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Arquitetura: O mais recente de arquitetura e notícia

Governo federal lança pesquisa de mapeamento de maturidade BIM no Brasil

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Foto de Evgeniy Surzhan, via Unsplash

Alinhada à sua missão de promover o aumento de maturidade digital de todos os segmentos do setor produtivo, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), em conjunto com a Grant Thornton e Sienge, realiza a segunda edição da pesquisa Mapeamento de Maturidade BIM.

Álvaro Siza, entre o moderno e o tradicional

Álvaro Joaquim de Melo Siza Vieira, ou simplesmente Álvaro Siza, nasceu em Matosinhos, Portugal, em 25 de junho de 1933. Sua primeira obra – quatro casas em Matosinhos – foi construída em 1954, antes mesmo de concluir seus estudos na Escola de Belas Artes da Universidade do Porto (atual Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto – FAUP), o que veio a acontecer um ano mais tarde.

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Concreto, madeira, aço ou vidro: como escolher o material de uma escada?

A maioria de nós usa escadas todos os dias, mas poucas vezes paramos para contemplar seu design ou pensar muito em sua função. Com seus degraus, espelhos e guarda-corpos, elas são facilmente um dos elementos arquitetônicos mais fundamentais em qualquer edificação com mais de um pavimento. Além de fornecer um acesso seguro, simples e fácil de um andar ao outro, é através de escadas que os arquitetos criam formas espaciais exclusivas e visuais fortes. De longe, pode-se observar pessoas se movendo para cima e para baixo repetidamente; De dentro, o usuário é apresentado a novos ângulos e maneiras de perceber um espaço. Portanto, uma boa escada é mais do que apenas um meio de circulação vertical. Através de sua força e escala, pode se tornar o protagonista de um espaço - um ponto focal de design que sobe ao nível da arte. Neste artigo, apresentamos suas características versáteis e qualidades materiais através de uma seleção de exemplos inspiradores, todos os quais podem ser encontrados na seção 'Escadas' do Architonic.

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Áreas verdes reduzem impacto das enchentes nas cidades

Áreas verdes reduzem impacto das enchentes nas cidades - Imagem de Destaque
Foto: Kelly Sikkema, via Unsplash

Infelizmente, todos os anos, testemunhamos tragédias humanas e ambientais causadas por chuvas em diferentes partes do Brasil. Com as mudanças climáticas, a tendência é que estes eventos se intensifiquem: cheias dos rios, alagamentos nas cidades, deslizamentos de encostas e, com isso, mortes, pessoas desalojadas ou desabrigadas, infraestrutura destruída e grandes prejuízos financeiros, ecológicos e humanos.

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MVRDV transformará o edifício Centraal Beheer de Herman Hertzberger em conjunto residencial

Projetado para uma seguradora, o edifício Centraal Beheer de Herman Hertzberger em Apeldoorn, Holanda, é amplamente reconhecido como um dos pontos altos do movimento estruturalista. MVRDV, em consulta com o escritório de Herman Hertzberger AHH, está transformando o célebre edifício, tornando-o peça central de um novo bairro residencial sustentável, preservando sua estrutura e princípios fundamentais. O projeto faz parte de uma intervenção maior em um terreno de três hectares próximo à estação de trem da cidade. A proposta do MVRDV apresenta aproximadamente 650-800 apartamentos, mantendo o foco na preservação, ecologização e inovação.

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Arquitetura exclusiva: como as intervenções em espaços públicos ignoram os moradores de rua

A responsabilidade social e o desejo de melhorar a sociedade há muito são influenciados pelo ambiente construído. Olhando para os centros das cidades, a arquitetura tem contribuído para a melhoria do tecido urbano, seja através de estratégias de planejamento e zoneamento, integração de espaços públicos ou pequenas intervenções. Em alguns casos, no entanto, essas intervenções são de fato usadas como ferramentas para manter os sem-teto fora das ruas, disfarçadas de arte ou projetos conceituais. Várias políticas públicas urbanas proibiram implicitamente os moradores de rua e outros grupos sociais marginalizados nos centros das cidades, alegando que sua presença e uso "irregular" do espaço público poderiam comprometer a reputação, a segurança e a conveniência na cidade.

