Há uma série de velhos conselhos que as pessoas costumam dar para aqueles que um dia revelaram o desejo de estudar arquitetura: um curso extenso e exaustivo, noites em claro e um restrito mercado de trabalho extremamente concorrido. Depois da graduação, quando finalmente começa-se a trabalhar, as coisas não costumam ser menos difíceis, muito pelo contrário. Geralmente, arquitetos e arquitetas passam meses ou até mesmo anos desenvolvendo estudos e mais estudos antes de ter qualquer projeto construído. Se existem alguém no mundo que conhece bem o significado da palavra resiliência, existe uma grande chance de que esta pessoa seja um(a) arquiteto(a).
É por isso que muitos dos nossos colegas estão encontrando outros caminhos na profissão. Horários flexíveis, trabalhos mais interessantes ou apenas a possibilidade de sair da frente da tela de um computador. Oportunidades não faltam para aqueles que desenvolveram habilidades tão variadas e abrangentes durante os anos de estudo. Arquitetos costumam desenvolver uma ampla sensibilidade espacial e são capazes de compreender rapidamente o contexto sócio-cultural dos lugares. Neste ensaio, três dos nossos editores do ArchDaily falam sobre o que significa ser um arquiteto, por que deixaram de projetar edifícios e o que eles fazem em seus trabalhos atualmente.
O escritório ODA Nova York divulgou imagens de sua proposta para o Dragon Gate em Chinatown, um pavilhão que busca se tornar símbolo do famoso bairro novaiorquino. Utilizando materiais modernos e formas que simbolizam as tradições chinesas, o projeto busca captar a dualidade do bairro: uma comunidade tradicional resistente às mudanças da sociedade em contraposição ao seu fenômeno exclusivamente contemporâneo, de dialogar com a diversidade inclusiva de Nova Iorque.
Localizado no ponto de cruzamento das Ruas Canal, Baxter e Walker, o projeto pretende ativar o espaço dos pedestres, atualmente subutilizado. O Dragon Gate apresenta uma forma triangular composta por uma estrutura em grelha tridimensional feita de perfis tubulares de bronze inspirados nos tradicionais andaimes de bambu da China. Na medida em que a estrutura se adensa, algumas peças são pintadas de vermelho para compor a imagem de um dragão em voo.
https://www.archdaily.com.br/pt/892069/oda-projeta-pavilhao-inspirado-em-dragao-para-chinatown-em-nova-iorqueNiall Patrick Walsh
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XIII Semana ARQ URB: A Arquitetura como gentileza urbana
Em sua 13ª Edição, a Semana ARQ URB das Faculdades Santo Agostinho se consolida como o maior evento de Arquitetura e Urbanismo do Norte de Minas. Com oficinas, minicursos, debates, maratonas de projeto e palestras, o evento busca discutir de forma transversal temáticas da arquitetura voltada à gentileza urbana.
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Ophicina de Visualização e Diagramação em Arquitetura
A Ophicina de Arquitetura nasceu com o objetivo de espalhar conhecimentos arquitetônicos mundo afora. Formada por uma equipe de arquitetas, é uma plataforma de ideias, criações e oficinas de imersão em softwares de representação arquitetônica.
Escola da Cidade abre inscrições para cursos livres no 1o Semestre 2018
A Associação Escola da Cidade, disposta a cumprir sua missão e determinada a atuar num espaço de responsabilidade social, tem o seu Programa de Extensão assumindo valores equivalentes ao ensino e a pesquisa, para efeito da implementação e da gestão das políticas de extensão.
Com o objetivo de discutir os rumos da arquitetura brasileira, baseado em discussões e críticas atuais divulgadas na mídia especializada, o IAB promoverá uma rodada de debates tendo como pano de fundo a prática dos concursos de arquitetura. A dificuldade de lidar com tal questão levou o IAB a abrigar uma reflexão mais abrangente sobre estes temas e convocar os arquitetos para discutir tanto as condições dos concursos no contexto atual da profissão, quanto o papel destes em uma dimensão urbana e social mais abrangente, considerando a cidade e a arquitetura como direitos sociais de toda a população.
A Câmara dos Deputados discutiu ontem, 26 de março, o projeto de lei que torna crime contra a saúde pública o exercício ilegal da arquitetura, urbanismo, agronomia e engenharia. Atualmente, as pessoas que exercem ilegalmente a profissão de arquiteto e urbanista são punidas nos moldes do artigo 47 da Lei de Contravenções Penais, que prevê pena de prisão simples de 15 dias a 3 meses ou multa.
