
A inteligência artificial tornou-se um produto de consumo mais rápido do que uma disciplina acadêmica. A cada semana surgem novos modelos e mais informações do que qualquer pessoa é capaz de absorver, e a resposta mais fácil tem sido o consumo acrítico. A arquitetura precisa de uma estratégia diferente, fundamentada na crítica e no método. A IA agora adquire inteligência espacial — a capacidade de compreender o comportamento do espaço físico —, permitindo que profissionais de arquitetura testem um projeto em relação ao seu entorno durante o próprio processo de desenvolvimento. Utilizada com critério, a IA pode aproximar os/as arquitetos/as da natureza e de sua complexidade, tornando-os/as melhores construtores/as. Simulamos o mundo para aprender a habitá-lo.














