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Por Claudio Olivares Medina, Ciclismourbano.info, via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.
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Por Claudio Olivares Medina, Ciclismourbano.info, via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.

Como motivo da celebração da Fiesta Nacional de España no último 12 de dezembro, o coletivo local Luzinterruptus optou por festejar de um modo distinto durante a noite. Ao invés de limpar as ruas como manda a tradição como parte dos preparativos da festa, os integrantes decidiram lançar 20 baldes de água com detergente para criar um rio pelas ruas de Madrid.

Texto por Francisca Codeceo via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.
Ontem publicamos "As 10 cidades com melhor infraestrutura do mundo". Porém, isso não as torna, necessariamente, as cidades mais felizes do mundo. Confira a seguir a lista das 10 cidades mais felizes do mundo.

Toronto começa a esboçar políticas para redução das emissões de gases de efeito estufa nas próximas décadas. As autoridades da cidade propuseram: tornar mais “verde” a rede elétrica, proibir as lâmpadas incandescentes, promover a construção de tetos verdes em edifícios comerciais e a ampliação de normas mais restritas de eficiência energética para a construção civil. Quanto aos transportes, pretende-se ampliar a rede de ciclovias e a infraestrutura de ruas e rodovias, tudo isso enquanto antecipa que os veículos elétricos serão mais comuns.

Texto por Constanza Martínez Gaete via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.
“A relação entre as pessoas, os aspectos históricos, os elementos socioculturais – entre muitos outros – são componentes essenciais que, dependendo de sua conjugação e apresentação, definem os modelos atuais de cidade” é o que afirma Chuck Wolfe, advogado e acadêmico especializado no uso do solo, direitos e permissões ambientais e desenvolvimento de técnicas sustentáveis.
Wolfe, há algum tempo tempo, trabalha em seu livro “Urbanismo sem esforço”, que através de curtos capítulos postulará princípios que pretendem vincular a carga histórica das cidades, seu planejamento urbano atual e os projetos futuros, sem deixar de lado o progresso.
Na continuação encontrará cinco ideias de seu livro.

A cidade de Xangai está estrategicamente posicionada no Extremo Oriente como um novo centro financeiro mundial de primeira ordem, também como um novo modelo de cidade moderna. Neste quadro, enfrenta o desafio de acolher um crescimento populacional urbano de 15 milhões de pessoas para 2015, fruto do crescimento demográfico e da migração interna campo-cidade, atraída pelo acelerado desenvolvimento chinês.

O curso visa qualificar profissionais da área de Planejamento e Gestão Urbana para sua atuação em consultoria, elaboração e implementação de projetos de gestão do território.

O projeto “Hydropolis” foi projetado pelas estudantes MArgauxLeycuras, Marion Ottmann e Anne-HinaMallette, da escola de arquitetura de Nantes, e ganhou recentemente um dos prêmios do concurso organizado pela Fundação Jacques Rougerie. “Hydropolis” é uma cidade aquática localizada no Vale do Nilo, Egito, que pretende explorar a seu favor o fenômeno do aumento do nível das águas ao invés de sofrer as consequências e reagir posteriormente.
Mais imagens e a descrição do projeto dada pela equipe de projeto, a seguir.

A construção do território se manifesta no espaço físico a partir dos valores dominantes que se promovem a partir do poder, configurando a vida cotidiana e o comportamento social. A este respeito, a urbe como construção ideológica do território baseia-se em um contexto mercantilista focado principalmente em objetos de transação material sobre o espaço, o que pode denominar-se como o fluxo de bens e serviços (mercadorias).

