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O que é a arquitetura metamoderna? Entre a ironia pós-moderna e uma nova sinceridade

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Em um volume esguio de capa com bordas amarelas, publicado recentemente pela editora portuense Circo de Ideias, o arquiteto Paulo Martins Barata (sócio fundador do Promontório) faz uma afirmação cuja audácia se esconde sob uma aparente simplicidade: a de que a arquitetura produzida na Europa desde a Grande Recessão não pertence a nenhum dos dois campos que estruturaram o debate disciplinar mais acirrado do século XX.

The Language of Metamodern Architecture toma emprestado seu título, com evidente ironia, de The Language of Post-Modern Architecture (1977), de Charles Jencks — o livro que declarou celebremente a morte da arquitetura moderna às 15h32 de 15 de julho de 1972, com a demolição de Pruitt-Igoe. Sua aposta é de que outra morte, nunca oficialmente certificada, ocorreu por volta de 2008, e de que a arquitetura tem vivido, em grande parte sem perceber, naquilo que cresceu ao redor do túmulo.

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Centro de Esportes de Paris, pelas lentes de Alexandra Timpau

Como um espaço de revelação e unificação, o Centro Cultural e Esportivo Wangari Maathai, localizado na área Saint-Blaise de Paris, foi projetado para se libertar de restrições. Projetado pelos arquitetos do Bruther, o centro foi criado para que os habitantes pudessem se apropriar do espaço. A fotógrafa Alexandra Timpau registrou o centro cultural e esportivo por meio de uma série de novas fotografias. Através das imagens, Alexandra trabalhou para mostrar como o edifício se adaptava às necessidades das pessoas que viviam no interior, por meio da decoração, de novos recintos temporários e da fachada.

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