A exposição, comandada em cenografia por Appareil, em Barcelona, pretende demonstrar a tradução da energia dinâmica natural em manifestações gráficas através de 8 maquinarias desenhadas especificamente para este fim, com mecanismos que permite que uma caneta se mova sob uma força ambiental.
Barcelona tem sido cenário de numerosos filmes, tanto espanhóis quanto de capital estrangeiro. A indústria do cinema espanhol sempre esteve presente nesta cidade, que é muito fotogênica. Sua luz, suas arquiteturas perfeitamente reconhecíveis, seu urbanismo.
Tudo isso foi retratado por centenas de diretores de cinema que têm se apaixonado pela cidade. Neste artigo copilamos 10 filmes imprescindíveis que mostram Barcelona desde diversos pontos de vista.
A obra do Temple Expiatori de la Sagrada Família começou em 1882, mais de um século atrás e permanece em construção, com conclusão prevista para 2026. É, talvez, a estrutura mais conhecida do modernismo catalão, atraindo mais de três milhões de visitantes anualmente. O arquiteto Antoni Gaudí trabalhou no projeto até sua morte em 1926, mesmo sabendo que não viveria para vê-lo finalizado.
EMBT iniciou a construção em Kálida Sant Pau, um novo centro de tratamento de câncer localizado em Barcelona, Espanha. Dirigido pela co-fundadora da EMBT, Benedetta Tagliabue, o projeto pioneiro proporcionará apoio prático, emocional e social aos pacientes, complementando o tratamento médico convencional. O mais recente projeto na rede global de Centros Maggie, o centro oferecerá programas gratuitos que são "acessíveis e fornecidos em um espaço acolhedor construído para fins específicos, onde você pode fazer perguntas e procurar conselhos para se sentir apoiado, informado e compreendido".
A Prefeitura de Barcelona destinará entre 45 e 50 milhões de euros para a criação de 44 hectares de infraestrutura verde até 2019, segundo anunciou a Secretária de Ecologia, Urbanismo e Mobilidade, Janet Sanz, em conferência de imprensa.
O anúncio foi realizado durante a apresentação do Programa de Impulso à Infraestrutura Verde Urbana, um projeto apoiado em três eixos que visa aumentar em 165 hectares a quantidade de áreas verdes naturais até o ano de 2030, aumentando 1 metro quadrado de área verde por pessoa.
Barcelona é uma cidade cheia de ícones arquitetônicos, esplendor de uma era como quase todas as cidades europeias, o apogeu do modernismo catalão. Mas, onde está o limite entre arquitetura e esses ícones arquitetônicos? E entre arquitetura e turismo? Arquitetura e arte? Isso, se é que existe algum limite.
O espaço entre arquitetura e os meios reduziu-se a um ponto que é difícil distinguir um do outro. O poder de uma imagem tem distorcido a maneira como projetamos e fazemos arquitetura: exemplo disso é o crescimento destes chamados ícones arquitetônicos em todo o mundo.
A primeira residência projetada por Antoni Gaudí, a Casa Vicens, deverá abrir ao público no segundo semestre deste ano, após um longo processo de restauração. Localizada no bairro Gràcia, em Barcelona, a casa foi originalmente construída para o corretor Manuel Vicens, ajudando a definir o estilo de característico de Gaudí e a inaugurar a era da arquitetura Art Nouveau na Catalunha.
Para ajudar a projetar a escultura, Watson aprendeu sobre a história e estilo de Gaudí e a arquitetura de Barcelona através de milhares de imagens, obras literárias, artigos e até música. A partir destas referências. Watson ajudou a revelar teorias críticas das padronagens de Gaudí - como caranguejos, aranhas e paletas de cores - que a equipe de projeto inicialmente não associava com o arquiteto catalão. A escultura resultante possui 4 metros de altura e uma superfície feita de 1200 elementos únicos de alumínio, e lembra de forma inequívoca o trabalho de Gaudí, tanto na aparência como na sensação, mas ainda sim completamente distinta.
A escultura estava exposta de 27 de fevereiro a 2 de março no Mobile World Congress em Barcelona, onde interagiu com os visitantes ao mudar sua forma em tempo real, respondendo aos sentimentos da rede social twitter. Para aprender mais sobre a escultura, o Archdaily teve a oportunidade de conversar com o diretor do Watson, Jonas Nwuke, da IBM.
Continuamos com nossa série de posts em que expomos uma sessão de fotos de Fernando Guerra de uma obra icônica. Hoje é a vez do Centro Metereológico de Barcelona, obra pouco comentada do arquiteto português Álvaro Siza Vieira.
Liberar os centros urbanos dos automóveis é uma das medidas que várias cidades do mundo estão adotando, com o intuito de promover a mobilidade sustentável e, assim, melhorar a qualidade de vida dos habitantes.
Nesse sentido, destacam-se as ações de diversas cidades, como Atenas, que restringem a circulação de veículos a diesel quando os níveis de poluição estão elevados, Hamburgo, que planeja conectar todas as suas áreas verdes para facilitar os deslocamentos a pé e de bicicleta, ou Madri, que proibirá a circulação de automóveis na Gran Via em 2019, entre outras cidades.
Barcelona é uma cidade incrível. A oferta cultural é extremamente abrangente, a quantidade de lugares para visitar é virtualmente infinita. E se há algo em que Barcelona se destaca, é sua arquitetura. Acontece que, como em tantas outras cidades, a melhor forma de conhecer esta arquitetura é passeando. O que acontece quando juntamos esses passeios com um percurso voltado para a arquitetura? Teríamos a Barcelona Architecture Walks.
Esta é uma série de passeios a pé organizados por arquitetos que convidam o público a descobrir a cidade através dos edifícios e as lições de seus grandes mestres arquitetos. Através de seis passeios com diferentes temáticas, os turistas podem conhecer algumas arquiteturas que muitas vezes passam despercebidas perto de obras mais icônicas.
O percurso interativo incorpora informações, detalhes e plantas do edifício que enriquecem a experiência do usuário. Assim, é possível compreender a origem da famosa cadeira Barcelona, projetada para se adequar "às características de leveza, simplicidade e clareza" buscadas por Mies.
A prefeitura de Barcelona lançou uma convocatória de propostas para a transformação de La Rambla, o histórico passeio que conecta a Plaza de Cataluña com o antigo porto. 'Temos uma Rambla que é patrimônio da cidadania, e todos sentimos que a estamos perdendo', afirmou Gala Pin, conselheira para a Ciutat Vella, em conversa com o El Digital.
O meio local resgata que os concorrentes devem levar em conta "aspectos como a tradição histórica [e programática] da Rambla, o forte afluxo turístico, as relações com os bairros vizinhos, a conexão com as praças de Cataluña e de Colom, a atividade socioeconômica do bairro, as dinâmicas diurnas e noturnas, a mobilidade do transporte público e o patrimônio existente".