Amanhã, live com o diretor da série Cidades Possíveis
Nesta quarta-feira, 11 de novembro, às 19 horas, o canal do UIA2021RIO no YouTube apresenta, com exclusividade, um programa especial comandado pelo cineasta Eduardo Goldenstein, diretor da série Cidades Possíveis, que estreou na semana passada no Canal Curta!
No dia 20 de agosto teve início o processo de tombamento da maquete de Salvador, que se encontra em exposição na Associação Comercial da Bahia, na capital baiana [1]. A maquete, que estará aberta à visitação por meio de agendamento até 18 de setembro de 2020 [2], começou a ser idealizada no começo da década de 70 pelo arquiteto Assis Reis. Desde então, continua a ser atualizada por uma equipe de artesãos da Prefeitura Municipal de Salvador com o objetivo de representar as mudanças urbanas na cidade, mantendo, assim, a ideia original da sua criação.
Calçadas foram ampliadas e novo mobiliário foi instalado para estimular caminhada e permanência da população na rua. Foto: Daniel Castellano/Pref. Cutiriba
Em meio a prédios centenários, um importante terminal de ônibus e comércio pujante, Curitiba implementou uma rua completa. Concluída em fevereiro, a requalificação da rua Voluntários da Pátria tornou a via mais segura para os pedestres que se deslocam pela área central, e mais convidativa para a permanência, com novos bancos e calçadas ampliadas. Um resgate do passado que faz o presente mais acolhedor e fortalece a construção de um futuro mais humano para as cidades brasileiras.
https://www.archdaily.com.br/pt/947043/nova-rua-completa-de-curitiba-une-prioridade-a-pedestres-e-preservacao-do-patrimonioBruno Batista, Paula Manoela dos Santos e Fernando Corrêa
Sítio Roberto Burle Marx. Foto de Halley Pacheco de Oliveira, via Wikipedia. Licença CC BY-SA 3.0
No dia 9 de setembro, quarta-feira, ocorrerá o lançamento do livro Patrimônio Arquitetônico Brasil – Portugal. A atividade faz parte do 7º FIPA - Fórum Internacional de Patrimônio Arquitetônico Brasil – Portugal e será transmitida online.
https://www.archdaily.com.br/pt/947150/lancamento-do-livro-patrimonio-arquitetonico-brasil-nil-portugal-sera-acompanhado-evento-onlineEquipe ArchDaily Brasil
No último dia 4 de agosto, em um lapso de poucos segundos, 40% de toda a cidade de Beirute voou pelos ares. Num piscar de olhos, o destino da capital libanesa, de seus habitantes e de seu vasto patrimônio arquitetônico mudou radicalmente de direção. Tempo e memória, elementos que se sedimentam lentamente ao longo dos séculos sobre a paisagem urbana de uma cidade, foram soprados para longe com uma força arrebatadora, deixando uma onda de destruição até maior que as mazelas causadas por uma guerra civil que durou 15 longos anos. Pegando todos de surpresa, as duas explosões varreram as marcas do passado, apagaram aquelas do presente, arruinando as muitas aspirações futuras de toda uma nação.
A explosão do último dia 4 de agosto no porto de Beirute, em pleno coração da histórica capital libanesa, destruiu uma vasta área da cidade, atingindo os bairros de Mdawar, Rmeil, Gemmayze, Achrafieh, Mar Mkhayel, Karantina e Geitawi. Segundo o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários, mais de 200.000 unidades residenciais foram gravemente afetadas pelas explosões, somando um total de aproximadamente 40.000 edifícios danificados, dos quais 3.000 já foram condenados pela defesa civil.
BEFORE/AFTER, ou, em português, ANTES/DEPOIS, documenta as mudanças drásticas, tanto físicas quanto psicológicas, que ocorreram durante a reforma do Hutong Fangjia em Pequim entre abril e setembro de 2017. Em 2019, o escritório OPEN Architecture foi convidado a participar da "Cidade Desconhecida: Arquitetura e Imagem da China Contemporânea”, exposição de abertura do Pingshan Art Museum, com a sua obra BEFORE/AFTER.
Em Yucatan, arquitetos estão revivendo uma antiga técnica de estuque maia para edifícios contemporâneos, combinando arquitetura moderna com história e cultura regional. A técnica é chamada de “chukum”, um termo derivado do nome popular da árvore Havardia albicans nativa do México. Feito com a casca dessa árvore de chukum, o material tem várias qualidades definidoras que o separam do estuque tradicional, incluindo propriedades impermeáveis e uma cor natural terrosa. Embora o chukum inicialmente tenha caído em desuso após a conquista espanhola da civilização maia, foi redescoberto e reempregado por Salvador Reyes Rios do escritório de arquitetura Reyes Rios + Larrain Arquitectos no final dos anos 1990, iniciando um ressurgimento do uso na área.
