A Casa é uma iniciativa, sem fins lucrativos, que tem a arquitetura como ferramenta para criar pontes entre o conhecimento ancestral, a academia e o afeto, se dedicando a propor por meio da construção, técnicas emancipadoras e sustentáveis para o acesso à moradia.
A Romano Guerra Editora lançou uma campanha de financiamento coletivo no Catarse para reeditar o famoso livro RINO LEVI – arquitetura e cidade, resultado do doutorado de Renato Anelli e da pesquisa iconográfica da equipe liderada por Abilio Guerra e é repleto de fotografias de Nelson Kon.
Está aberta a campanha de financiamento coletivo para a criação do guia “Mulheres na Cidade“. Idealizado por Carmen Guerreiro e Fernanda Carpegiani, comunicadoras e fundadoras do Formiga-me, o guia irá mapear locais em São Paulo que valorizam, acolhem e reúnem aprendizados femininos na capital.
Uma equipe de profissionais da Companhia Habitacional do Distrito Federal (CODHAB/DF) lançou, por meio de financiamento coletivo, a coletânea de publicações “Experiências em Arquitetura Social”. Os livros reúnem projetos de arquitetura e urbanismo desenvolvidos com o objetivo de melhorar a qualidade dos projetos e as construções habitacionais no Distrito Federal.
Está no ar a campanha de financiamento coletivo para produção do Calendário Ilustrado Athos Bulcão 2019. O público pode colaborar, até o dia 28 de novembro, com a produção e distribuição de 6 mil exemplares do calendário. Em troca, o apoiador recebe exemplares da publicação e lindas recompensas que reproduzem obras do artista, como marcadores de página, cartões postais, livros, ecobags, conjuntos de imãs, mouse pads, joias de prata e até molduras de azulejos, além de ter o nome impresso na publicação, na seção de agradecimentos. Os apoiadores podem conhecer as recompensas e fazer sua contribuição pelo Catarse.
A temática da revista gira em torno da produção teórica, filosófica, e crítica desenvolvidas no trabalho de design de interiores, da arquitetura e do urbanismo.
Ao lado de Tiê, uma capivara-aventureira,Lina parte em uma viagem por dez espaços públicos pelo mundo – como o High Line em Nova York ou a Avenida Paulista em São Paulo –, para descobrir os segredos da construção das cidades. As duas são as personagens principais do livro Casacadabra – Cidades para Brincar, lançamento da Pistache Editorial, que começa a campanha de financiamento coletivo dia 16 de abril, pelo Catarse. O livro tem texto de Bianca Antunes e Simone Sayegh, e ilustrações de Luísa Amoroso. Este é o segundo título da série Casacadabra – o primeiro, chamado Invenções para morar, apresentou a arquitetura de dez casas pelo mundo.
Quantas descobertas um passeio por São Paulo pode revelar? E se essa expedição tiver sabor de caça ao tesouro e for conduzida por um cachorro simpático e muito curioso? Inspirada no sucesso da trilogia Prédios de São Paulo, projeto idealizado por Matteo Gavazzi, vem aí o Prédios de São Paulo para Crianças. Com lançamento em julho de 2018, o livro infantil tem texto assinado pela jornalista Tatiana Engelbrecht e ilustrações de Daniel Almeida. A produção é da GAPS Editora.
Em 2016, o escritório equatoriano Al Borde projetou o pavilhão alemão na Hábitat III, a conferência mundial da ONU sobre habitação e desenvolvimento urbano sustentável. O projeto permitia que, uma vez finalizado o evento, os materiais fossem reconfigurados para um segundo uso. Esta ideia chamou a atenção da Infoavit, instituição mexicana de habitação, que uniu forças pra reutilizar seu pavilhão.
Assim nasceu o Refeitório de Guadurnal, um projeto para uma das tantas comunidades costeiras no Equador que foram danificadas pelo terremoto de magnitude 7,8 em abril de 2016. "Perguntamos para nossa rede de contatos quem estava trabalhando com uma comunidade organizada e que dentro de seu planejamento seria útil um projeto de equipamento comunitário", explicam os autores sobre a origem da aliança com Taller General, que vinha trabalhando com a Comunidade de Guadurnal e a Escola 6 de Maio desde o terremoto de 2016.
Em comemoração ao centenário do artista Athos Bulcão, a Fundação que leva seu nome lança a campanha de financiamento coletivo para a realização do Calendário Ilustrado 2018. A Fundação Athos Bulcão homenageia o artista com um panorama de suas obras, apresentando a cada mês uma técnica diferente. Seu trabalho poético foi realizado ao longo de 70 anos e se estendeu pelas experimentações pictóricas nos mais diversos suportes e pela integração da arte à arquitetura executada de forma magistral.
