A equipe de curadores do Pavilhão dos EUA na Bienal de Arquitetura de Veneza 2018 divulgou uma lista com sete arquitetos responsáveis pelas principais exposições do pavilhão. Composto por arquitetos, paisagistas, artistas e designers, o grupo produzirá respostas ao tema Dimensões da Cidadania, explorando "o significado da cidadania como um conjunto de direitos e responsabilidades na interseção de afiliações legais, políticas, econômicas e sociais."
A Urban Development Corporation (SAU-MSI) anunciou as sete equipes finalistas para projetar a nova filial do Centro Pompidou em Bruxelas, na Bélgica. As equipes foram selecionadas dentre 92 inscrições para o concurso, que buscou propostas para transformar a antiga garagem Citroën Yser, um edifício Art Déco no coração da cidade, em um complexo museológico de uso misto, voltado para a arte e arquitetura contemporânea.
Nomeado Centro Cultural Citroën, o projeto de US$ 135 milhões consistirá em 35.000 metros quadrados de espaços públicos dedicados à cultura, educação e recreação, incluindo 15.000 metros quadrados destinado ao novo Centro Pompidou Bruxelas. Além disso, um espaço de 10.000 metros quadrados abrigará um museu administrado pelo Centro Internacional de Urbanismo, Arquitetura e Paisagem de Bruxelas.
Uma visão do trabalho de Sean Gallagher como se dentro do Aplicativo do Morpholio's Trace. Imagem Cortesia de Morpholio
Se você visitar um escritório de arquitetura hoje, talvez sinta uma leve mudança. Os dias de enormes desktops, mouse-pads ergonômicos e grandes pilhas de papéis estão lentamente dando espaço à canetas digitais, tablets e toneladas de desenhos de arquitetura à mão - ambos físicos e digitais. Arquitetos ao redor do mundo estão limpando suas mesas, literalmente, e utilizando ferramentas touchscreen emergentes e programas de desenhar, compartilhar e colaborar. Parece possível que, pela primeira vez em anos, a profissão de arquitetura poderia revisitar o "estúdio sem papel" de Bernard Tschumi que consistiu em uma parte fundamental de sua gestão como reitor da Escola de Arquitetura da Universidade de Columbia em meados da década de 1990. No entanto, desta vez, "sem papel" começa com uma caneta, ao invés de um click.
Com a conclusão da renovação da ala leste, que começou em fevereiro de 2016, o museu criou duas galerias espaçosas no terceiro andar, reconfigurando 1.393,5 metros quadrados de espaço, permitindo uma melhor flexibilidade na instalação do acervo e exposições temporárias.
Projetar um museu é sempre um desafio arquitetônico emocionante. Os museus muitas vezes vêm com suas próprias necessidades e limitações - desde museus de arte que precisam de espaços especializados para preservar as obras, até enormes coleções que requerem um extenso espaço de arquivos. Em homenagem ao Dia Internacional dos Museus, selecionamos 23 museus emblemáticos que fazem parte de nossa base de dados, com cada editor do ArchDaily explicando o que torna esses edifícios tão impressionantes.
Com o encerramento do Salone del Mobile 2017, o fotógrafo Laurian Ghinitoiu compartilhou uma série de fotografias da Semana de Design de Milão. Desde protótipos habitacionais até "instalações digitais" imersivas, o evento anual de design - tido como o quarto maior do mundo - reuniu neste ano uma ampla gama de profissionais e empresas de design. Em Milão, colaborações improváveis ditaram o tom do evento.
Pierre Chareau foi um arquiteto cuja maior parte dos edifícios foi demolida; um designer de interiores cujos projetos foram todos remodelados; e um cenógrafo cujos filmes você não pode ver. Estas nem são as circunstâncias mais auspiciosas para remontar uma retrospectiva, mas uma exposição ainda em curso no Museu Judaico, projetado por Diller Scofidio + Renfro (DS+R), tenta fazer isso.
Chareau, mais conhecido por seu único edifício ainda de pé, a Maison de Verre em Paris, desafia qualquer classificação ordenada. Sem nenhum tipo de formação arquitetônica, trabalhou brevemente como designer de móveis para uma empresa britânica para então seguir sozinho, criando um corpo idiossincrático de mobiliários, projeto de interiores para o cinema e a vida real e uma série de casas.
