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Cidades: O mais recente de arquitetura e notícia

Vídeo: Transporte público fluvial em Valdivia

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Neste vídeo, referente ao projeto Atlas Vivo de Chile, o gerente de operações do projeto Transporte Fluvial Sustentável de Valdivia, Mauricio Hodge, mostra as instalações e o funcionamento do primeiro conjunto construído flutuante autossustentável do mundo.

Esta é uma ideia do valdiviano Alex Wopper, cujo objetivo é implementar um sistema de transporte público no rio Calle-Calle que visa descongestionar a cidade e diminuir o tempo de deslocamento de seus habitantes.

O que é uma cidade compartilhada?

Cidades compartilhadas são aquelas onde os habitantes contam com plataformas - digitais ou presenciais - para se organizarem e compartilharem  espaços, serviços ou bens. Dessa forma, as cidades procuram se converter em lugares mais animados e sustentáveis.

Embora como conceito não as temos tão presentes, os meios para fazer das cidades lugares compartilhados estão mais próximos do que imaginamos. Por exemplo, quando uma organização comunitária lança uma campanha para arrecadar fundos e financiar um projeto como uma intervenção urbana - falamos de financiamento coletivo ou crowdfunding, uma das práticas que torna possível as cidades compartilhadas.

Para que mais pessoas conheçam esse conceito e suas potencialidades, o think tank Laboratorio para la Ciudad listou quatro categorias do que é possível compartilhar nas cidades. Enquanto isso, as organizações canadenses Cities for People e Social Innovation Gereration (SIG) propuseram cinco ideias para implementar essas práticas.

Confira as definições a seguir.

IAB-DF divulga o documento “Por uma Agenda para as cidades brasileiras”

O perfil das cidades brasileiras passou por grandes transformações nos últimos 60 anos. Se na década de 50 a taxa de urbanização era de 36%, hoje somos 175 milhões de pessoas vivendo em centros urbanos. Infelizmente, esse crescimento não foi acompanhado de políticas públicas que ajudassem a inserir esses novos habitantes no território de maneira planejada. Pensando nesse problema, o IAB-DF, por meio da Comissão de Políticas Urbanas, divulgou, no dia 11 de junho, o documento “Por uma Agenda para as cidades brasileiras”, que procura expor e analisar a problemática de urbanização no Brasil.

Leia a seguir o documento na íntegra.

Vídeo: Qual o valor dos nossos passos?

“Quanto estamos dispostos a pagar pela caminhabilidade? Muito.”

Categórico a tal ponto é o vídeo que apresentamos acima, que pontua as possibilidades de deslocamento a pé rápido e seguro oferecidas pelos bairros. Para as medições é utilizado um Walk Score, um indicador que, numa escala de 1 a 100, atribui valores às opções de caminhada na cidade.

Assim, o vídeo mostra que as pessoas estão dispostas a pagar até US$ 850 a mais pelo aluguel de um imóvel que esteja localizado num bairro caminhável, em comparação com outras localidades menos adequadas aos deslocamentos a pé. É por isso que Nova Iorque atinge 85,6 pontos em contraste com Charlotte, que marcou apenas 34,3 pontos.

7 regras para desenhar o mapa de metrô de qualquer cidade do mundo

Os mapas de metrô devem ser fáceis de ler, memorizar e utilizar. O arquiteto sérvio-francês JugCerović desenvolveu sete regras que, segundo ele, ajudariam a conceber os mapas de metrô de qualquer cidade do mundo, de modo que as pessoas possam entendê-los como um sistema único, independente do país de origem.

A proposta a seguir.

Vídeo: 2.000 anos de evolução urbana em Londres

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Antes de Londres se tornar a cidade que é hoje em dia, diversas mudanças urbanas aconteceram em diferentes períodos de seus 2.000 anos de existência.

Para se ter um registro de como se deu o desenvolvimento histórico e a evolução urbana em Londres, a empresa Polly Hudson Design produziu um vídeo que mostra desde Londinium - nome como Londres era conhecida durante a época romana - até a atualidade. Nele se pode conhecer a localização dos primeiros caminhos e a quantidade de edifícios e monumentos que foram construídos em cada etapa histórica – o que permitiu contabilizar as construções que atualmente são patrimônios protegidos.

Arte e Arquitetura: cidades refletidas através da materialidade arquitetônica por Andrea e Rob Stone

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Os fotógrafos estadunidenses Andrea e Rob Stone recentemente desenvolveram uma série chamada "City Reflections", inspirada nos abstratos reflexos de diferentes superfícies refletivas da cidade, desde fachadas de edifícios até materiais encontrados no entorno circundante como metais, vidro ou inclusive, água. Uma mistura de materiais, formas e cores que faz vibrar a imaginação através de ondas e padrões abstratos, e representar quadrículas geométricas formadas por estruturas arquitetônicas.

Conheça mais sobre o trabalho a seguir.