É possível que um bom espaço público induza o comportamento social e possa fazer uma cidade mais segura? É possível contribuir com um problema tão complexo e urgente de diferentes perspectivas disciplinares? Algumas pessoas argumentam que arrumando rapidamente as "janelas quebradas" e repensando as ruas são as melhores políticas preventivas.
Em 1969, Philip Zimbardo, professor na Universidade de Stanford, realizou um experimento no âmbito de suas pesquisas em psicologia social. Ele colocou um carro não licenciado com o capô levantado em uma rua negligenciada no bairro do Bronx, em Nova Iorque, e um carro similar em um bairro rico de Palo Alto, Califórnia. O carro no Bronx foi atacado em menos de dez minutos. Seu aparente estado de abandono permitiu o ataque. O carro de Palo Alto não foi tocado por mais de uma semana. Foi então que Zimbardo resolveu quebrar a janela do carro. Quase imediatamente, transeuntes começaram a pegar coisas do carro. Em algumas horas, o carro estava completamente danificado. Em ambos os casos, muitos dos que atacaram os carros não pareciam ser pessoas perigosas. Esse experimento levou os professores de Harvard George Kelling e James Wilson a desenvolver em 1982 a Teoria das Janelas Quebradas: "Se uma janela quebrada é deixada sem reparos, as pessoas concluirão que ninguém liga para ele e que não há ninguém o vigiando. Então mais janelas serão quebradas e a falta de controle se espalhará dos edifícios para as ruas, mandando um sinal que 'vale tudo' e que não há autoridade".
Seguindo isso Kelling foi contratado – muito antes que Rudy Giuliani e a sua Política de Tolerância Zero - pela Acessoria do Metro de Nova York, onde reinavam a insegurança e o crime. Seu primeiro desafio foi convencer o prefeito progressista da cidade, o democrata Ed Koch, que a solução não era reforçar o policiamento e fazer mais prisões, mas sim limpar e sistematicamente prevenir pixações no interior e no exterior dos vagões, garantir que todos pagassem seus bilhetes e erradicar a vadiagem no metro. Apesar das críticas, a transformação do Metro de Nova York começou através de símbolos concretos e detalhes que foram bastante visíveis e que re-estabeleceram ordem e autoridade. Até o célebre designer Massimo Vignelli, autor da sinalização, decidiu inverter as cores dos pôsters para tipografia branca sobre fundo preto para desencorajar as pixações. Hoje é um modelo de espaço público seguro e eficiente, além de um emblema que os nova-iorquinos não estão dispostos a se comprometerem novamente.
A idéia é simples mas poderosa: os maus hábitos se espalham rapidamente, mas os bons hábitos, com força e continuidade, podem desbancar os ruins. Como muitas coisas ao nosso redor estão em um estado crítico graças à nossa indiferença aos primeiros sinais de que algo não está certo? Quantas janelas quebradas nós vemos cada dia? Isso tem relação com a marcação de limites e a extinção dos maus hábitos com estratégias situacionais e preventivas que envolvem não só as autoridades mas também a comunidade na resolução de problemas através de participação ativa. É também o fato de revindicar o papel do Estado na regulação e controle de uma área onde interesses gerais sempre devem ter prioridade, pequenos ou grandes, com ou sem justificação. Em contraste ao que muitos clamam como perspectivas libertárias errôneas, coexistência democrática no domínio público requer a restrição de liberdades individuais para maximizar o bom uso e o disfruto coletivo dos espaços públicos

Nossos amigos do Project for Public Spaces (PPS) elaboraram um guia com 13 conselhos que podem ser levados em consideração pelos municípios na melhoria dos espaços urbanos das cidades costeiras, a fim de torná-los lugares mais atrativos e que protejam a identidade da cidades e seus habitantes.
Na seqüência os 13 conselhos da PPS.

O artista Jeongmoon Choi utiliza luz e fio para criar instalações que trabalham com os aspectos da perspectiva e da ilusão. Com reminiscências de algo produzido em um espetáculo de luzes de laser, seus campos tridimensionais formados por linhas luminosas, estão instalados em um espaço ultravioleta para criar entornos interativos. Choi conta atualmente com uma exposição individual na Galeria Laurent Mueller em Paris até 26 de Janeiro.
Mais informações e imagens, a seguir.

De tempos em tempos são anunciados projetos de novas ciclovias que servirão para melhorar os deslocamentos dos ciclistas e o uso do espaço público. Mesmo estes projetos sendo um avanço em comparação à realidade dos ciclistas há alguns anos, ainda há muito a melhorar, sobretudo em entender que a infraestrutura cicloviária deve estar aliada a um plano que permita que a bicicleta transforme-se em uma real alternativa de transporte.

Arquitetura: Appareil Architecture
Projeto de Iluminação: ATOMIC3
Localização: Montreal, Quebec, Canada
Ano do Projeto: 2012
Fotografias: Martine Doyon

Os países membros da União Européia (UE) contam com a Iniciativa Ciudadana Europea, um órgão que recebe propostas dos cidadãos sobre legislações que melhorariam sua qualidade de vida. Recentemente e através desta iniciativa, quatro organizações espanholas apresentaram um projeto para estabelecer como velocidade máxima 30 km/h em zonas urbanas residenciais.

Arquitetos: Elenberg Fraser
Localização: Mackenzie, Melbourne, Victoria, Australia
Ano projeto: 2012
Arquiteto encarregado: Callum Fraser y Zahava Elenber
Fotografias: vía Elenberg Fraser

Algumas semanas atrás, Michael Kimmelman do The New York Times abordou um problema comum à arquitetura e ao urbanismo. Diz-se assim: Era uma vez na década de 1990 a cidade de Medellín, na Colômbia, conhecida como "a capital mundial dos homicídios". Então, através dum planejamento urbano os bairros mais pobres foram conectados a cidade. Com esta medida, os índices de criminalidade despencaram e contra todas as probabilidades, a cidade se transformou.
Na verdade, sim e não.

A 10ª Bienal de Arquitetura de São Paulo, que em 2013 completa 40 anos, muda sua gestão e deixará sua sede até então, o Pavilhão do Parque Ibirapuera, para ocupar espaços espalhados pela cidade como o MASP, Centro Cultural de São Paulo, o Museu da Casa Brasileira e até uma plataforma de metrô desativada, pontos especialmente próximos a estações de metrô.