Seguindo a tradição de seu escritório de diluir as linhas entre arquitetura, arte e meio ambiente, Elizabeth Diller, sócia fundadora do Diller Scofidio + Renfro, está produzindo uma ópera para a High Line. Intitulada "Mile Long Opera", a produção será montada ao longo da atração favorita de Nova Iorque, projetada pela DS + R com James Corner e Piet Oudolf e aberta ao público em 2009.
A primeira fase do novo Campus de Manhattanville da Universidade de Columbia, composta por dois edifícios do Renzo Piano Building Workshop, está quase concluída, com a inauguração prevista para a primavera de 2017.
O Centro de Ciências de Jerome L Greene e o Centro de Artes Lenfest são os dois primeiros edifícios a serem concluídos dentro do masterplan do campus, concebido por Piano em colaboração com SOM, que abrangerá 19 cabará por abranger cerca de 7 hectare entre as ruas 125 e 133 no noroeste de Manhattan.
Winner: Diller, Scofidio + Renfro. Image Courtesy of Guallart Architects
O escritório Diller Scofidio + Renfro foi selecionados como os vencedor do concurso internacional South Sea Pearl Eco-Island. O concurso, organizado pelo Governo de Haikou e HNA Infrastructure, foi coordenado por HNA Design e CBC (China Building Centre) e liderado pelo chefe consultor Vicente Guallart, ex-Chefe de Arquitetura de Barcelona, revisaram as 10 entregas dos escritórios participantes em projeto de um centro de turismo ecológico de 250 hectares em uma nova ilha construída na Baía de Haikou, Hainan, que terá moradias, um hotel, atrações turísticas e um porto com capacidade para dois grandes cruzeiros.
A entrega de Diller Scofidio + Renfro foi selecionada como a proposta ganhadora depois de várias rondas de votação por parte do jurado, composto por destacadas figuras arquitetônicas incluindo a Benedetta Tagliabue (IT) e Aaron Betski (EUA), superando as propostas do segundo o terceiro lugar de Foster + Partners e Morphosis.
Veja, a seguir, as demais propostas e comentários do júri.
Ao longo do século passado, a relação da arquitetura com a água tem sido desenvolvida ao longo de uma variedade de diferentes caminhos. Com sua "Casa Cascata", por exemplo, o mestre americano Frank Lloyd Wright confrontou o fluxo dramático da água com linhas horizontais expressivas para aumentar a experiência da natureza. Desde então, o uso da água na arquitetura tornou-se mais variada e complexa. Um espaço feito quase exclusivamente de água surgiu com o projeto de Isamu Noguchi na Expo de Osaka: a água brilhante parecia cair do nada e brilhava no escuro. Mais tarde, com a digitalização e as formas fluidas dos projetos paramétricos, o foco mudou para uma arquitetura líquida feita de água e luz. As interpretações têm variado de formas arquitetônicas modeladas para literais gotas de água, como a visionária “Bubble”, de Bernhard Franken, para a BMW, a instalações espetaculares feitas de linhas de água, transformadas em pixels pela luz.
O Hainan Airlines Group anunciou um concurso internacional entre 10 importantes escritórios de arquitetura para conceber o masterplan e os edifícios centrais de South Sea Pearl Eco-Island, uma ilha situada na baia de Haikou, no arquipélago de Hainan, China. Com participação de equipes chinesas, europeias e norte-americanas, o concurso exige a criação de um centro eco-turístico com habitações, hotéis, atrações turísticas e um porto com capacidade para 2 cruzeiros.
Nossos editores acessam centenas de sites de escritórios de arquitetura todas as semanas. O que eles mais admiram e apreciam nesses sites? Organização e simplicidade. Sites que não são apenas claros, mas rápidos. Buscamos incessantemente por projetos a serem incluídos em nossa plataforma, então, é crucial que quando visitemos um site não apenas saibamos onde procurar, mas como acessar as informações. Filtros são nossos maiores aliados. Diferenciar as tipologias é importante, mas talvez não tão importante como distinguir entre projetos construídos e não-construídos ("isso é um render?" é uma pergunta feita pelo menos uma vez por dia).
https://www.archdaily.com.br/pt/795315/os-melhores-sites-de-escritorios-de-arquiteturaAD Editorial Team
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Zaryadye Parque / Diller Scofidio + Renfro. Imagem Cortesia de Zaryadye Park
Quando se trata de urbanismo contemporâneo, a atenção do público está cada vez mais voltada para Moscou. A cidade, claramente, pretende se tornar uma das principais megacidades do mundo em um futuro próximo e está empregando todos os meios necessários para atingir o seu objetivo, com o governo da cidade se mostrando estar muito disposto a investir em desenvolvimentos urbanos importantes (embora não sem algumas críticas).
