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Cidades Inteligentes: O mais recente de arquitetura e notícia

Smart Cities abrindo o caminho para um futuro inteligente

O movimento smart ganhou força e gerou agitação na última década, mas apesar de todo o hype, o que é uma cidade inteligente? Os princípios por trás de sua definição, e objetivos soltos têm sido bastante inconsistentes. Enquanto alguns afirmam que o sistema deve ser baseado na digitalização de todos os aspectos urbanos, outros argumentam que o aumento na coleta de dados pessoais é o único método para melhorar o estilo de vida urbana. Para uma pessoa, o mundo digital pode ser o paraíso na Terra, já para a outra, tecnofóbica, praticamente o dia do juízo final. Além da mera definição dessas cidades, qual o papel dos arquitetos e pesquisadores na criação desse cenário futurista, ainda pouco identificado? Assim como Corbusier definiu a casa como uma máquina para morar, é hora de redefinirmos como nossos edifícios podem abandonar o exterior passivo, e se tornarem verdadeiras máquinas de trabalho, como sempre deveriam ter sido.

Todas as cidades precisam ser inteligentes?

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“Todos os problemas podem ser resolvidos com tecnologia.”

O quão acertada (ou não) parece essa afirmação? Enquanto escrevia este artigo, meu editor eletrônico de texto apontou que as três primeiras palavras dessa frase estavam incorretas, e me sugeriu trocar por “A quão acertada”. Ele se engana, a frase está correta.

O que são cidades inteligentes dentro da realidade brasileira?

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Smart Cities, ou as cidades inteligentes, estão cada vez mais em evidência, mas dificilmente sabemos descrever exatamente o que são.

Seriam cidades que conseguem adotar, de forma descentralizada, o conjunto de novos aplicativos de diversos provedores voltados a serviços urbanos que cada vez mais estão presentes no nosso dia a dia?

Ou então aquelas que contratam uma grande empresa para gerenciar e monitorar todos os serviços urbanos da cidade, como um grande centro de comando?

Como garantir que nossas cidades tenham futuro? 4 iniciativas para aumentar a resiliência

Nossas cidades, vulneráveis por natureza e desenho, geraram o maior desafio que a humanidade precisa enfrentar. Com a expectativa de que a grande maioria da população se estabeleça em aglomerações urbanas, a rápida urbanização levantará a questão da adaptabilidade à futuras transformações sociais, ambientais, tecnológicas e econômicas.

De fato, a principal problemática da década questiona como nossas cidades irão lidar com fatores que mudam rapidamente. Ela também analisa os aspectos mais importantes a serem considerados para garantir o crescimento a longo prazo. Neste artigo, destacamos os principais pontos que ajudam a proteger nossas cidades no futuro criando um tecido habitável, inclusivo e competitivo que se adapta a qualquer transformação futura inesperada.

Carlo Ratti Associati divulga projeto para a orla de Lugano

Projetado pelo escritório CRA-Carlo Ratti Associati e MIC-Mobility in Chain, o plano proposto para a cidade suíça de Lugano estabelece uma rede de espaços públicos que conectam a cidade ao lago. O projeto cria também um jardim flutuante e uma orla reconfigurável.

Carlo Ratti Associati divulga projeto para a orla de Lugano - Image 1 of 4Carlo Ratti Associati divulga projeto para a orla de Lugano - Image 2 of 4Carlo Ratti Associati divulga projeto para a orla de Lugano - Image 3 of 4Carlo Ratti Associati divulga projeto para a orla de Lugano - Image 4 of 4Carlo Ratti Associati divulga projeto para a orla de Lugano - Mais Imagens+ 5

Curso de Projeto Urbano de Infraestrutura Verde

Curso teórico e prático de Projeto Urbano de Infraestrutura Verde. Através de um estudo de caso e desenvolvimento de um projeto em grupo, os alunos aprendem os principais conceitos e ferramentas para utilização da Infraestrutura Verde.

