A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) manifestou sua preocupação com os danos causados a marcos históricos na Ucrânia e pediu a proteção do patrimônio cultural do país. Além de se posicionar, a organização tomou medidas possíveis, dentro de sua atuação, para ajudar a proteger os locais ameaçados. A Ucrânia possui em seu território sete locais classificados como Patrimônio Mundial como a Catedral de Santa Sofia do século XI e todo o conjunto do Centro Histórico de Lviv. Além disso, vários locais nas cidades de Kharkiv e Chernihiv, ambas atacadas recentemente, estavam na lista provisória para possível indicação ao status de Patrimônio Mundial.
Nas discussões arquitetônicas atuais, a sustentabilidade é um tema chave. As empresas de arquitetura adotam o termo como uma parte fundamental de seu ethos de design, e as escolas de arquitetura globalmente integraram o projeto de arquitetura “verde” como um componente central de seus currículos. Essa conversa sobre sustentabilidade também foi filtrada em ações mais individuais que podem ser tomadas em seu contexto imediato. On-line, por exemplo, há muitos guias sobre como tornar sua casa mais ecológica e eficiente em termos de energia.
Quase ninguém compra um automóvel pelo preço indicado com dinheiro em mãos, aqueles que procuram comprar um carro olham também para o custo mensal de possuir um. As casas são nosso maior investimento, e a maioria dos proprietários tem tanto orgulho de sua casa quanto de seu carro e igualmente têm medo do custo de manutenção. Portanto, não é de surpreender que as casas “autossuficientes” usem a mesma tática de vendas, provando seu valor na promessa de não pagar contas mensais de energia.
Estamos muito longe da meta de limitar o aquecimento global a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais e evitar os piores riscos das mudanças climáticas. Mas essa meta ainda é possível, de acordo com o mais recente relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima (IPCC) – e essa esperança deve orientar as decisões político-econômicas desta década, segundo o WWF-Brasil.
A Pirâmide Transamerica, um marco no horizonte de São Francisco, está passando por um projeto de revitalização liderado por Foster + Partners e a incorporadora imobiliária de luxo SHVO. Construída em 1972, a torre de estilo brutalista de 48 andares foi projetada pelo arquiteto americano William Pereira e retentora do título de edifício mais alto de São Francisco por quase meio século. Sua renovação será a maior em 50 anos de história do edifício, e também contemplará a expansão e modernização do adjacente Three Transamerica (545 Sansome).
A exposição “Flashback / Carrilho da Graça” permite reviver o momento da elaboração de vários projetos representados através de desenhos, filmes, maquetas e fotografias, a que se somam diversas referências externas à sua obra provenientes de museus e coleções privadas nacionais e internacionais, convidando à exploração do processo criativo do arquiteto.
San Juan de Lurigancho, Lima, Perú. Imagen de MarcoRosales. Image vía Shutterstock
O IPCC divulgou seu último relatório sobre a crise ambiental, "Mudança Climática 2022: impactos, adaptação e vulnerabilidade". As novas observações advertem que medidas prioritárias urgentes devem ser tomadas sobre a adaptabilidade do ambiente construído, indicando que globalmente o crescimento mais rápido da vulnerabilidade urbana tem sido em assentamentos informais e não planejados, e em centros urbanos de pequeno e médio porte em países onde a capacidade adaptativa é limitada devido a sua renda - uma situação recorrente na América Latina.
O início do século XX no México é marcado por uma série de transformações sociais, culturais e políticas. As influências artísticas neoclássicas europeias começaram a ser altamente questionadas e o muralismo, como estratégia de educação ao povo mexicano adotada pelo Governo, passou a incorporar novas narrativas incluindo as culturas indígenas e ancestrais, celebrando o processo revolucionário. As práticas entre artistas e arquitetos aconteceram de modo intenso a partir deste período. O curso busca aprofundar e discutir os cruzamentos entre arte e arquitetura, entre 1910 e 1979, tomando como base a produção de importantes expoentes deste período: Juan O´Gorman e Diego Rivera (anos 1920-1930); Mario Pani e Carlos Mérida (a construção da Cidade Universitária e a integração plástica nos anos 1940-1950), Luis Barragán e Mathias Goeritz (anos 1940-1950); Pedro Ramírez Vázquez e La Ruta de la Amistad (1968), finalizando com o Espacio Escultorico (1979).
No País dos Arquitectosé um podcast criado por Sara Nunes, responsável também pela produtora de filmes de arquitetura Building Pictures, que tem como objetivo conhecer os profissionais, os projetos e as histórias por trás da arquitetura portuguesa contemporânea de referência. Com pouco mais de 10 milhões de habitantes, Portugal é um país muito instigante em relação a este campo profissional, e sua produção arquitetônica não faz jus à escala populacional ou territorial.
