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Arquitetura: O mais recente de arquitetura e notícia

Oppenheim Architecture vence concurso para restaurar o Museu Besa na Albânia

O escritório suíço Oppenheim Architecture venceu um concurso de duas etapas para o projeto e restauração do Museu Besa em Tirana, Albânia. A instituição é dedicada a exibir o código de honra albanês representado pelo nome "Besa", um conceito que, resumidamente, significa receber qualquer hóspede como se fosse seu. O museu é uma extensão do Museu Judaico em Vlora, aprofundando-se no princípio de Besa e seu papel na ajuda prestada aos judeus na Albânia durante o Holocausto.

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Shigeru Ban projeta hospital de madeira laminada cruzada na Ucrânia

O arquiteto japonês Shigeru Ban anunciou a intenção de colaborar com a prefeitura de Lviv para projetar uma expansão para o hospital municipal. Maior hospital da Ucrânia, esta unidade viu um aumento no número de pacientes desde o início da guerra, levando à necessidade de aumentar sua capacidade. A proposta de Shigeru Ban utiliza madeira laminada cruzada e juntas inspiradas em técnicas tradicionais de construção em madeira para criar um ambiente seguro e acolhedor para cura e recuperação.

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ABD CONAD 2023

Criado pela ABD desde 1996, o CONAD é o maior congresso de design de interiores do segmento e faz a diferença em todo Brasil, trazendo os mais influentes profissionais do mercado para proporcionar em uma imersão de dois dias, uma experiência de expansão profissional, conhecimento e networking.

Guia de arquitetura do século XX em Paris: das vilas modernas de Le Corbusier aos edifícios brutalistas

O século XX viu um período de experimentação e inovação em um ritmo sem precedentes, um rumo que também marcou as expressões e arquitetura da época. Paris, como um dos principais centros europeus de expressão artística e cultural, também foi o epicentro para a formação de novos estilos arquitetônicos, desde a revolução da arquitetura moderna de Le Corbusier até as expressões do estilo High-Tech, como visto no design do Centre Pompidou de Renzo Piano e Richard Rogers. A transformação social encontrou sua expressão através de instituições públicas ou conjuntos residenciais brutalistas, como os projetados por Renée Gailhoustet e Jean Renaudie em Irvy-Sur-Seine, enquanto movimentos políticos atraíam arquitetos de todo o mundo, incluindo Oscar Niemeyer, que projetou seu primeiro edifício europeu na capital francesa.

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"Arquitetura como suporte para a vida que queremos viver": Bjarke Ingels explica a sustentabilidade hedonista

Durante a palestra de abertura do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023, Bjarke Ingels, líder e fundador do BIG, compartilhou insights sobre desafios globais urgentes, juntamente com a abordagem distinta do escritório para enfrentá-los. Após a conferência, o ArchDaily teve a chance de conversar com Bjarke Ingels para expandir ainda mais esses tópicos. A discussão levantou diversos assuntos, incluindo a abordagem projetual do BIG, com base no princípio de "Sustentabilidade Hedonista", o significado e as oportunidades por trás dessa mudança de mentalidade, a aplicabilidade de inovações tecnológicas em diferentes campos e até mesmo em outros planetas, e a urgência de desenvolver uma Nova Bauhaus Europeia como resposta às emergentes necessidades ambientais.

"Arquitetura como suporte para a vida que queremos viver": Bjarke Ingels explica a sustentabilidade hedonista - Image 1 of 4"Arquitetura como suporte para a vida que queremos viver": Bjarke Ingels explica a sustentabilidade hedonista - Image 2 of 4"Arquitetura como suporte para a vida que queremos viver": Bjarke Ingels explica a sustentabilidade hedonista - Image 3 of 4"Arquitetura como suporte para a vida que queremos viver": Bjarke Ingels explica a sustentabilidade hedonista - Image 4 of 4Arquitetura como suporte para a vida que queremos viver: Bjarke Ingels explica a sustentabilidade hedonista - Mais Imagens+ 5

Incorporando perspectivas de gênero por meio do processo participativo de projeto: três exemplos ao redor do mundo

O tempo em que o Modulor – homem perfeito de Le Corbusier – era o único que "poderia" ocupar nossas cidades e arquiteturas ficou no passado. Há algumas décadas, constatou-se que os ambientes estavam sendo criados como uma representação ideológica que não refletia a demanda real e toda a sua diversidade de classes sociais, gênero, cores, faixas etárias, orientação sexual, entre outros. Planejamentos e projetos disfarçados de uma concepção “neutra”, mas que na verdade reproduzem o olhar de um homem branco de classe média. Nesse sentido, chegou o momento em que a cidade deveria deixar de ser organizada a partir dessa experiência errônea de uma apropriação universal e materializar em seus espaços as necessidades particulares de cada cidadão.