Por que a África é o futuro das megacidades

Em um discurso sobre o futuro das cidades, alguém poderia ser perdoado por limitar seu escopo geográfico às inovações na Europa, nos Estados Unidos e, cada vez mais, na China e no Sudeste Asiático. Afinal, Shenzhen está prestes a sediar mais uma vez a única Bienal do mundo dedicada exclusivamente à urbanização, enquanto a arquitetura inteligente e responsiva se manifesta em visões de cidades como Toronto e Londres e gigantes da tecnologia como Microsoft e Siemens. No entanto, apesar de nossa preocupação com os problemas e as oportunidades da urbanização no 'Norte Global' e as inovações arquitetônicas que ele anuncia, há mérito em expandir nossos horizontes - e não apenas em direção a Marte. Até o final do século, nenhuma das maiores 20 cidades do mundo estará na China, Europa ou nas Américas. Enquanto isso, a África receberá 13 das 20, incluindo as 3 primeiras.

Seminário Internacional Soluções Inovadoras para Cidades em Crise | Circuito Urbano 2019 ONU Habitat

Cidades boas para viver e produzir atraem talentos e investimentos. Participe e saiba como outros municípios do Brasil e do mundo estão inovando na solução dos seus problemas!

Projeto urbano de infraestrutura verde

São Paulo, assim como outras metrópoles do mundo, enfrenta hoje sérios desafios no manejo de seus recursos hídricos, dentre eles a poluição difusa das águas urbanas e as inundações, que são fruto de um processo de urbanização acelerado que, diante de algumas circunstâncias, desconsidera as potencialidades das bases biofísicas de suas paisagens naturais.
Nesse contexto, a Infraestrutura Verde é reconhecida enquanto método de projeto da paisagem capaz de mitigar e tratar dos poluentes das águas a partir da criação de paisagens multifuncionais que, integram Soluções Baseadas na Natureza (SbN) para o manejo ecológico dos escoamentos na fonte e, adaptam as infraestruturas cinzas ao ciclo hidrológico, ao mesmo tempo em que reduz os riscos de inundações e oferece oportunidade para a revitalização dos cursos hídricos urbanos além de outros serviços ecossistêmicos às sociedades.

Primeira mini smart city do mundo será construída em Las Vegas

A incorporadora Bleutech Park Properties planeja construir a primeira mini-cidade com infraestrutura digital do mundo em Las Vegas, EUA. Chamado Bleutech Park, o projeto está com as obras programadas para dezembro deste ano e busca redefinir a ideia de infraestrutura no setor da construção civil.

Londres lança aplicativo gratuito para incentivar o desenvolvimento de projetos habitacionais

A prefeitura de Londres, em parceria com a Bryden Wood e a Cast, está lançado um novo aplicativo que pretende incentivar o desenvolvimento de projetos de habitação social na capital britânica. Considerando a atual demanda pela construção de moradias na capital britânica, o aplicativo - disponível gratuitamente -, foi concebido para dar suporte e acelerar o processo de projeto e construção de unidades residenciais pré-fabricadas de alta qualidade.

Projeto Urbano de Infraestrutura Verde - Curso de Extensão Universitária

Este curso tem como objetivo ensinar noções básicas de Infraestrutura Verde, um método de planejamento e projeto da paisagem, capaz de articular a conservação da natureza ao desenvolvimento urbano a partir da criação de uma rede de paisagens multifuncionais que oferecem espaço para a realização das atividades humanas, sem prejuízo aos processos naturais.

We Company lança iniciativa Future Cities com o Studio Dror

The We Company anunciou planos para lançar a Iniciativa Cidades do Futuro, contratando o chefe do Studio Dror e um ex-executivo da Google para liderar a equipe. Dror Benshetrit e Di-Ann Eisnor trabalharão com engenheiros, arquitetos, cientistas de dados, biólogos e economistas para gerar ideias que abordem os problemas levantados pela globalização, urbanização e mudança climática.

Conhecido por trabalhos pioneiros, como a sua biosfera com vegetação em Montreal, o Studio Dror tem criado visões de projeto sem fronteiras desde a sua criação 17 anos atrás. Trabalhando na interseção de arte, design e arquitetura, Dror liderou uma equipe de designers, artistas, arquitetos, pesquisadores e comunicadores para criar soluções de design holístico para tudo, desde um vaso a um plano diretor de uma cidade, uma lâmpada a uma ilha e uma colaboração com a NASA.

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Calçadas que geram energia através dos passos

Sol e vento vêm à nossa cabeça rapidamente quando pensamos em energias provindas de fontes renováveis. Descentralizar a produção de energia elétrica de grandes usinas é algo que tem movido engenheiros e inventores por todo o mundo. Mas pensar em transformar a energia mecânica do caminhar das pessoas em energia elétrica é algo que sai um pouco do senso comum. A tecnologia foi desenvolvida pelo fundador da Pavegen, Laurence Kemball-Cook, através de uma plataforma que se mescla ao passeio, desenvolvendo um produto que converte os passos em energia elétrica, mas que também pode gerar dados e até recompensas. Mas antes de sair por aí se sentindo o Michael Jackson em Billie Jean, entenda melhor como esse sistema funciona.

