
Para que servem desenhos de arquitetura? Transmitir informações visuais sobre o projeto de edifícios. Isso é certo. Mas eles fazem muito mais do que isso. Podem ser idiomáticos e ideológicos, podem expressar a personalidade de quem os cria, e podem ser feitos através de qualquer meio - carvão, lápis, caneta ou programa de computador. Podem inspirar, provocar e radicalizar. Podem ser realistas ou fantasiosos. Ou, claro, podem instruir sobre como construir uma representação tridimensional daquilo que se vê no papel ou nas telas. Inteligência visível, eles também podem ser arte.
Dessa forma, lidar com uma competição aberta de desenhos arquitetônicos de todo o mundo, como o The Architectural Drawing Prize, só pode ser um exercício de julgamento aberto, mesmo quando estes foram classificados em três categorias técnicas: Desenho à mão livre, Digital e Híbrido. Como podemos comparar a intrigante análise digital de Chris Raven de Espaços Publicamente Acessíveis na Catedral de St. Paul com o quase perfeito corte transversal de Xinyuan Cao através da Renovação da Vila de Denggao, dois competidores elogiados na categoria de Desenhos Digitais?





















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