Arte e Arquitetura: cidades refletidas através da materialidade arquitetônica por Andrea e Rob Stone - Image 1 of 4Arte e Arquitetura: cidades refletidas através da materialidade arquitetônica por Andrea e Rob Stone - Image 2 of 4Arte e Arquitetura: cidades refletidas através da materialidade arquitetônica por Andrea e Rob Stone - Image 3 of 4Arte e Arquitetura: cidades refletidas através da materialidade arquitetônica por Andrea e Rob Stone - Image 4 of 4Arte e Arquitetura: cidades refletidas através da materialidade arquitetônica por Andrea e Rob Stone - Mais Imagens+ 17

“You Are Here”: Mapas da experiência humana nas cidades

Mapear a experiência humana nas cidades para, então, convertê-las em lugares mais habitáveis. Com essa ideia o Grupo de Computação Social do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) lançou no começo de abril o projeto de cartografia “You Are Here”, que tem como objetivo fomentar mudanças sociais em diversas áreas, mostrando, em mapas, tanto os locais onde há falta de vegetação como os lugares onde ocorrem mais acidentes de trânsito, especificamente de bicicletas.

Saiba mais sobre o projeto a seguir.

Segregação urbana em 6 fotografias: desigualdade vista de cima

Diz-se que o mundo está cada vez mais desenvolvido quando na realidade está, inegavelmente, mais tecnológico e globalizado. Contudo, parece arriscado falar em desenvolvimento quando os avanços não se apresentam em todos os lugares nem para todos os habitantes.

Num panorama tão desigual, uma seleta parte da população global desfruta dos ditos avanços, ao passo que um enorme contingente vive abaixo da linha de pobreza sem as menores condições de infraestrutura.

Tais contrastes passam muitas vezes despercebidos no cotidiano da cidade, entretanto, estão estabelecidos numa relação díptica com o traçado urbano, sendo, ao mesmo tempo causa e consequência de profundas marcas no desenho da cidade. No Brasil, por exemplo, temos as favelas e comunidades pobres que contrastam com a arquitetura de edifícios e casas de classe média alta, planejados e construídos com os recursos necessários.

Equipamento Extraordinário / Basurama

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Equipamento Extraordinário / Basurama - Image 1 of 4Equipamento Extraordinário / Basurama - Image 2 of 4Equipamento Extraordinário / Basurama - Image 3 of 4Equipamento Extraordinário / Basurama - Image 4 of 4Equipamento Extraordinário / Basurama - Mais Imagens+ 7

O Basurama é um coletivo que realiza projetos de arte e design para transformação social através de estrategias lúdicas e participativas. Os protagonistas de seus projetos são os resíduos e os processos relacionados com sua produção na sociedade de consumo. Na Virada Cultural 2014, de São Paulo, o coletivo fez uma intervenção denominada Equipamento Extraordinário.

Saiba mais, a seguir.

Centro Médico de Boston poderá prescrever receitas para andar de bicicleta

Foi lançado recentemente em Boston um interessante programa chamado "Prescribe-a-Bike", que permite aos médicos do Centro Médico de Boston prescrever receitas que permitem a inscrição dos pacientes no sistema de bicicletas públicas da cidade por apenas 5 dólares anuais (o custo regular é de 80 dólares anuais).

Os requisitos são: ser residente, ter mais de 16 anos de idade, receber algum tipo de assistência pública ou ter renda familiar que não supere 4 vezes a linha de pobreza de Boston.

Ranking 2014: Demografia das maiores áreas urbanas do mundo, segundo Demographia

Existem atualmente 29 megacidades no mundo e, pela primeira vez na história, se fala que mais da metade da população mundial vive em zonas urbanas.

Buscando reunir dados mais precisos, o centro de estudos estadunidense Demographia realiza anualmente a pesquisa “Demografia das Áreas Urbanas do Mundo” e recentemente publicou a décima edição, relativo à estimativas de 2014.

Nela podemos ter uma ideia da população, superfície urbana e densidade populacional nas 922 áreas urbanas onde vivem mais de 500 mil habitantes. De acordo com os resultados deste ano, a população total destas áreas é de 1,92 bilhões de habitantes, cifra que representa 51% da população urbana mundial. Além disso, verificou-se que as maiores cidades do mundo estão, primeiramente, na Ásia, e em segundo lugar, na América do Norte.

Por outro lado, também se concluiu que no sudeste asiático, América do Note, Europa Ocidental e Japão os residentes de grandes zonas urbanas vivem em lugares muito baixos em termos de densidade.

Mais resultados na continuação.

Vídeo “Daylight”: Esquinas mais seguras para os pedestres

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Os veículos estacionados nas esquinas estão dentre os principais obstáculos visuais entre motoristas, ciclistas e pedestres. Por este motivo, diversas opções de desenho urbano têm surgido, como as propostas do planejador Nick Falbo ou outras temporárias apresentadas durante o Park(ing) Day, que mostram novas formas de se aproveitar esses espaços e torná-los mais seguros.

