verticalização e Densidade nos grandes centros urbanos

Arq.Futuro, Por Quê? e DataZAP realizam, no próximo dia 18/10, com apoio do Instituto Moreira Salles, o segundo encontro do Ciclo de Economia Urbana e convidam Daniel McMillen, economista urbano pela Universidade de Illinois, e Danilo Igliori, PhD pela Universidade de Cambridge, professor de economia da FEA-USP e chairman da DataZAP para debater o tema da verticalização, densidade e custo do crescimento vertical nos grandes centros urbanos.

Ciclo Arq. Futuro de Economia Urbana

ARQ.FUTURO, POR QUÊ? E INSPER RECEBEM EDWARD GLAESER (UNIVERSIDADE DE HARVARD) E DANILO IGLIORI (DATAZAP E FEA-USP) PARA PALESTRA

Conheça o funcionamento da iPhone City na China

O New York Times publicou um artigo intitulado "How China Built iPhone City With Billions in Perks for Apple’s Partners’", revelando um tesouro de benefícios públicos para a maior fábrica de iPhone do mundo em Zhengzhou, na China. Em uma cidade de seis milhões de habitantes em uma região empobrecida da China, o governo local contribuiu com US$ 1,5 bilhão para a Foxconn, a fabricante dos iPhones da Apple. O dinheiro é usado, em parte, para melhorar a infra-estrutura local, reduzir os custos de exportação da Foxconn e construir moradias para os 350.000 trabalhadores da fábrica (cinco vezes o número de pessoas empregadas diretamente pela Apple nos Estados Unidos).

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“Permanentemente inconclusa”: a evolução da arquitetura nas ilhas Galápagos

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A maioria dos visitantes das Ilhas Galápagos aponta suas câmeras para os animais exóticos. Dirigem toda a atenção para a paisagem natural, como se negassem intencionalmente a existência do espaço urbano nas cidade, já que a presença de qualquer forma de arquitetura pareceria estar em conflito com a identidade das ilhas enquanto reserva protegida de vida selvagem.

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Conceitos de economia que todo arquiteto deveria conhecer

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Falamos de sustentabilidade, habitabilidade e uso do solo para descrever um projeto, porém, evitamos outros termos relativos a ele, como rentabilidade, mais valia e externalidades, simplesmente por não sabermos como usá-los. A arquitetura não existe fora da economia e, na verdade, o modo como construímos cada edifício afeta diretamente a economia das nossas cidades.

Entre tantos parâmetros que restringem um projeto, a arquitetura se torna um mediador entre as especialidades e é muito importante falar a língua de cada uma. Por isso, neste artigo você vai entender facilmente alguns conceitos econômicos básicos que se relacionam com a disciplina de arquitetura.

Materiais inovadores para construções sustentáveis

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Nos últimos anos diversas empresas e nacionais e internacionais como a LEGO, por exemplo, que anunciou no ano passado a criação de seu próprio centro de pesquisas em materiais sustentáveis cujo objetivo principal é a busca e desenvolvimento de alternativas ao plástico usado em seus produtos e embalagens. Houve também iniciativas de universidades e institutos, como o Instituto Cradle to Cradle Products Innovation, em parceria com Make it Right, que promoveu uma espécie de concurso no qual o mote era entender o real significado da expressão "material verde" ou "material sustentável", quando em 2013 selecionou produtos de dez companhias finalistas do Product Innovation Challenge. Neste mês o Ministério do Meio Ambiente do Governo Federal Brasileiro disponibilizou uma cartilha on-line para capacitação e informação acerca do tema e suas devidas metodologias. Você pode clicar aqui e conhecer mais detalhes sobre o material gratuito.

Hoje selecionamos alguns materiais que têm o objetivo de tornar a construção civil mais consciente ecologicamente que descobrimos recentemente e relembramos outros que já publicamos em ArchDaily Brasil.

REPLAST: tijolo feito com resíduos dos plásticos retirados dos oceanos

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Rio de Janeiro é a cidade brasileira com o maior crescimento entre metrópoles mundiais

O Rio de Janeiro foi a metrópole brasileira com maior crescimento em um ranking que analisa os 300 maiores centros econômicos mundiais. Da 194ª posição em 2013, o Rio passou para 162ª no ano passado. Recife e Belo Horizonte também galgaram posições no ranking global divulgado anualmente pelo centro de pesquisa americano Brookings Institution. Ao todo, são onze metrópoles brasileiras no ranking.

“O aumento da taxa de emprego foi a principal razão da melhora de posição do Rio no ranking, e isso ocorreu por causa dos setores de construção, serviço e turismo, com a Copa e as Olimpíadas, aumentando também o consumo”, afirmou Jesus Trujillo, coautor do estudo, em entrevista ao site da BBC.

China construirá 7 milhões de habitações sociais em 2015

O Ministério de Habitação e Desenvolvimento Urbano-Rural da China anunciou em dezembro que o país iniciará em 2015 a construção de 7 milhões de apartamentos amparados pelo programa de habitação social.

O plano prevê que 4,8 milhões destas habitações sejam concluídas ainda em 2015, destacou o Ministro Chen Zhenggao.

Mais informações a seguir.

Brasil precisa de profissionais estrangeiros (entre eles arquitetos), aponta pesquisa da SAE

A Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) estima, com base em um levantamento feito por uma comissão de especialistas e pesquisas com empresas e o público em geral, que é necessário trazer cerca de 6 milhões de profissionais estrangeiros qualificados para suprir a demanda nacional.

Entre os países com menor número de estrangeiros per capita, o Brasil apresenta hoje, segundo o ministro-chefe interino da SAE, Marcelo Neri, um “fechamento ao fluxo de pessoas”: os estrangeiros representam apenas 0,2% da população, porém, com os seis milhões previstos, o percentual subiria para 3%.

Trata-se de trazer mão de obra qualificada, sobretudo para as áreas da construção, engenharia e saúde, sugere Neri – isto é, entre os seis milhões de novos profissionais, um contingente de arquitetos, urbanistas e engenheiros civis estrangeiros.