A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, aprovou um plano abrangente para transformar a Champs-Élysées, a avenida mais famosa da cidade. A reforma de €250 milhões será realizada após a capital francesa hospedar os Jogos Olímpicos de 2024, e visa transformar um trecho aproximadamente dois quilômetros no centro de Paris em um extenso jardim. A proposta inclui reduzir o espaço para veículos, transformar vias em áreas verdes para pedestres e criar corredores verdes para melhorar a qualidade do ar.
A UN-Habitat ou agência das Nações Unidas para o desenvolvimento urbano sustentável, cujo foco principal é lidar com os desafios impostos pelo rápido e voraz processo de expansão urbana em países em desenvolvimento, vem desenvolvendo abordagens inovadoras no campo da arquitetura e do urbanismo, centradas nos usuários e nos processos participativos. Pensando nisso, o ArchDaily se associou a UN-Habitat para trazer notícias semanais, artigos e entrevistas que destacam neste setor, disponibilizando conteúdos em primeira mão e direto da fonte.
Conforme estimativa publicada pelas Nações Unidas, as 440 cidades que mais crescem em países de economias emergentes serão responsáveis sozinhas por quase metade de todo o crescimento econômico mundial até 2025. Isso significa que, se bem executado e gerido, o processo de urbanização destas cidades “poderá ser transformador, criando novas oportunidades de empregos, reduzindo a pobreza e melhorando a distribuição de renda e infra-estrutura além de promover a qualidade de vida de seus habitantes”. Neste contexto, o Programa das Nações Unidas para o Futuro das Cidades, ou Global Future Cities Programme (GFCP), é uma ferramenta concebida para ajudar estes países a encontrar o caminho certo. Com base em princípios de planejamento urbano sustentável, mobilidade e resiliência urbana, o programa foi pensado para operar como uma forma de “assistência técnica que procura incentivar o desenvolvimento urbano sustentável assim como promover a saúde econômica e a prosperidade das cidades em desenvolvimento e expansão urbana, ao mesmo tempo que procura atenuar os altos níveis de pobreza—característica muito comum nestes contextos”.
‘Fronteiras_Japão: Sociedade e seus espaços - ‘間 ma, arte e espaços japoneses’ / Acervo do autor.
‘Fronteiras_Japão: Sociedade e seus espaços' visa navegar pelo espaço Nipônico, de maneira introdutória, traçando perspectivas e horizontes novos, enquanto discute sociedade e cultura, arquitetura e cidade, bem como a visão de mundo tão particulares a essa nação.
O policarbonato tornou-se uma alternativa atraente ao vidro para fachadas, pois apresenta distintos níveis de translucidez e pode fornecer transmissão e difusão ideais da luz. Além disso, é leve, flexível, reciclável, durável, resistente a impactos e inclui proteção ultravioleta (UV), além de resistir a temperaturas entre -40 °C e 115 °C. Mas, além de suas propriedades funcionais, este termoplástico também oferece amplas oportunidades estéticas, permitindo que os arquitetos criem fachadas excepcionalmente dinâmicas e expressivas.
De maneira alguma a pretensão deste texto é refutar ou desmerecer o artigo Vida e morte das Tiny Houses, recentemente publicado, mas sim oferecer ao leitor outras perspectivas e uma expansão quanto ao tema, um dos princípios básicos do trabalho que envolve a crítica de arquitetura. Para isso, este texto se estrutura em dois eixos que analisam alguns pontos levantados pela autora do texto original.
A arquiteta e urbanista Nadia Somekh, de São Paulo, foi eleita hoje presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) para o triênio 2021-2023. É a primeira vez que uma mulher ocupa o cargo. A escolha se deu, por votação secreta, entre os 28 conselheiros federais. A arquiteta obteve 19 novos votos. Em seu plano de gestão, Nadia Somekh afirma que “a conjuntura do país e a ameaça em curso às entidades profissionais representativas demandam uma dupla postura”.
Fiz pós-graduação em geografia em Tucson, Arizona, Estados Unidos, no final dos anos 1990. Tucson obtém fama por uma série de coisas, incluindo sua herança mexicano-americana, suas chimichangas, suas montanhas que formam as "ilhas do céu" e sua abundante população de cactos saguaro.
