
Bioconstrução, Agroecologia, Solos e Compostagem, Energias Renováveis, Manejo Integrado de Águas, Governança Comunitária e muito mais!

Bioconstrução, Agroecologia, Solos e Compostagem, Energias Renováveis, Manejo Integrado de Águas, Governança Comunitária e muito mais!
O fotógrafo de arquitetura Julien Lanoo é conhecido por suas narrativas contadas através de imagens estáticas. Suas fotografias em estilo de documentário registram desde a Fundação Aishti de Adjaye Associates até a CCTV do OMA e a Trienal de Arquitetura de Oslo. Recentemente, o fotógrafo lançou um curta-metragem que apresenta o arquiteto canadense-ganês Akwasi McLaren contanto a história por trás da construção de sua pousada ecológica na região de Cape Three Points em Gana. Dividido em três capítulos, Knowledge, Wisdom, and Understanding acompanha a jornada de McLaren desde o projeto até a construção do hotel de seus pais e seu desejo de compartilhar suas habilidade de construção ecológica.

A incontrolável urbanização do planeta deu origem a cidades e subúrbios desordenados, congestionados e poluídos. Sabemos que este cenário precisa mudar se quisermos seguir habitando o planeta, e a Universidade de British Columbia (UBC) aborda o desafio de projetar cidades melhores em um curso online gratuito de ecodesign, disponível na plataforma digital EDx.
Intitulado Ecodesign for Cities and Suburbs, a ideia de ecodesign se define como a integração entre projeto urbano, planejamento e conservação de sistemas naturais, visando criar entornos sustentáveis. O curso é ministrado por Larry Beasley, renomado urbanista canadense e professor de planejamento na UBC, e Jonathan Barnett, professor de planejamento regional na Universidade da Pennsylvania.

Estão abertas as inscrições para a 2ª Semana da Ecologia Urbana de Goiânia, que será realizada entre os dias 13 e 18 de outubro em diferentes espaços da cidade. Auditório da FIEG, Sinduscon, Coletivo Centopeia, Casa Corpo e Edifício Pequeno Hans são alguns dos equipamentos que irão acolher atividades da Semana. Todas as atividades serão gratuitas.
O evento contribuirá para que os profissionais, gestores públicos e cidadãos goianos aprofundem seus conhecimentos sobre como a cidade, as pessoas e o meio ambiente se relacionam, procurando desta forma discutir soluções para os problemas contemporâneos das cidades.

Palestrantes nacionais e internacionais discutirão sobre ecossistemas urbanos, parques, telhados verdes, jardins verticais, ciclovias e permacultura, entre outros temas, na 1ª Semana de Ecologia Urbana de Goiânia.
O evento ocorre entre os dias 25 e 30 de novembro no auditório da Área II da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), situado na Praça Universitária. A programação contribuirá para que profissionais e cidadãos aprofundem seus conhecimentos sobre como o meio ambiente e a cidade se relacionam, de forma a encontrar soluções ou prevenir situações ligadas às secas, ilhas de calor, enchentes, poluição do ar e da água e perda de biodiversidade.

Um manifesto ao NÃO: “Os morros não são habitáveis, os morros não são acessíveis, os morros não são seguros, os morros não são lúdicos, os morros não são produtivos, os morros não são arquitetura, os morros não são cidade, os morros NÃO SÃO”.
O projeto de pesquisa Morro invertido, desenvolvido pelo oficiocolectivo, Oficina de Arquitetura e Cidade, procura inverter a visão negativa sobre os morros que limitam a Cidade da Guatemala; território rejeitado e incerto onde parece permitir a pobreza e os conflitos sociais. A ideia é convertê-los em um território ativo dentro do funcionamento urbano sem comprometer suas qualidades ambientais ao evidenciar sua natureza e identificar suas potencialidades produtivas propondo práticas e estratégias para um desenvolvimento sustentável que permitam integrar os morros ao metabolismo da cidade.

CALTROPe é uma estrutura modular projetada para promover o crescimento da vegetação de mangue, buscando evitar o desaparecimento de ecossistemas inteiros próximos ao mar e reduzir a perda de terreno cultivável. O ateliê coletivo Szövetség'39, de Budapeste, se associou com um grupo de cientistas para entender como os manguezais atuam como diques naturais e, então, idealizou um sistema modular composto por estruturas semelhantes a cordas que ajudam as plantas resistentes à água salgada a se desenvolver.
O projeto ganhou recentemente o 1º Prêmio no Concurso Internacional de Arquitetura organizado pela Fundação Jacques Rougerie na categoria "Arquitetura e aumento do nível do mar".
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