https://www.archdaily.com.br/pt/946352/a-beleza-rustica-do-chukum-na-arquitetura-mexicana-modernaLilly Cao
No ano em que a capital do país completa 60 anos, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Distrito Federal – CAU/DF lança o Selo CAU/DF - Arquitetura de Brasília. A iniciativa celebra a arquitetura moderna do Conjunto Urbanístico do Plano Piloto, valorizando a arquitetura não monumental da cidade. O objetivo é reconhecer o valor histórico dessas edificações e de seus autores – pouco conhecidos pelo público geral –, bem como divulgar as boas práticas de conservação e manutenção predial que preservaram a linguagem arquitetônica do movimento moderno.
https://www.archdaily.com.br/pt/946093/cau-df-cria-selo-para-celebrar-a-arquitetura-nao-monumental-do-plano-piloto-de-brasiliaEquipe ArchDaily Brasil
A Getty Foundation anunciou mais de US$ 2 milhões em doações para 13 edifícios importantes do século XX, como parte do programa Keeping It Modern. Lançada em 2014, esta é a última edição da iniciativa de conservação que tem como objetivo estimular profissionais de todo o mundo a se envolverem em pesquisa e planejamento proativos para a preservação a longo prazo de edifícios modernos.
1o Fórum FAZER Patrimonial - Ação, Zeladoria, Educação e Resistência Patrimonial
Como pensar a arquitetura e o urbanismo aliados com a produção cultural e a memória coletiva? É pra trocar conhecimentos sobre essa potente relação que surge o FAZER Patrimonial - Fórum de Ação, Zeladoria, Educação e Resistência Patrimonial!
Na década de 1920, o bairro de habitação industrial Cité Frugès, em Pessac, França, estava sendo concluído. Um dos 17 sítios de Le Corbusier catalogado como patrimônio da UNESCO.
Porto, Portugal. Foto de Tj Holowaychuk, via Unsplash
Na sua 6ª edição, o Open House Porto (OHP) dá as boas vindas à cidade da Maia, que assim se junta a Matosinhos, Porto e Vila Nova de Gaia para a grande festa anual da arquitetura organizada pela Casa da Arquitectura – Centro Português de Arquitectura. Para informar e orientar os visitantes estarão abertas, até 20 de abril, as candidaturas para o recrutamento de 400 voluntários.
A ação do tempo é inevitável para qualquer obra arquitetônica: todos os edifícios estão sujeitos, em maior ou menor grau, às consequências das condições atmosféricas e dos diferentes usos que lhes são atribuídos ao longo do tempo. Como alternativa para “dar vida” a edifícios sem uso, o reuso adaptativo tem ganhado força nas últimas décadas. Mas apesar de sua grande difusão, a aplicação prática deste conceito não é simples.
Visual do Morro do Piolho com casas na Rua Lavapés e o conjunto da Light ao Fundo antes de ser demolido. Ilustração feita pelas autoras com base em foto do Acervo Casa da Imagem DPH/SMC
O “Caminho Histórico Glória-Lavapés” é composto pelas ruas da Glória e do Lavapés, que interligam os bairros da Liberdade, Glicério e Cambuci situados na região central do município de São Paulo. Apesar de ter sido tombado em março de 2018 e homologado em julho de 2019 pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (CONPRESP), esse lugar ainda enfrenta problemáticas que reiteram e reforçam o apagamento histórico de memórias importantes compreendidas ao longo dessa extensão como a memória de ocupação negra, a memória morfológica do traçado da cidade colonial e a memória visual e topográfica da condição acidentada do terreno.
https://www.archdaily.com.br/pt/929303/bairro-da-liberdade-o-apagamento-historico-da-memoria-negra-em-sao-pauloBeatriz Hubner, Fernanda Galloni, Paloma Neves, Stela Mori
O governo do Distrito Federal anunciou, em meados do mês passado, planos para a construção do Museu da Bíblia a partir de croquis de Oscar Niemeyer produzidos em 1987. Entidades de Arquitetura e Urbanismo do DF manifestaram preocupação com os planos, que podem alterar sensivelmente e preservação do Eixo Monumental da capital federal.
Escadaria do Bixiga, região tombada em São Paulo. Imagem: Dornicke/Wikimedia
Não há dúvida que a preservação do patrimônio histórico, artístico e arquitetônico é um objetivo fundamental para a construção de uma cidade justa. É um direito de todos os cidadãos, das presentes e das futuras gerações, conhecer e fruir nossa memória e nossa cultura. Mas para que de fato isto aconteça é essencial um olhar criterioso e ao mesmo tempo uma visão geral da cidade.
Estação Júlio Prestes, 1938. São Paulo, Brasil. Image Cortesia de SouthAmerica.travel
Trens não são a primeira opção nos transportes em países da América do Sul, seja de carga ou de passageiros. A malha ferroviária dos diferentes países é pouco conectada e, mesmo internamente, está, em grande medida, desatualizada ou sucateada. Todavia, do passado em que os transportes se davam, principalmente, sobre trilhos, restam belíssimas estações ferroviárias que, ainda hoje, recebem trens de carga e passageiros.
https://www.archdaily.com.br/pt/927418/as-7-estacoes-de-trem-mais-belas-da-america-do-sulEquipe ArchDaily Brasil