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Diller Scofidio + Renfo: O mais recente de arquitetura e notícia

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Elizabeth Diller fala sobre o Shed, o High Line e a controversa reforma do MoMA

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© Time Sensitive

Time Sensitive é um podcast sincero onde a cada semana os apresentadores Spencer Bailey e Andrew Zuckerman entrevistam um dos mais influentes personagens da atualidade, pessoas que estejam contribuindo decisivamente para o desenvolvimento do mundo dos negócios das artes e da cultura. Produzido e veiculado pela plataforma digital de “entretenimento consciente” The Slowdown, o último episódio do Time Sensitive apresenta um bate papo franco e direto entre Spencer Bailey e a renomada arquiteta Elizabeth Diller do escritório nova-iorquino de arquitetura Diller Scofidio + Renfro. Falando sobre alguns dos seus mais importantes projetos na cidade, passando pelo High Line Park, o recém inaugurado The Shed até o novo projeto de expansão do MoMA, ela reflete sobre seu passado, revelando que “foi a sua mãe quem insistiu para que ela estudasse arquitetura e, e se não a arquitetura, que fosse dentista.” Quando ela pôs os pés na Cooper Union e passou a ter aulas com professores como Peter Eisenman e John Hejduk, não havia dúvidas que Diller seria uma grande arquiteta - mas de qualquer maneira é necessário ouvir o episódio completo para saber mais detalhes desta incrível jornada nem um pouco direta e convencional.

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Destaques da semana: o que os olhos não veem

Arquitetura é uma prática profundamente dependente do visual. É concebida, comercializada, criticada e consumida quase que inteiramente através daquilo que é capaz (ou não é capaz) de comunicar visualmente. Selecionamos e produzimos imagens o tempo todo, ângulos impossíveis e perspectivas inexistentes somente para admirar as qualidades arquitetônicas de objetos que nunca verão a luz do dia.

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Tocar, sentir, cheirar: desenvolvendo arquitetura para os sentidos

Tocar, sentir, cheirar: desenvolvendo arquitetura para os sentidos - Imagem de Destaque
Arakawa + Gins 'Bioscleave House, em East Hampton, Nova York, usou geometrias não ortogonais, pisos ondulados e até mesmo casulos de isolamento em seus experimentos para criar arquiteturas que "parassem de envelhecer". Imagem via Revista Metropolis. Imagem Cortesia de Dimitris Yeros, © 2008 Propriedade de Madeline Gins, Reproduzido com permissão do espólio de Madeline Gins

Esse artigo foi publicado originalmente na Metropolis Magazine como "Architecture You Can Smell? A Brief History of Multisensory Design."

O que vem à mente quando você se depara com o termo “design sensorial”? As chances são de que seja uma imagem: uma sala onde chove, um utensílio engraçado para comer, uma cadeira visivelmente texturizada. Mas as sensações, cheiros e gostos são coisas muito mais difíceis de capturar. Essa dificuldade aponta para quão profundamente arraigada é a tirania da visão. Os outros sentidos podem ser as chaves para desvendar verdades empíricas mais amplas? O viés da arte, da arquitetura e do design centrado no ocular realmente impede uma experiência coletiva mais profunda?