Estão abertas as incrições para o Archademy Trends, um evento gratuito e on-line para quem quer começar o ano com um posicionamento único, conectado com as tendências de comportamento do mercado em uma imersão totalmente exclusiva para transformar o mindset de arquitetos e designers de todo o país.
No campo da arquitetura, é comum notar em muitos projetos uma certa predileção dos arquitetos pelo emprego de materiais e elementos arquitetônicos em seu estado aparente ou bruto, como alguns preferem chamar. Com o intuito de expor a materialidade da estrutura de um edifício, é frequente, sobretudo em projetos de reformas, um processo de retirada de forros e revestimentos. Essa busca pela retomada de um estado anterior da construção — ainda sem o acréscimo de elementos para cobrir a estrutura, tubulações, canos e eletrodutos — transforma esses espaços em lugares onde não há nada a esconder.
Segundo dados do CRED (Centre for Research on the Epidemiology of Disasters e do UNISDR (UN Office for Disaster Risk Reduction), em relatório divulgado em 2016, o número de desastres relativos ao clima duplicou nos últimos quarenta anos. A necessidade de abrigos temporários para desabrigados é, além de um reflexo das crise climática que atinge o planeta, também uma das consequências do crescimento desordenado das cidades que leva uma parcela significativa da população mundial a viver em condições vulneráveis aos desastres.
Estudantes de arquitetura que entregam seus TCCs/TFGs ou Projetos Acadêmicos Individuais em 2020/2, e os recém-formados, que já entregaram em 2020/1, 2019/2 e 2019/1 , têm a oportunidade de conquistar prêmios com os seus trabalhos. Isso porque eles estão aptos a participar do segundo concurso Jovem Talento da Arquitetura, promovido pela Minimum.
9 Ash Street, antiga “Philip Johnson Thesis House” é vista como uma precursora da Glass House, mas é, infelizmente, protegida por um elemento de privacidade das vistas da rua. Imagem via Google Maps
A Harvard Graduate School of Design (Harvard GSD) não se referirá mais a uma residência particular na 9 Ash Street em Cambridge como a “Philip Johnson Thesis House”. A partir de agora, esta casa, projetada e habitada por Johnson quando estava matriculado na Harvard GSD na década de 1940, será conhecida apenas por seu endereço físico.
Exposição Riverbed do artista Olafur Eliasson. Cortesia de Louisiana Museum of Modern Art
Quando pensamos em galerias, museus e espaços expositivos em geral é comum que nos venha à mente a imagem de um lugar fechado, iluminado, com paredes brancas e piso neutro, provavelmente em madeira. A ideia de pensar espaços expositivos como espaços “puros”, seja para dar foco à obra de arte em si, seja para permitir que exista a rotatividade das exposições, talvez seja a maior diretriz na produção de espaços expositivos nas últimas décadas. No entanto, da mesma forma em que a arte transforma o espaço, o espaço também pode ser um agente transformador da arte. É com essa reflexão que emergem produções artísticas pensadas para um espaço específico, mais conhecidas como instalações site specific.
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Arquiteturas do Sul Global com DnA (img.BAU Esolca da Cidade)
Sábado, dia 12/12, será a última conversa do módulo inaugural do Curso Livre "Arquiteturas do Sul Global", organizado por Marco Artigas e Pedro Vada e realizado pela Escola da Cidade.
Estamos na etapa final do projeto "Memória edificada: catalogação e digitalização de acervos no Centro de Memória Ingo Hering" – Um projeto patrocinado pela Fundação Catarinense de Cultura, por meio do edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura 2019 - que viabilizou o tratamento, acondicionamento e compartilhamento digital de parte do acervo do arquiteto Hans Broos.
CONVIDADAS DESSA SEMANA. Comunal Taller - México. Formado por duas mulheres, Mariana Ordóñez Grajales e Jesica Amescua Carrera, Comunal é um ateliê de arquitetura que tem sua prática fortemente relacionada aos processos de negociação entre consensos e dissensos. Trabalham contra a figura de autoria, de objeto estático, artístico e imodificável, mas sim como um processo social, colaborativo, vivo, aberto e em evolução constante, encarando os habitantes como sujeitos de ação e não como objetos de intervenção. Em seus projetos incentivam e facilitam a participação de mulheres (adultas, jovens e crianças) nos processos estratégicos, administrativos e construtivos, entendendo as lógicas, performances e definições coletivas dessas mulheres e sua comunidade, sempre respeitando seu contexto cultural.