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Thunderhead por Team Wreford. Imagem do Canadian Heritage
O Departamento de Patrimônio Nacional do Canadá, ao lado do ministro canadense Pablo Rodriguez, e a ministra das Mulheres e Igualdade de Gênero Marci Ien, assim como o LGBT Purge Fund divulgaram a "Thunderhead" como o conceito vencedor da competição pelo Monumento Nacional LGBTQ2+ de Ottawa. O projeto vitorioso simboliza uma nuvem carregada de trovoadas, que representa a "força, o ativismo e a esperança das comunidades LGBTQ2+, e será um testemunho duradouro à coragem e à humanidade daqueles que foram vítimas das leis homofóbicas e transfóbicas do expurgo LGBT".
A pegada de carbono e emissões de CO2 são assuntos importantes em nossas conversas sobre como criar um futuro mais sustentável. Ao longo do tempo, diferentes empresas, organizações e indivíduos prometeram alterara seus estilos de vida e hábitos para realizar mudanças que mostrem que eles são dedicados a combater as mudanças climáticas. Especialmente no setor de design, no qual edifícios geram quase 40% das emissões anuais de CO2 entre operações diárias e construção/demolição, os arquitetos há muito tempo sentem a pressão de explorar novas maneiras e provar que estão fazendo sua parte.
Quando examinamos diferentes escalas de emissões, uma pergunta normalmente vem à tona: como podemos medir diferentes níveis de impacto? É nossa responsabilidade individual reciclar e nunca mais usar canudos de plástico? Será que isso tem um grande impacto? Será que mais fabricantes de carros precisam encontrar alternativas para automóveis abastecidos por gasolina? Será que os arquitetos precisam apenas encontrar materiais sustentáveis? Quais são medidas factíveis que provocam um impacto verdadeiro?
Após meses de incertezas e tentativas de preservação, a icônica Nakagin Capsule Tower de Kisho Kurokawa será demolida no dia 12 de abril deste ano. Tatsuyuki Maeda, um dos atuais proprietários da torre, explicou que uma equipe tentará preservar algumas das cápsulas, convertendo-as em unidades de acomodação ou instalações de museus em diversas partes do mundo.
Há séculos e séculos, nós construímos — e nossa diversidade no ambiente construído global é prova disso. As muitas culturas diferentes por todo o planeta já construíram de muitas maneiras diferentes ao longo da história, adaptando materiais encontrados localmente às suas estruturas. Hoje, em nosso presente globalizado, os materiais de construção são transportados por todo o globo, longe de suas origens, uma situação que significa que dois edifícios em lados completamente opostos do planeta podem ser mais ou menos similares.
Como parte de uma estratégia desenvolvida no final de 2021 por Ken Salazar (Embaixador dos EUA no México), Deanna Kim (Cônsul Geral dos EUA em Nuevo Laredo) e Esteban Moctezuma (Embaixador no México) em colaboração com líderes políticos e empresariais da região sul do Texas e do estado mexicano de Tamaulipas, Overland Partners foi anunciado em conjunto com Able City como os escritórios responsáveis pelo novo desenho dos 10 km que se estenderão ao longo do Rio Grande - Rio Bravo entre Laredo, Texas e Nuevo Laredo, México. Este novo espaço visa restaurar e revitalizar o ecossistema, assim como atrair o turismo e celebrar o multiculturalismo neste território de fronteira.
O Arquiteturas Film Festival convida cineastas, distribuidores e profissionais da indústria a submeter trabalhos que estejam relacionados com o tema de 2022, “Slow Down!”.
Reserve um segundo para imaginar um edifício ou um espaço. Provavelmente, você está imaginando superfícies retangulares planas e linhas retas. Sejam paredes, vigas ou janelas, a maioria dos elementos arquitetônicos vem em formas ortogonais padrão e altamente práticas. No entanto, a pandemia lançou luz sobre designs que não são apenas funcionais, mas também melhoram nosso humor e bem-estar. Nesse sentido, o poder das superfícies curvas e fluidas é incomparável, o que explica por que elas estão voltando como uma tendência de design moderno. Adotar belas formas inspiradas na natureza, como curvas orgânicas, energizam os ambientes e fazem os usuários se sentirem bem. Na verdade, os neurocientistas mostraram que essa afeição está programada no cérebro; em um estudo de 2013, descobriram que os participantes eram mais propensos a considerar um espaço bonito se fosse curvilíneo em vez de retilíneo. Em suma, os humanos adoram curvas.
As janelas são os elementos que fazem a nossa conexão com o mundo exterior. É a partir delas que se enquadram vistas, define-se a privacidade, a iluminação e a ventilação natural. Hoje em dia no mercado da construção encontramos diversos tipos de aberturas. Descubra aqui como escolher o tipo que melhor se encaixa nas necessidades do seu projeto.
A importância do uso de tecnologias avançadas, tais como a realidade virtual no cenário da arquitetura, está se tornando cada vez mais necessária. Por mais bonita que seja uma imagem renderizada, sempre faltará a capacidade de transmitir plenamente o escopo e a sensação do projeto como um todo, perpetuando ainda mais a necessidade de incorporar o uso dessas tecnologias a um nível de prática profissional.
Arquitetos que optam por não adotar o uso de tecnologias de realidade virtual em seu processo de projeto são vítimas de uma desvantagem significativa, e o problema já nem sequer está na acessibilidade, pois a realidade virtual é acessível para arquitetos de todos os tipos na era atual.