No vídeo a seguir, a organização Streetfilms explica a estratégia “Daylightning”, ou “Iluminação do Dia”, que promove a segurança dos pedestres. Esta consiste em proibir os automóveis de estacionarem próximo às intersecções, fazendo com que os veículos que estejam em movimento na rua tenham maior campo de visão antes de chegar à esquina.

Guia “NYC: Conselhos Básicos e Etiqueta” para melhorar a convivência na cidade

A convivência nos espaços públicos das grandes cidades às vezes não é muito agradável. Levando isso em conta, o ilustrador Nathan W. Pyle criou o guia “NYC: Conselhos Básicos e Etiqueta” com exemplos de como evitar 100 situações cotidianas que podem afetar negativamente os demais cidadãos, como por exemplo, quando deixamos as bolsas nos bancos vazios do metrô ou quando um automóvel estaciona em na ciclovia.

Na animação acima, o autor mostra uma situação que não somente acontece em Nova Iorque, mas também em várias cidades do mundo. Por isso, lembre-se de permanecer à direita nas escadas do metrô e evite parar no final dela para não dificultar a saída das outras pessoas.

Veja 15 situações animadas a seguir. 

A rua que cada um vê

O artigo a seguir é de autoria de Natália Garcia e foi publicado originalmente na página da Super Interessante. Natália é também uma das fundadoras da rede de conteúdo urbanístico Cidades para Pessoas.

Os budistas dizem que quando olhamos para um objeto, ele “nos olha de volta”. É que carregamos ferramentas pessoais – nossa história, sensibilidade, repertório –  que filtram nosso olhar e definem a percepção que teremos do objeto, daí a ideia de que ele nos olha de volta. Levando essa ideia ao limite, olhar para um objeto é olhar a si mesmo. Nenhum homem atravessa o mesmo rio duas vezes, diz o filósofo Heráclito. De fato: a experiência da primeira travessia transforma o homem, assim como o curso constante do rio o transforma a cada segundo. Pois acredito que essa mesma afirmação se aplique às cidades: nenhum homem atravessa a mesma rua duas vezes. Ou, na concepção budista, olhar para a rua é olhar a si mesmo. É o que mostram os mapas abaixo, desenhados por algumas pessoas para representar seus deslocamentos diários.

Dispara o número de trajetos de bicicleta em Copenhague em 2013

Durante os últimos anos, o número de ciclistas na capital dinamarquesa tem se mantido estável, contudo entre 2012 e 2013, os trajetos de bicicleta aumentaram 35%, segundo dados de um estudo de hábitos de transporte da Universidade Técnica da Dinamara (DTU). Em 2013 a média de quilômetros percorridos por trajeto foi de 4,2 km.

Este aumento ocorreu após vários anos sem grandes flutuações, de modo que diversos especialistas dinamarqueses vêm analisando o que ocorreu neste último ano.

Capas de álbums clássicos no Google Street View

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Aproveitando as novas ferramentas de tecnologia, o jornal The Guardian publicou uma série de fotomontagens com algumas das mais clássicas capas de álbuns musicais nos locais onde foram feitas suas fotografias. The Beatles, PJ Harvey, Creedence Clearwater Revival, The Beastie Boys... veja todas as montagens a seguir...

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Cidades inteligentes ou vulgaridade de interesses?

Houve alguma vez cidades estúpidas? Teriam sobrevivido as cidades, a construção humana mais complexa, se não houvesse inteligência coletiva? Somente a distribuição de água, a iluminação e a energia, a eliminação de resíduos, a construção em altura, o abastecimento de alimentos, a organização do transporte, etc. supõem tecnologias e modos de gestão de inteligência acumulada e de capacidade de inovação permanente. Agora a moda é descobrir que as cidades podem ser inteligentes. Se não fossem não existiriam.

Na realidade se trata de um reclame publicitário. Das cidades? Aparentemente sim, mas a fama dura pouco. Houve tantas cidades adjetivadas para atrair atenção e nenhuma memorável. Pela simples razão de que a todas é mais ou menos possível aplicar o adjetivo promissor. Além disso, este adjetivo quase nunca é qualificativo, mas define da cidade. Cidades patrimônio da humanidade? A UNESCO encontrou um nicho bastante lucrativo, é preciso pagar pelo título. Em toda parte encontramos patrimônio. Cidades globais? Saskia Sassen selecionou a principio três cidades globais, mas outras grandes cidades protestaram. Ampliou a lista, mas teve então que estabelecer categorias. Quase ninguém estava satisfeito. Além disso, se muitas eram globais, perdia-se o valor de distinção. No final, assim como Castells, acabou reconhecendo que todas as cidades, algumas mais e outras menos, têm dimensões e elementos globalizados.