A literatura é sempre vista relacionada ao privado, a subjetividade, ao particular. E a leitura, ainda mais de poesias, poucas vezes, é pensada junto a um espaço público, ou como um fator de organização da vida social, como capaz de estabelecer formas próprias de convívio, laços comunitários, aproximação entre as pessoas. Pensa-se muito pouco na literatura instituindo modos de estar e ser no mundo com os outros, com os iguais, e com os comuns. Mas a realidade urbana é outra, os saraus, eventos em que escritores e interessados se encontram para declamações e trocas de poesia, músicas ou performances, está mudando a forma como se entende a leitura, a literatura e a cidade.
Você, por acaso,já passou horas calibrando o bocal de uma impressora 3D ou preparando um arquivo para impressão, para depois descobrir que o modelo deu errado devido a uma parede sem espessura? Com isso em mente, a Platonics Ark - uma impressora 3D atualmente em desenvolvimento em Helsinque, na Finlândia - tem um objetivo simples: remover todos os processos desnecessários de configuração e técnica por meio de automação inteligente e, assim, reduzir muito o tempo que arquitetos e designers passam calibrando as impressoras ou ajustando os arquivos para exportar.
O projeto Prédios de São Paulo teve início em 2014, virou livro no ano de 2015, ganhou a segunda edição em 2016 e encerra agora a trilogia, com o lançamento da campanha de financiamento coletivo para o terceiro volume. Depois de catalogar mais de 300 prédios que são verdadeiros marcos da arquitetura paulista, a terceira edição vai apresentar uma seleção de cerca de 40 grandes “achados”, edificações menos conhecidas que guardam características e histórias singulares.
Restam cinco dias para a campanha de financiamento coletivo para finalizar o documentário de 30 anos do Movimento Sem Terra Leste 1, um movimento de moradia da Zona Leste da cidade de São Paulo.
Em 1987, esse movimento surge para encampar a luta de famílias já unidas em torno de uma demanda central de acesso à cidadania: a moradia. Sem que essa questão esteja plenamente resolvida, isto é, quando não temos como pagar a habitação e/ou vivemos em condições de precariedade, grande parte dos outros direitos se tornam inacessíveis. A história de formação desse movimento é tão forte e importante para uma mais ampla compreensão da construção dessa cidade tal como a conhecemos hoje.
Em 2015 uma praça projetada e construída coletivamente no Morro do Alemão, Zona Norte do Rio de Janeiro, germinou a partir da parceria entre moradores e instituições do Complexo do Alemão junto com estudantes e professores da Faculdade Arquitetura e Urbanismo da UFRJ. Em dois anos o local, batizado de Praça Verde pelos moradores, deixou o aspecto árido para trás e agora, verdejante, está prestes a frutificar (mais uma vez) dando origem a um livro que relata todo seu processo de projeto e construção.
A campanha de financiamento coletivo lançada no último dia 23 de junho através da plataforma Benfeitoria já ultrapassou 60% da meta estipulada inicialmente e seguirá arrecadando doações até o dia 31 de agosto. Para contribuir, acesse o link: https://benfeitoria.com/pracaverde.
Quanto pesa um livro? Se for o Dicionário da Arquitetura Brasileira ou o guia Arquitetura Moderna Paulistana, a resposta é: pesam muito! Esses dois livros foram tão impactantes que esgotaram assim que saíram das gráficas, respectivamente em 1973 e 1983, e hoje em dia são pérolas raras!
Quando o assunto é Arquitetura Brasileira, existem alguns livros que vêm à memória pela importância que tiveram em documentar, explicar e difundir nosso patrimônio construído; é fundamental que não se perca a memória desses livros e que continuem sendo acessíveis a todas gerações de arquitetos e estudiosos do Brasil.
O Kit Estrutural Mola é um modelo físico interativo que simula o comportamento de estruturas arquitetônicas. O modelo é composto por um conjunto de peças moduladas que se conectam através de magnetismo, permitindo inúmeras combinações.
Como o Mola é possível montar diferentes sistemas estruturais, visualizar os movimentos e deformações de seu elementos e ter uma experiência sensorial do comportamento das estruturas utilizando as próprias mãos. O modelo não exige conhecimento técnico prévio para que você possa iniciar o estudo das estruturas. Seu uso é muito simples e intuitivo e se aplica tanto a profissionais e estudantes da área, como a qualquer pessoa interessada pelo assunto.