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cidades: O mais recente de arquitetura e notícia

China planeja criar megacidade de 130 milhões de habitantes para fortalecer sua economia

Desde os anos 1980 o governo chinês está planejando criar uma cidade-região que integre a capital Pequim com a província de Hebei e a cidade vizinha de Tianjin. Porém, a iniciativa que visa fortalecer a economia e descentralizar os serviços foi confirmada apenas este mês.

Segundo as projeções atuais, esta nova cidade ocuparia uma área superior a seis vezes o tamanho de Nova Iorque e teria uma população de 130 milhões de habitantes.

Saiba mais sobre esta nova cidade chinesa, a seguir.

Projeto "Montevideo Sonoro": valorizando o patrimônio musical da cidade

Muitos músicos se inspiram em cidades para compor suas canções e, rapidamente, passam por nossa cabeça várias músicas sobre Nova Iorque e Paris.

Montevidéu não é exceção. Inspirado nisso nasceu o projeto Montevideo Sonoro, que pretende valorizar e divulgar o patrimônio musical da capital uruguaia.

Montevideo Sonoro é uma intervenção urbana e um projeto interativo de georreferenciamento que cria um mapa sonoro em constante construção, onde se pode escutar diferentes canções típicas da cidade. Além de mapear, os criadores do projeto intervêm nos lugares que fazem referência às canções, como pode-se ver no vídeo acima.

Dois novos sítios latino-americanos são declarados Patrimônio da Humanidade

24 novos sítios de 17 países foram declarados Patrimônio da Humanidade na última reunião do Comitê do Patrimônio Mundial que terminou semana passada em Bonn, Alemanha.

Dos 24 sítios protegidos, dois são latino-americanos: o Aqueduto do Padre Tembleque, no México, e a Paisagem Cultural Industrial de Fray Bentos, no Uruguai. A lista atualizada do Patrimônio Mundial conta agora com 1.031 sítios de 163 países.

Conheça, a seguir, um pouco da história e importância cultural dos novos sítios latino-americanos.

“Exodus”: 8 fotografias que mostram os fluxos migratórios no século XXI

“Exodus” é uma série fotográfica realizada por Marcus Lyon que pretende explorar os fluxos migratórios mais importantes do início do século XXI.

Veja outras fotografias, a seguir.

Podem nossas cidades sobreviver aos... arquitetos?

O título dessa matéria remete a um grande e esquecido livro de Josep Lluis Sert, escrito durante a Segunda Guerra Mundial. Sert sintetizou as ideias do Movimento Moderno a partir das CIAM (Conferências internacionais de Arquitetura Moderna) juntamente com suas próprias ideias e as de outros jovens profissionais, como Josep Torres Clavé, morto na frente republicana durante a guerra civil. Sert, como Torres Clavé, teve uma relação estimulante com Le Corbusier mas, como se percebe no livro citado, ele possuía uma sensibilidade cidadã especial, que nem sempre esteve presente no temperamento do líder das CIAM.

Os arquitetos podem ser também urbanistas, mas nem todos os arquitetos, uma pequena parte inclusive, o são. Da mesma forma, existem muitos urbanistas que não são arquitetos. Como Ildefonso Cerdà, engenheiro civil e um dos fundadores do urbanismo moderno. Há urbanistas que procedem de carreiras técnicas, das ciências sociais ou da gestão pública. Na realidade, o urbanismo é uma prática que com o tempo, a acumulação de experiências e a análise crítica constitui um corpo doutrinal respeitável e muito mais sólido que as ciências sociais acadêmicas, já que elas não dispõem da verificação na vida social.

Mas são os profissionais que definem a cidade?

Cinco princípios de planejamento urbano para tornar as cidades sustentáveis

A urbanização na América Latina e China é um processo que tem se desenvolvido de forma muito similar, em decorrência do êxodo rural, mas que apresenta uma radical diferença: a velocidade.

Este fator se reflete, por exemplo, no fato de que nos últimos 35 anos, as cidades chinesas receberam mais de 560 milhões de habitantes provenientes das áreas rurais, quantidade equivalente a população total da América Latina, segundo o informativo “Urbanización Rápida y Desarrollo: Cumbre de América Latina y China”, elaborado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Utilizando os dados deste documento como referência, a arquiteta Nora Libertun - PhD em Desenvolvimento Urbano no MIT e mestre em urbanismo na Universidade de Harvard - acaba de elaborar cinco princípios para que a urbanização e os desafios colocados por ela possam ser abordados através de um enfoque sustentável, evitando, assim, a exagerada expansão urbana e o desequilíbrio do meio ambiente.

