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Computational Design: O mais recente de arquitetura e notícia

A computação não é imaterial: a infraestrutura de IA e a arquitetura da cidade

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À medida que a inteligência artificial continua a desestabilizar setores da economia e a remodelar indústrias inteiras, tanto instituições quanto indivíduos se preparam — e se adaptam rapidamente — às transformações que as máquinas parecem projetar sobre nosso futuro. Contudo, a pressão mais latente não decorre simplesmente do fato de a IA alterar a forma como as pessoas trabalham e vivem, mas sim dos modelos de negócios e das lógicas de investimento das empresas que desenvolvem esses sistemas: a concentração de capital, as novas demandas por capacidade de processamento, a corrida por talentos altamente especializados e a pegada de infraestrutura necessária para sustentá-la. Na Grande Área da Baía — ancorada por Guangzhou, Shenzhen e Hong Kong —, essa dinâmica é especialmente pronunciada. Iniciativas governamentais estão acelerando ativamente o crescimento do setor, com mecanismos de políticas públicas e planejamento começando a traduzir um campo aparentemente intangível em forma física: atualizações de zoneamento, destinação de terrenos e o surgimento de tipologias edilícias orientadas à IA, de laboratórios de pesquisa a centros de processamento de dados (data centers) em grande escala.

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“De repente, você adentra a paisagem através da casa”: entrevista com Ben Van Berkel

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Em 1993, um jovem casal com dois filhos pequenos e um amplo terreno nos arredores de Naarden, cidade a menos de meia hora de carro a sudeste de Amsterdã, contratou Ben van Berkel para projetar uma casa incomum. Eles buscavam algo progressista e inovador em todos os aspectos. Mais do que isso, queriam um tipo de construção "que fosse reconhecida como referência na renovação da linguagem arquitetônica". Antes de optarem pelo arquiteto, conversaram com diversos profissionais, incluindo Rem Koolhaas. Optaram por van Berkel, que, cinco anos antes, havia fundado seu escritório em conjunto com sua então esposa, Caroline Bos. "Visitei o local e o estudei cuidadosamente, já tinha ideias sobre o que chamei de quatro quadrantes da paisagem. Sabia que tipo de casa seria. Podia ver claramente onde ficariam os diferentes cômodos, como seriam formados e como se relacionariam entre si", comenta o arquiteto.

O casal não resistiu. Porém, não houve pressa no projeto, que levou cinco anos para ser concluído, sendo que a maior parte do tempo foi investida em seu projeto, passando por muitas iterações e refinamentos, todos inspirados no conceito da fita de Möbius.

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Explorando o potencial arquitetônico da madeira em sua forma natural

A madeira tem sido uma fonte popular de material de construção há milhares de anos. Por meio de processos de serragem, fresagem e outras transformações, várias formas foram criadas e aplicadas em produtos, móveis e arquiteturas. No entanto, esses processos às vezes podem alterar as linhas básicas da estrutura da madeira. Os troncos podem se dividir, os padrões de grãos podem mudar e algumas madeiras, como carvalho e cedro, podem ser facilmente reduzidas, enquanto outras podem se tornar intratáveis. Isso levou à exploração de peças inteiras nas estruturas antigas, como as cabanas feitas com madeira roliça, nas quais as camadas de madeira em diferentes seções transversais formam os perfis da casa. Por meio do projeto, o uso de troncos ou galhos de árvores em sua totalidade pode acentuar as propriedades mecânicas inatas para sustentabilidade estrutural. Embora essas práticas sejam pouco usuais nas técnicas de construção contemporâneas, inovações tecnológicas expandem as perspectivas da construção em madeira na arquitetura.

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O que é tecnologia da arquitetura e como ela está mudando a indústria?

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Profissionais das indústrias de arquitetura, engenharia e construção estão bem cientes dos problemas que afetam o ambiente construído. A indústria da construção civil ser a maior consumidora de materiais e também responsável por 40% de todas as emissões de carbono é um fato conhecido. O trabalho de construção também é um grande gerador de resíduos e poderia se beneficiar muito dos princípios do design circular. Quase três quartos de todos os projetos de construção tendem a exceder o orçamento, e quase metade dos gastos em edifícios são destinados às despesas gerais. Em um mundo acelerado com desafios multifacetados, a tecnologia e a digitalização buscam fornecer soluções significativas.