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Construir sem água: um debate sobre a pegada hídrica (e a água da chuva como novo material)

É possível construir edifícios usando menos água? O ArchDaily abriu o debate sobre o tema dos recursos hídricos na arquitetura durante todo o mês de junho, convidando os nossos leitores a participarem da discussão.

Os dados do uso global da água não são encorajadores e o mercado da construção tem uma grande participação no seu consumo. Está na hora de pensar em formas de reduzir esse impacto. A necessidade de projetar edifícios a partir dessa perspectiva nos proporciona uma oportunidade única para explorar alternativas inovadoras e sustentáveis que minimizem ou até mesmo eliminem completamente o uso de água na construção.

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Como funcionam as superfícies táteis para cegos?

Teoricamente, a arquitetura é uma disciplina multisensorial que envolve texturas, cores, sombras, sons e aromas. No entanto, na prática, a linguagem visual é frequentemente priorizada para explorá-la, limitando-se principalmente à visão para identificar elementos arquitetônicos e navegar autonomamente em ambientes construídos e contextos urbanos. Portanto, é crucial integrar superfícies de pavimentação tátil na arquitetura.

Cegueira e deficiência visual transcendem ser uma condição ou deficiência; elas representam uma forma alternativa de perceber o ambiente ao nosso redor. Nesse sentido, o toque se torna uma linguagem e um guia fundamental para interagir com a arquitetura. De acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (Artigo 9), todas as pessoas têm o direito inerente de acessar o ambiente físico em igualdade de condições com as outras.

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Como a arquitetura cinética pode melhorar o espaço público?

Os avanços tecnológicos abriram caminho para uma abordagem revolucionária da arquitetura, que envolve responsividade e movimento. Este conceito chamado de "arquitetura cinética" permite que os edifícios se adaptem dinamicamente ao seu ambiente em constante mudança. Hoje em dia, os princípios cinéticos são aplicados para melhorar a sustentabilidade ambiental dos prédios, especialmente por meio das fachadas. No entanto, a arquitetura cinética também tem o potencial de impactar o ambiente construído em outros aspectos. Nos espaços públicos, a arquitetura cinética tem um grande potencial, apresentando oportunidades para torná-los mais acessíveis, inclusivos e amigáveis ao usuário. A introdução de elementos cinéticos nos espaços públicos desafia as suposições tradicionais sobre a arquitetura como um arranjo passivo, inaugurando uma nova era de ambientes urbanos interativos e envolventes.

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Projetando sem cliente: 6 casas desenhadas por arquitetos famosos para eles mesmos

Analisar casas que arquitetos projetaram para si mesmos pode abrir perspectivas sobre seu processo de design, prioridades e filosofia. Embora muitas vezes reduzidas em escala, essas residências pessoais oferecem um olhar sobre o processo dos arquitetos e a maneira como eles traduzem suas ideias em espaços habitáveis sem restrições impostas pelo cliente no resultado final. As estruturas também refletem os valores pessoais, estilos de vida e preferências estéticas de seus criadores.

Frequentemente, esses projetos são experimentos e campos de testes para seus próprios princípios de design, ampliando os limites da expressão arquitetônica. Desde Ray e Charles Eames, que acabaram passando suas vidas em uma casa experimental criada para a pré-fabricação, até Frank Gehry, que usou sua casa holandesa colonial em Santa Monica para testar as ideias de desconstrutivismo que mais tarde viriam a definir sua carreira, esses projetos representam uma face diferente do processo de projeto de arquitetos renomados mundialmente.

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Websérie apresenta uma viagem pela história da arquitetura de Curitiba

A websérie Atemporal ‑ A arquitetura permanece apresenta uma compilação de 9 episódios que retratam os diversos movimentos arquitetônicos que marcaram a história de Curitiba. Iniciado em 2020, o projeto abrange desde os primeiros impactos da arquitetura na cidade, durante a era colonial e a influência dos imigrantes, até a arquitetura eclética, passando pelo art decó e os primeiros vislumbres do modernismo, culminando em uma verticalização mais densa e um plano urbano internacionalmente reconhecido.