Veja, a seguir, os cinco princípios colocados por Nora Libertun:

Intervenções em faixas de pedestres em Puebla, México

Embora as ruas, em geral, apresentem faixas pintadas de branco para o cruzamento seguro das pessoas, esta sinalização é, muitas vezes, desrespeitada por condutores e pelos próprios pedestres.

Na cidade de Puebla, México, a situação não é diferente. Por isso, o Colegio de Arquitectos de Puebla (CAPAC) convidou os arquitetos colegiados a intervirem nas faixas de pedestres da rua 43 Poniente, instigando-os a propor desenhos que fujam das clássicas faixas brancas e chamem a atenção para que essa sinalização seja respeitada por todos.

Veja, a seguir, uma série de cruzamentos com as intervenções dos arquitetos.

Seis propostas para recuperar os espaços perdidos sob uma rodovia de Nova York

Os espaços perdidos ou abandonados em Nova York equivalem a quatro vezes a área do Central Park, principal parque da cidade, com 341 hectares.

Com o objetivo de recuperar parte desses locais e transformá-los em novos espaços públicos, a ONG Design Trust for Public Spaces iniciou há dois anos o projeto chamado "Under the Elevated: Reivindicação do espaço, conectando comunidades" desenvolvido com o Departamento de Transporte (DOT) e que pretende recuperar espaços sob pontes e passagens de níveis da rodovia Brooklyn Queen Expressway (BQE).

Os resultados foram publicados em um livro em que são mostrados os lugares potenciais e as propostas de como eles poderiam ser melhorados esses espaços.

A seguir mostraremos sobre o projeto e as recomendações.

Assembleia de Londres apoia a proposta de que a cidade seja reconhecida como Parque Nacional

47% da superfície total de Londres é ocupada por parques, segundo o Greater London National Park. Esta organização lançou uma campanha que há um ano luta para que a capital britânica seja a primeira cidade do mundo reconhecida como Parque Nacional.

As razões disso se sustentam em dados, como por exemplo os 3 mil parques, os 3,8 milhões de jardins privados, as 142 reservas naturais e as mais de 13 mil espécies de fauna silvestre dentro dos 1.572 quilômetros quadrados da cidade.

Usando essas cifras, a campanha iniciada pelo professor de geografia, Daniel Raven-Ellison, se tornou publicamente conhecida e atingiu tal nível de popularidade que recebeu apoio de parte da Assembleia de Londres.

Mais detalhes a seguir.

O plano de Londres para melhorar a saúde de seus habitantes através da mobilidade urbana sustentável

O Departamento de Transporte para Londres (TfL) lançou um plano de ação até 2021 que, até o momento, é considerado o único do tipo no mundo. A iniciativa apresenta 10 medidas e parte da premissa de que as ruas, o meio-ambiente e o transporte influenciam no bem-estar dos habitantes, assim, as melhorias realizadas nestes têm a capacidade de melhorar a saúde da população e, portanto, sua qualidade de vida.

Por envolver áreas de impacto na vida urbana, como o transporte e a saúde, o plano foi recentemente selecionado pela Associação Internacional de Transporte Público (UITP) como um dos melhores projetos do ano na categoria Estratégia de Transporte Público.

A seguir, mais informações sobre o plano.

Acesso exclusivo

Série fotográfica registra a beleza de uma cidade chinesa abandonada

Vestígios de ocupação humana, formas esculpidas na paisagem, objetos em desuso e uma atmosfera que parece congelada no tempo - mórbidas ou sublimes, construções e ocupações abandonadas são objeto de fascinação e curiosidade de arquitetos e do público geral. Como mostram as fotografias da cidade abandonada na Ilha de Gouqi, China, feitas pela fotógrafa Jane Qing, há um raro tipo de beleza encontrado naquilo que foi deixado para trás.

Veja mais fotografias, a seguir.

Os 20 bairros mais bonitos da América Latina

O site de viagens mexicano Mi Nube publicou recentemente uma lista com os 20 bairros mais bonitos da América Latina, entre os quais estão o Pelourinho, em Salvador, a Vila Madalena, em São Paulo, as históricas ruas San Telmo, em Buenos Aires e o Centro Histórico da Cidade do Panamá.

Veja a lista completa a seguir.