Um evento-chave neste plano tem sido o Fórum Urbano de Moscou. Embora o objetivo declarado do fórum seja encontrar modelos adequados para as megacidades do futuro, um importante efeito colateral positivo é que ele permite que a cidade organize as melhores competições, selecione os melhores arquitetos e construa os melhores espaços urbanos para promover a cidade de Moscou. O Fórum também publica pesquisas e documentos acadêmicos para informar futuros empreendimentos de Moscou; por exemplo, Arqueologia da Periferia, uma publicação inspirada no fórum de 2013 e lançada em 2014, que nomeadamente influenciou o desenvolvimento urbano nos arredores de Moscou, mas também destacou a importância de combinar o desenvolvimento urbano com a paisagem existente.
O escritório Diller Scofidio + Renfro, em colaboração com o Rockwell Group, divulgou um vídeo de animação mostrando seu projeto "The Shed", um centro cultural "conversível" projetado para o empreendimento Hudson Yards em Nova Iorque, adjacente ao High Line Park. Quando concluído, o edifício terá mais de 17 mil metros quadrados de espaços expositivos para instalações temporárias, concertos, apresentações e outras atividades culturais. Assista ao vídeo acima para ver como o projeto funcionará.
Parte da primeira etapa do projeto Hudson Yards, a construção do The Shed começou em meados do ano passado e a obra tem conclusão prevista para 2019. O local receberá diversos eventos importantes, incluindo o New York Fashion Week.
O escritório Diller Scofidio + Renfro (DS+R) divulgou seu projeto para o Fórum David M. Rubenstein na esquina sudeste da Woodlawn Avenue com a 60th Street no campus da Universidade de Chicago. A edificação de 8.500 metros quadrados foi concebida como um local de troca intelectual, institucional e educacional, satisfazendo as exigências de variedades de pontos de encontros do campus. Um conjunto de volumes cúbicos, a base de dois pavimentos do edifício é ancorada por uma estreita torre de 50 metros, cuja estrutura e revestimentos refletem as divisões programáticas internas.
Diferente da maioria das cidades estadunidenses, que passaram o século XX se expandindo radialmente para seu subúrbio, Los Angeles confunde gente de fora porque não possui um centro definido. A sigla "LA" é amplamente utilizada para se referir à uma variedade de pequenas cidades ao longo da baía de Los Angeles que cresceram junto ao longo do tempo. Tradicionalmente, uma grande parte destas localidades foram os centros culturais e os destinos turísticos (Hollywood, Santa Monica, Beverly Hills, Silverlake, etc) Enquanto estes distritos prosperaram, o centro da cidade ficou bastante negligenciado; seus edifícios sedes de grandes financeiras e espaços de comércio passaram por graves questões de ocupação durante a maior parte dos anos 1990 e 2000. Há dez anos atrás, a vida urbana nas ruas do centro da cidade fora do horário comercial é virtualmente inexistente.
Este destino era em grande parte o resultado de um planejamento urbano pobre. A destruição trágica do vibrante bairro residencial Bunker Hill nos anos 60 criou uma série de superquadras ladeadas de rodovias, compostas de lotes vazios que eram destinados às eficientes - e feias - torres modernistas, muitas das quais nunca foram aproveitadas. Até hoje em dia, esta área ainda sofre com lotes vazios. Empreendedores e arquitetos têm considerado o centro da cidade um investimento de retorno arriscado desde então.
O centro da cidade de Los Angeles não apenas era motivo de piadas (Em Uma Família da Pesada: "Não há nada pra fazer no centro!”) mas era também tratado com desdém. Até mesmo Frank Gehry disse uma vez que ele queria que o Walt Disney Concert Hall fosse construído 20 quilômetros de distância de sua localização original, para ser então construído em Westwood (próximo a UCLA). E ainda acrescentou que sentiu que as atuais tentativas de revitalização do centro eram "anacrônicas e prematuras". Ai!