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Bibliografia LGBTQIA+: outros horizontes para a arquitetura em 20 livros

Conforme exploramos práticas sociais que desafiam o modelo hegemônico na arquitetura, passamos a reconhecer a importância de abordar questões relacionadas à identidade, gênero, raça e orientação sexual no âmbito da prática espacial. Ao considerar essas dimensões, nosso objetivo é destacar como o ambiente construído pode promover novas maneiras de visualizar a sociedade e moldar o relacionamento que tecemos com o mundo ao nosso redor. Em busca de vozes que apresentem novas perspectivas, selecionamos uma bibliografia que demonstra as pesquisas e experiências de indivíduos que desafiam as normas ditadas por uma abordagem universalizante. Uma bibliografia de 20 livros internacionais que oferece diversas narrativas que nos convidam a perceber, imaginar e vivenciar o espaço por meio de uma lente LGBTQIA+.

O urbanismo tático enquanto processo para projetos urbanos de maior escala

O urbanismo tático é um tipo de intervenção no espaço urbano que vem ganhando destaque e levantando discussões em diversos locais nos últimos tempos. Ele parte da ideia de que ações civis de baixo custo e de pequena escala podem ter um impacto significativo no ambiente urbano, melhorando suas dinâmicas e o cotidiano das pessoas. No entanto, de uma intervenção pontual, temporária ou de escala reduzida, a partir de sua aceitação e reconhecimento, muitas dessas iniciativas extrapolaram suas pretensões iniciais e se transformaram em disparadoras de processos urbanos mais amplos, desencadeando novas atuações que envolvem outros atores, esferas e até o próprio poder público.

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Norman Foster Foundation e Holcim desenvolvem abrigos modulares para bem-estar de refugiados

Muita gente precisa de abrigo. Guerras, eventos climáticos extremos, fome… Infelizmente estes eventos são frequentes e geram migrações em grande escala. Receber pessoas que estão em uma situação extremamente vulnerável é um desafio. Garantir conforto, bem-estar e acolhimento é uma questão humanitária. Hoje são cerca de 103 milhões de pessoas deslocadas no mundo, e as mudanças climáticas podem aumentar muito este número.

Henning Larsen vence concurso para projetar edifício de madeira maciça nas Ilhas Faroé

A firma Henning Larsen Architects venceu um concurso para projetar o novo edifício do campus universitário de Torshvan, nas Ilhas Faroe. O campus de oito mil metros quadrados é inspirado principalmente nos assentamentos vernaculares locais, aproveitando as antigas técnicas construtivas desenvolvidas para condições climáticas extremas.

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Ghisellini Architects projeta praça pública cercada por floresta em Livraga, Itália

O escritório Ghisellini Arquitetos, em colaboração com Lucrezia Alemanno e Paolo Beniamino De Vizzi, divulgaram o projeto de reurbanização da nova Piazza Francesca Cabrini em Livraga, Itália. Localizada a cerca de 45 quilômetros a sudeste de Milão, a prefeitura de Livraga se propôs a transformar o espaço público atualmente degradado e transformá-lo em um local de encontro atraente, com características ambientais e paisagísticas específicas do lugar. A construção está prevista para começar em agosto de 2023 deve ser concluída em 2024.

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Cinco países que estão no caminho para chegar a emissões líquidas zero

Até hoje, mais de 90 países estabeleceram metas para emissões líquidas zero, comprometendo-se a contribuir para evitar os piores impactos das mudanças climáticas. Mas permanecem dúvidas quanto à credibilidade de muitos desses compromissos e se essas metas serão de fato cumpridas.

Juntos, os países que estabeleceram metas de zerar emissões líquidas – um grupo de inclui China, Estados Unidos e Índia – são responsáveis por quase 80% das emissões globais de gases do efeito estufa. Além deles, milhares de outras regiões, cidades e empresas também estabeleceram suas metas. Nunca antes tivemos tanta ambição e um momento tão propício para reduções tão profundas nas emissões.

Haus Balma de Kengo Kuma, pelas lentes de Paul Clemence

Em sua mais recente série de fotografias, Paul Clemence registra a Haus Balma, um edifício residencial e comercial projetado por Kengo Kuma Architects. Situado em Vals, aos pés das Montanhas Graubünden, o edifício foi projetado para a Truffer AG, uma empresa familiar fundada em 1983, especializada em peças de quartzito Valser processado. Normalmente utilizadas como revestimento, muitos arquitetos têm usado essas pedras em outras aplicações, incluindo Peter Zumthor nas Termas de Vals, Norman Foster e Philippe Stark.

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