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Arquitetos: Studio Varanda
- Área: 136 m²
- Ano: 2021
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Fabricantes: Carminati tapetes, Felipe Zorzeto Design, Ladrilharia, Lumini, Marcenaria Baraúna, +1




O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), juntamente com representantes das instituições envolvidas e afetadas pelos atos de 8 de janeiro, deu início na semana passada ao trabalho de coordenação das ações para restauração do Patrimônio Cultural Brasileiro, em Brasília (DF).
Durante o encontro, representantes dos departamentos técnicos de infraestrutura, restauração e arquitetura apresentaram os prejuízos, as ações em andamento, as necessidades, especialmente de recursos e restauradores, além de proposições para ações conjuntas. Nesse contexto, foram discutidas possíveis fontes de recursos para a execução das ações emergenciais e de projetos de restauração a médio e longo prazos, como doações de instituições privadas e recursos via Unesco.
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Em homenagem a Oscar Niemeyer, o fotógrafo Paul Clemence compartilhou imagens do icônico Palácio do Itamaraty. Abrigando a Sede do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, a estrutura também é conhecida como Palácio dos Arcos.

Localizado no topo do plano piloto de Lúcio Costa, e como o único edifício sobre o canteiro central da asa leste do Eixo Monumental, o palácio do Congresso Nacional conta com uma localização privilegiada entre os edifícios públicos de Oscar Niemeyer em Brasília. O mais sóbrio dos palácios da Praça dos Três Poderes, o Congresso Nacional reflete a forte influência de Le Corbusier, ao mesmo tempo que insinua as formas mais românticas e caprichosas que caracterizam o modernismo brasileiro de Niemeyer.

A partir do século XIX, com sua Revolução Industrial e emergência dos novos tempos da máquina, a crescente população e as demandas pelo espaço urbano cada vez mais pungentes, na Europa, emergem as primeiras reflexões sobre a cidade e, mais do que isso, inicia-se o processo de estruturação disciplinar do urbanismo como teoria e prática inerentes ao novo momento histórico que se consolidava, e que teria seu produto, em relação às cidades, como apanágio do século XX. Dentro dessa lógica disciplinar que se configurava a partir de uma demanda social, ou muitas vezes, uma demanda política vinculada a pretensões militaristas de ordem e controle urbano, o século XX foi palco de todo o desenrolar dessa sociedade industrial, que tinha a cidade como seu horizonte.






