
Em 1972, Robert Venturi, Denise Scott Brown e Steven Izenour publicaram Learning from Las Vegas, desafiando arquitetos e arquitetas a reconsiderarem a paisagem comercial subestimada e amplamente negligenciada nos Estados Unidos. A célebre distinção proposta por eles entre o "pato" (um edifício cuja forma comunica seu significado) e o "galpão decorado" (uma estrutura comum cuja identidade é transmitida por meio de signos e símbolos) questionou o pressuposto modernista amplamente aceito de que a expressão arquitetônica deveria emergir da forma e da função. Ao examinar outdoors, luzes de neon, cassinos e as avenidas comerciais de Las Vegas, os autores e a autora argumentaram que a arquitetura deveria estudar as linguagens visuais da cultura de consumo americana.








