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Direitos Humanos: O mais recente de arquitetura e notícia

Workshop NBR9050: Acessibilidade e Inclusão

O WORKSHOP NBR9050: Acessibilidade e Inclusão é um projeto realizado em parceria com a Maitá ATHIS com financiamento do Conselho de Arquitetura e Urbanismo, e tem como objetivo capacitar profissionais de Arquitetura e Urbanismo para operar as NBR 9050 e 16537 por meio de atividades teórico-práticas que contextualizam tais normativas à promoção de direitos fundamentais em conformidade com a recomendação do Código de Ética do CAU, que visa assegurar o atendimento das necessidades humanas referentes à funcionalidade, à economicidade, à durabilidade, ao conforto, à higiene e à acessibilidade dos ambientes construídos.

"Nossa arquitetura é muito hostil e pouco hospitaleira": entrevista com Padre Júlio Lancellotti

Um projeto arquitetônico pensado a partir do sistema neoliberal, só pode ser hostil. É o que diz Padre Júlio Lancellotti, figura ativa em ações de apoio a moradores de rua em São Paulo. Seu trabalho à frente da Pastoral do Povo da Rua tem merecidamente recebido a atenção da mídia nacional e internacional, além de ser frequentemente divulgado em suas próprias redes sociais, chamando a atenção do público e das autoridades para questões urgentes de desigualdade, invisibilização dos mais vulneráveis e a hostilidade de nossas arquiteturas e espaços públicos.

Reclusão e transparência: como a Área de Segurança Mínima de Nanterre contribui para a reformulação do conceito clássico de prisão

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Encomendado ao LAN (Local Architectural Network) pelo governo francês, o projeto da prisão de segurança mínima de Nanterre busca trabalhar com os conceitos do sistema prisional revisando criticamente o desenho destes edifícios. O complexo tem como partido a tentativa de melhor integrá-lo no tecido urbano, reforçando a importância da relação entre a cidade e as estruturas carcerárias como espaços de integração social. Dessa forma, a compreensão da proposta da Área de Segurança Mínima de Nanterre envolve fatores políticos, institucionais e históricos para recuperar e ressignificar as discussões históricas e contemporâneas sobre o sistema penitenciário de forma geral e, especificamente, o francês. A prisão é um espaço naturalmente entendido por seu confinamento, e o projeto desenvolvido pela LAN tem em seu desenho a valorização do caráter educativo e humanitário na transformação dos detentos e do olhar social sobre eles.

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O que é a arquitetura forense?

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O termo "Arquitetura Forense" possui diversas definições. Em resumo, refere-se à investigação do ambiente construído, seja em relação ao crime e à injustiça ou a um processo de investigação para descobrir a causa raiz dos danos e da deterioração dos edifícios. Muitas vezes, os arquitetos forenses são convidados a identificar possíveis problemas e a aconselhar como evitá-los. O papel deste arquiteto é permanecer imparcial, identificar questões na construção, determinar causas potenciais e sugerir soluções. Eles devem descobrir evidências factuais, que podem ajudar em uma construção futura ou fornecer respostas a questões associadas a um determinado ambiente construído.

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30 dias pelo direito à cidade

Um mês de debates pelo direito à cidade na Câmara Legislativa do Distrito Federal

Estaria o plano da Índia de construir 100 cidades inteligentes fadado ao fracasso?

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A Missão Cidade Inteligente do governo indiano, lançada em 2015, prevê o desenvolvimento de cem "cidades inteligentes" até 2020 para apresentar soluções para a rápida urbanização do país; trinta cidades foram adicionadas à lista oficial na semana passada, levando o número total atual de iniciativas planejadas para noventa. A missão de US$ 7,5 bilhões abrange o desenvolvimento geral de infraestrutura básica — abastecimento de água, eletricidade, mobilidade urbana, habitação a preços acessíveis, saneamento, saúde e segurança — ao mesmo tempo que incluem "soluções inteligentes" baseadas em tecnologia para impulsionar o crescimento econômico e melhorar a qualidade de vida dos cidadãos nas cidades.

Em um país imerso em corrupção, a missão foi elogiada pelo uso transparente e inovador de um nacional "Desafio Municipal" para dar financiamento às melhores propostas dos órgãos municipais locais. Seu manifesto utópico e implementação, no entanto, são motivos de grande preocupação entre os planejadores urbanos e tomadores de decisão hoje, que questionam se a própria ideia de cidade inteligente indiana é inerentemente falha.