Calçadas que geram energia através dos passos - SustentabilidadeCalçadas que geram energia através dos passos - SustentabilidadeCalçadas que geram energia através dos passos - SustentabilidadeCalçadas que geram energia através dos passos - SustentabilidadeCalçadas que geram energia através dos passos - Mais Imagens+ 4

Siemens utilizará a Expo 2020 de Dubai como um modelo de teste para a cidade do futuro

A gigante da tecnologia Siemens acaba de firmar uma parceria com a Expo 2020 de Dubai para a implementação de um sistema de controle inteligente, o qual deverá monitorar mais de 130 estruturas e disponibilizar em tempo real informações relacionadas à eficiência energética, conforto e segurança dos pavilhões da maior feira mundial de arquitetura.

Conforme informação veiculada pela Arabian Business, a Siemens “implementará um sistema de monitoramento digital, disponibilizando e gerenciando as funções essenciais de 137 edifícios em toda a Expo, a qual cobrirá uma área de mais de quatro quilômetros quadrados, através de sua plataforma de análise de dados chamada Siemens Navigator.”

Carros elétricos e cidades do futuro: uma proposta da Jaguar e Barr Gazetas

A fabricante de carros Jaguar se uniu ao arquiteto Tom Barton, do escritório Barr Gazetas, para imaginar as conseqüências de um futuro com automóveis elétricos nas cidades. Tomando quatro estudos de caso no Reino Unido, a equipe especulou sobre questões de infraestrutura existentes e as oportunidades de melhoria possibilitadas pelos veículos elétricos.

Com 180.000 veículos elétricos nas estradas do Reino Unido em 2018 e 1 milhão estimado em 2020, os estudos de caso imaginam um futuro em que as alternativas verdes aos combustíveis fósseis impulsionam o transporte e as construções em cidades de emissão zero. Abaixo, apresentamos os quatro cenários estudados: com uma rodovia, um estacionamento interno, um terreno industrial e uma paisagem urbana mais ampla.

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Cidades fabricadas: o caso da primeira smart city do Brasil

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Smart City Laguna, este é o nome da primeira "cidade inteligente" do Brasil segundo publicaram alguns meios de comunicação, inclusive o ArchDaily Brasil, em 2017. Com inauguração prevista para aquele mesmo ano, o empreendimento contaria em sua primeira fase com 1.800 unidades e, no total, 7.065, divididas entre residenciais, comerciais e de uso tecnológico.

Localizada no distrito de Croatá, que faz parte da cidade de São Gonçalo do Amarante, a primeira smart city brasileira ocupa uma porção de terra de 330 hectares conectada diretamente à rodovia federal BR-22, que cruza os estados do Ceará, Piaí e Maranhão partindo de Fortaleza em direção à Marabá, no Pará. A escolha do local tem razões econômicas: a proximidade com o Porto do Pecém, em Fortaleza, a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) e a Ferrovia Transnordestina fazem de Croatá um ponto estratégico no nordeste que vem sendo ocupado nos últimos anos por empresas de tecnologia, conformando um chamado "Cinturão Digital" a pouco mais de 50 quilômetros da capital cearense.

Cortina desenvolvida pelo ecoLogicStudio utiliza CO2 para produzir bioplástico

O escritório de arquitetura e urbanismo com sede em Londres, ecoLogicStudio, acaba de inaugurar uma instalação em forma de “cortina urbana”, uma estrutura para filtrar o ar e atenuar os impactos do efeito estufa. Chamada de “Photo.Synth.Etica”, a estrutura foi desenvolvida em colaboração com a Climate-KIC, uma das principais iniciativas lançadas pela União Europeia para melhorar a qualidade do ar nas grandes cidades e minimizar os efeitos do aquecimento global.

A primeira versão da Photo.Synth.Etica, atualmente em operação no Castelo de Dublin, na Irlanda, é capaz de fixar e armazenar até um quilo de CO2 por dia, algo equivalente à capacidade de fixação de CO2 de pelo menos vinte árvores de grande porte.

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