ARCHIDIRECTOR: Uma cidade inspirada em diretores de cinema

"Diretores são como arquitetos do cinema", disse Federico Babina, arquiteto italiano conhecido por suas ilustrações inspiradas na arquitetura. Em sua mais recente série de desenhos, Babina imagina uma cidade fictícia com 27 casas inspiradas em alguns dos diretores mais aclamados do cinema, incluindo George Lucas, Charles Chaplin, Alfred Hitchcock e Alfred Hitchcock.

"A arquitetura é como uma cena de um filme onde a estória é a vida, o roteiro é ditado pelo uso do edifício e os atores são os habitantes. Um labirinto onde tudo - personagens, diretor, espectadores - se perde e se reencontra na intensidade de suas emoções", acrescentou Babina.

Percorra a cidade imaginada por Babina, a seguir.

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Quatro dicas para projetar cruzamentos mais seguros

Se considerarmos que em 2013 o número de automóveis da cidade de São Paulo superou os 5,4 milhões de veículos, e que o excesso de velocidade e a irresponsabilidade dos condutores e pedestres estão entre as principais causas de mortes no trânsito, se faz cada vez mais necessário que as cidades tenham ruas mais seguras. 

Para ter uma ideia de como avançar nesse sentido, apresentamos a seguir quatro propostas para o projeto de cruzamentos que podem servir de exemplo para aumentar a segurança dos pedestres, ciclistas e motoristas.

Saiba mais, a seguir.

Clássicos da Arquitetura: Caraíba / Joaquim Guedes

Clássicos da Arquitetura: Caraíba / Joaquim Guedes - Plano Diretor, Urbano, CostaClássicos da Arquitetura: Caraíba / Joaquim Guedes - Plano Diretor, Fachada, Porta, ArcadaClássicos da Arquitetura: Caraíba / Joaquim Guedes - Plano Diretor, Fachada, PortaClássicos da Arquitetura: Caraíba / Joaquim Guedes - Plano Diretor, FachadaClássicos da Arquitetura: Caraíba / Joaquim Guedes - Mais Imagens+ 38

Por Rogério Quintanilha

A cidade está organizada a partir de um sistema de seis pequenas praças setoriais localizadas junto a pré-escolas ou parques infantis, e seis praças centrais distribuídas em uma malha ortogonal que define quadras retangulares de duzentos e setenta e seis metros por sessenta metros.

Construir ciclovias gera mais empregos que criar infraestrutura para automóveis

Quando se fala dos benefícios das bicicletas como meio de transporte urbano, é comum mencionar que estas ajudam a descongestionar as ruas, reduzir a contaminação ambiental e acústica e melhorar a saúde dos ciclistas, afirmações que, por si só, apresentam bons motivos para mais pessoas optarem pelo transporte sobre duas rodas.

Porém, quais são seus benefícios econômicos para as cidades? De acordo com uma pesquisa da Universidade de Massachusetts, projetar e construir infraestrutura cicloviária e peatonal gera mais postos de trabalho - diretos e indiretos - que a construção de infraestrutura para automóveis.

Como a pesquisa chegou a estes resultados? Saiba mais a seguir.

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Carros versus Pedestres (em cinco Cidades Europeias) / Rui Pereira, Rute Silva e Nuno Fonseca

A qualidade dos espaços de encontro em lugar público é essencial: permite a interação entre gerações, classes sociais e comunidades. Sem estes espaços de qualidade o cidadão acaba por se isolar, e sem ele os espaços tornam-se mais pobres.

“A nossa solidão aumenta consoante o numero de automóveis que passam à nossa porta” —Appleyard [1]

Os planos de cinco cidades para criar espaços urbanos mais seguros e eficientes

Dos 18,4 milhões de percursos diários realizados na região Metropolitana de Santiago, Chile, mais de um terço corresponde a caminhadas, segundo a última pesquisa origem-destino feita pelo Ministério dos Transportes e Telecomunicações do país.

Apesar da cifra ser alta, isso não garante que as ruas apresentem as qualidades necessárias para que sejam transitáveis, um atributo que a geógrafa e especialista em desenvolvimento urbano do The City Fix, Lara Caccia, define como "a forma segura, conveniente e eficiente que é caminhar em um ambiente urbano."

Para saber como tornar as ruas das cidades latino-americanas mais transitáveis, podemos tomar como inspiração o que está sendo feito em cinco cidades europeias que estão levando adiante a prioridade dos pedestres no ambiente urbano.