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Estética pós-humana na arquitetura: entrevista com Matias del Campo

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A tecnologia está revolucionando a indústria criativa, que fica cada vez melhor e mais rápida. A inovação no setor de arquitetura nunca foi tão desenfreada quanto neste momento. O advento da inteligência artificial (IA) na arquitetura - o primeiro método de design genuíno do século XXI - está mudando a maneira como os edifícios são imaginados e projetados. Geradores de imagens de IA como Midjourney e DALL-E proporcionam uma maneira exploratória e eficiente para a concepção de conceitos arquitetônicos. Uma emergente e interessante estética de design é revelada através das imagens, que são geradas em menos de 5 minutos. Em entrevista exclusiva ao ArchDaily, o arquiteto e educador Matias del Campo levanta a hipótese de qual seria o futuro da estética arquitetônica.

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A cidade como organismo

A natureza tem sido continuamente considerada uma musa inspiradora para os arquitetos. Cores e formas do mundo natural encontram-se embutidas em construções artificiais. Os edifícios também são moldados por padrões de vento e sol, topografia e vegetação. Enquanto a arquitetura é alimentada pelos efeitos da natureza, os edifícios têm sido propostos como objetos inertes que permanecem estáticos num mundo em evolução biológica. As “selvas” de concreto antropocêntricas são desprovidas de vida, separando os humanos dos ambientes naturais e causando desequilíbrios que se manifestaram em forma de pandemias. Mas, como seriam as cidades se não houvesse fronteiras entre humanos e ecossistemas?

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Data science na arquitetura: "a academia e a indústria estão apenas começando"

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Formado pela Universidade do Nebraska - Lincoln (UNL), mestre em arquitetura pela Universidade Nacional de Cingapura (NUS) e doutor em ciências pela ETH Zürich, Clayton Miller trabalha atualmente como professor assistente na NUS, mais especificamente no BUDS Lab, um grupo de pesquisa dedicado à análise de dados de ambientes urbanos para desenvolver soluções técnicas que promovam a eficiência energética, o conforto, a segurança e satisfação dos usuários nas cidades e espaços construídos.

Em entrevista para o ArchDaily, Miller falou sobre como a programação e a data science podem ser úteis para o desenvolvimento futuro da arquitetura e da industria da construção civil.

AA Summer DLAB aplica o design computacional ao concreto

Este ano o programa Summer DLAB da Architectural Association (AA) culminou no Weave.X, um protótipo final de estruturas de concreto entrelaçadas tridimensionalmente. Projetado e fabricado por 21 participantes de 11 países, entre julho e agosto, o protótipo explora o design computacional, a racionalização da geometria, o comportamento do material e a fabricação robótica aplicada às técnicas de flexão de concreto e robótica. O resultado é uma rede de auto-sustentação de ramos de concreto que envolvem um invólucro amorfo.

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Por que o design computacional vai mudar o modo como trabalhamos

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Este artigo foi originalmente postado em ArchSmarter.

Hoje em dia, quase todo arquiteto usa o computador. Seja para modelagem  3D, documentação ou até mesmo para criar planilhas de programação, computadores são muito frequentes e estão infiltrados na profissão. Arquitetos agora precisam saber o mesmo tanto de software quanto de estruturas, códigos de obras, e projeto.

À medida que ferramentas se tornam mais poderosas e sofisticadas, precisamos evoluir e desenvolver nossos métodos de trabalho para permanecermos competitivos. Escrevi um artigo sobre como arquitetos devem aprender programação. Muitos dos problemas que necessitamos resolver não estão nas capacidades de programas fáceis e rápidos. Precisamos ajustar e personalizar as nossas ferramentas para trabalhar a maneira como trabalhamos. Criar nossas próprias ferramentas e softwares é um jeito de fazer isso.

Dito isto, a realidade é que nem todo mundo tem tempo ou facilidade para aprender a programar. Leva tempo e sempre temos projetos para terminar, desenhos para revisar e edifícios para projetar. Felizmente aqui estão algumas novas ferramentas disponíveis que oferecem o poder da programação sem a necessidade de toda aquela interminável codificação.

Entre no mundo da programação visual e projetos computacionais.