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Arquitetos: R2A Architectes

O Reino do Bahrein tem ganhado grande destaque recentemente por suas contribuições arquitetônicas globais na Expo 2025 em Osaka, com o pavilhão Anatomy of a Dhow, de Lina Ghotmeh; e na Bienal de Veneza, onde a exposição Heatwave recebeu o Leão de Ouro de Melhor Participação Nacional. Contudo, nos últimos anos, cidades do Bahrein como Muharraq têm servido de palco para que arquitetos e arquitetas regionais e internacionais explorem a arquitetura típica do Golfo Pérsico e deixem suas próprias marcas nos sítios locais. É por meio de projetos de Leopold Banchini, Anne Holtrop ou Valerio Olgiati que o passado ganha nova vida, em consonância com os esforços das autoridades locais e de figuras do meio cultural.

Uma análise anterior sobre marcos culturais no Oriente Médio projetados por arquitetos/as internacionais destacou temas recorrentes, como a arquitetura como uma extensão da paisagem, o desenho responsivo ao clima e a abstração de formas tradicionais. Esses projetos frequentemente introduziram soluções ambientais de alta tecnologia, utilizaram formas monumentais para reinterpretar a identidade local ou se posicionaram como marcos na paisagem urbana ou desértica mais ampla. Embora essas abordagens tenham definido muitas das instituições culturais mais reconhecidas da região, elas representam apenas um lado do discurso arquitetônico. Uma trajetória igualmente significativa, porém distinta, surge de arquitetos/as locais, que trabalham a partir de estruturas existentes, contextos históricos e ambientes habitados para criar instituições profundamente integradas ao seu entorno. Essa abordagem prioriza a continuidade, a transformação e a acessibilidade, garantindo que a arquitetura continue sendo parte viva do tecido cultural, em vez de se limitar a um objeto isolado.

Qual é a relação entre a arquitetura e a confeitaria? Que estratégias de design são aplicadas nos interiores contemporâneos de padarias e confeitarias? Embora a arquitetura seja capaz de servir de inspiração para o design de formas e configurações de elementos comestíveis, ela também agrega a técnica do desenho descritivo, a composição arquitetônica e o planejamento por etapas à linguagem gastronômica. Centrando seu pensamento nas pessoas e em suas necessidades, ambas as disciplinas buscam alcançar a precisão, sendo o design de interiores um amplo campo de atuação para explorar o uso de formas, cores, materiais e diversos equipamentos para melhorar as experiências de seus usuários.


Os seres humanos são seres sociais. A interação entre as pessoas é uma parte essencial da experiência humana e contribui para o desenvolvimento da sociedade como um todo. Embora a arquitetura desempenhe um papel importante na promoção de espaços de encontro, troca e socialização, o mobiliário pode ser uma ferramenta estratégica para alcançar esse objetivo.
Ao navegar por nossa biblioteca de projetos, é possível encontrar diversos exemplos de cafés e espaços públicos onde as mesas coletivas se tornam o elemento central para proporcionar um local de encontro. Em muitos desses projetos, o desenho sinuoso das mesas, com saliências e reentrâncias, viabiliza não apenas diversas configurações de cadeiras para diferentes tamanhos de grupos, mas também variados usos para as próprias mesas — ora funcionando como floreiras, ora como escorregadores ou extensões de uma bancada de trabalho.

Ambientes saudáveis e visualmente atraentes se tornaram alvo de um interesse renovado quando se trata de projetar casas e espaços residenciais, especialmente no contexto global atual. Um modo de alcançar isso é por meio de um cuidadoso projeto paisagístico que complemente a arquitetura. A arte do paisagismo é o arranjo de elementos da natureza combinados com elementos arquitetônicos, como estruturas externas e pavimentação, a fim de criar soluções específicas que melhorem a qualidade dos espaços.
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A maioria de nós usa escadas todos os dias, mas poucas vezes paramos para contemplar seu design ou pensar muito em sua função. Com seus degraus, espelhos e guarda-corpos, elas são facilmente um dos elementos arquitetônicos mais fundamentais em qualquer edificação com mais de um pavimento. Além de fornecer um acesso seguro, simples e fácil de um andar ao outro, é através de escadas que os arquitetos criam formas espaciais exclusivas e visuais fortes. De longe, pode-se observar pessoas se movendo para cima e para baixo repetidamente; De dentro, o usuário é apresentado a novos ângulos e maneiras de perceber um espaço. Portanto, uma boa escada é mais do que apenas um meio de circulação vertical. Através de sua força e escala, pode se tornar o protagonista de um espaço - um ponto focal de design que sobe ao nível da arte. Neste artigo, apresentamos suas características versáteis e qualidades materiais através de uma seleção de exemplos inspiradores, todos os quais podem ser encontrados na seção 'Escadas' do Architonic.