O PL 6699/2002, que esteve em pauta para discussão e votação, prevê pena de detenção de 6 meses a 2 anos para quem exercer Arquitetura e Urbanismo sem registro profissional. Caso o exercício se dê com fins lucrativos, o condenado pagará ainda multa de 2 a 20 salários mínimos. No Código Penal já estão criminalizadas as condutas de exercício ilegal da profissão de médico, dentista e farmacêutico.
O debate sobre o papel dos arquitetos e engenheiros e uma suposta justaposição de atuações profissionais entre ambos é o que move uma série de manifestações recentes em Portugal, inflamadas pela aprovação do Parlamento de um projeto de lei que permite que engenheiros possam assinar projetos de arquitetura.
Em uma situação como essa, não é de julgar o desgosto dos arquitetos e uma espécie de ressentimento para com os colegas engenheiros, entretanto, em artigo publicado pelo jornal Público.pt, Gonçalo Cano Moniz oferece uma perspectiva outra que busca, na esperança de reverter a infeliz decisão, reaproximar engenharia e arquitetura como áreas complementares que são, e desloca, a partir de argumentos históricos, o foco para a real consequência do ato legislativo: o enfraquecimento das duas profissões - a arquitetura por ter sido minada e a engenharia por lhe ter sido conferida "desígnios para os quais não está manifestamente preparada".
O Arquitetura Soteropolitana é um curso livre de vivências de arquitetura contemporânea ao lado do autor do projeto. O arquiteto Sergio Ekerman fará um depoimento sobre o Edifício Macapá, seguido de um passeio pela obra.
Evento enquadrado pelo 1.º Festival Feminista de Lisboa
A concretização e a vida das cidades são reflexos das estruturas de poder e decisão das sociedades que a sustentam. Assim, numa sociedade patriarcal será que se pode esperar que as mulheres tenham efetivo espaço, voz e ação nas decisões que configuram os seus quotidianos?
Na Arquitectura portuguesa, a procura pelo entendimento sobre a lenta integração das mulheres no exercício da profissão é uma discussão recente. Contudo, os debates sobre Mulheres em Arquitectura ou sobre as relações entre Feminismo e Arquitectura começaram pelo menos nos anos 70 e não se esgotam nos direitos das mulheres. Têm-se materializado em encontros, bibliografia, percursos individuais e colectivos que contribuem para a transformação teórica e prática da Arquitectura.
CineCubo é o cineclube promovido pelo Instituto dos Arquitetos do Brasil com o intuito de estimular o diálogo entre linguagens audiovisuais e arquitetônicas e debater olhares sobre a cidade. Toda terceira 3ª feira do mês às 19h30 o CineCubo exibe filmes seguidos de debate na sede do IAB-SP. Com curadoria e mediação de Nana Maiolini + Travessia Filmes + convidados, as sessões são gratuitas e abertas ao público em Geral.
O Congresso de Iniciação Científica em Arquitetura e Urbanismo (CICAU) tem como proposta ser uma instância de reflexão e intercâmbio destinada a estudantes, docentes e formados em Arquitetura e Urbanismo e carreiras afins, onde se busca focalizar, interpretar, analisar e debater os problemas atuais e nossas cidades a partir da iniciação científica e a pesquisa acadêmica - prática essa que carece atenção na formação de um estudante de arquitetura e urbanismo. Por isso, acreditamos que se deve reforçar a importância da pesquisa e do estudante como protagonista para uma melhor formação como arquiteto e urbanista.
Unindo a inteligência material da mão de obra vernacular com a precisão e flexibilidade proporcionadas pelas novas tecnologias de fabricação e design digital, o Laboratório de Fabricação de Robótica da Escola de Arquitetura da HKU desenvolveu o "Pavilhão de Informação Cerâmica" (CeramicINformation Pavilion), com o objetivo de encontrar níveis adequados de automação para serem utilizados em favor das economias emergentes e em transição.
Parte de uma série em evolução, cada um dos seus 1000 componentes é único e se relaciona especificamente com as unidades vizinhas. Os elementos são construídos através da impressão em 3D e são feitos de tijolos de terracota, material comumente usado na construção chinesa moderna.