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Frank Gehry divulga imagens da sua primeira torre residencial no Canadá

Great Gulf Group, Dream e Westdale Properties revelaram renderizações da mais recente arquitetura de Frank Gehry em Toronto, Canadá. Projetado para deixar uma marca no horizonte da cidade, Forma, a primeira torre residencial do arquiteto no Canadá, e seu edifício mais alto, tem 73 andares e apresenta um lobby cuidadosamente projetado por Gehry, juntamente com uma impressionante instalação de arte personalizada que reflete sua abordagem visionária, bem como interiores do estúdio de design internacional Paolo Ferrari.

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Festival Sexta no Galpão: Literatura

O festival sexta no galpão tem como objetivo abordar temas relativos à cultura, arte, cidades e os modos de ser e viver na contemporaneidade, promovendo o encontro entre especialistas de determinadas áreas do conhecimento para debaterem entre si e com o público.
​No ano de 2022 serão realizados 08 encontros digitais e gratuitos com o tema:
DIÁLOGOS CONTEMPOR NEOS NO INTERIOR PAULISTA: INTERFACE TERRITORIAL DA CULTURA

Estética no projeto de interiores: como definir o estilo de nossos espaços?

Quando chegar a hora de definir a estética de um espaço interno ou externo, os profissionais de arquitetura e design de interiores devem começar perguntando-se quais são ou serão as necessidades de seus futuros habitantes. O diálogo com os usuários é fundamental para estabelecer o estilo dos espaços, o que envolve elaborar formas específicas de ambientação através da composição, cores, formas, mobiliário e, é claro, sua arquitetura.

Ursula von der Leyen e Francis Kéré abrem a Bauhaus Earth Conference

A Conferência “Reconstructing the Future for People and Planet”, organizada pela Bauhaus Earth e pela Pontifícia Academia de Ciências (PAS), começou na Casina Pio IV nos jardins do Vaticano. A conferência foi aberta com um discurso de Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia. O extenso programa reúne renomados cientistas, arquitetos, pessoas que planejam espaços e que formulam políticas, para discutir a transformação do ambiente construído de um impulsionador de crises climáticas e sociais em uma força de regeneração.

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Curso online "Tempos e espaços na arquitetura japonesa", com Marina Lacerda

O curso apresenta, em quatro módulos independentes e complementares, um panorama da produção arquitetônica japonesa tradicional, moderna e contemporânea. A partir de aspectos culturais e históricos, busca-se realizar análises de obras de arquitetos e arquitetas expoentes no cenário nipônico desde os anos 1930 até os tempos atuais. O curso explora ainda relações espaciais e temporais simbólicas fundamentadas por princípios estéticos como ma, basara, wabi-sabi, yûgen, mono no aware, entre outras. O intuito é ampliar o repertório em relação à arquitetura e cultura japonesa, proporcionando, por meio de aulas expositivas, o contato com novas perspectivas.

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Casas na Colômbia: exemplos de implantação, desenho e materialidade

O último ano talvez tenha sido o período de tempo em que passamos mais tempo habitando os espaços domésticos. Talvez não seja o último, e nós definitivamente os estamos ocupamos com atividades para as quais eles não foram projetados. No entanto, os projetos arquitetônicos tomam outras decisões no momento da concepção que vão além de seu programa. Seja pelo contexto ou localização, pelo projeto espacial ou pela materialidade específica, eles adotam esses parâmetros como determinantes do projeto.

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Transformando argila em estrutura: como a cerâmica é usada na construção civil

As figuras e fragmentos de cerâmica encontradas no sítio arqueológico neolítico de Mureybet, no vale do Médio Eufrates, na Síria, sinalizam que os trabalhos com a argila e o fogo remetem ao sétimo milênio antes de Cristo. Isso significa que o trato com a cerâmica é uma das atividades mais antigas da história da humanidade. Mais de 9 mil anos depois, a cerâmica, e todas as suas derivações, se tornou um dos materiais mais utilizados na construção civil, aparecendo em diferentes momentos, da estrutura aos acabamentos.

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As origens e evolução da arquitetura gótica

A palavra “gótico” muitas vezes evoca uma descrição de casas misteriosas, ou um grupo de pessoas que têm afinidade com a estética sombria, mas o que o estilo arquitetônico gótico historicamente trouxe para o ambiente construído não poderia ser mais oposto. O gótico foi criado para trazer mais luz solar aos espaços, principalmente igrejas, influenciando projetos e construções de algumas das edificações mais emblemáticas do mundo.

Escola da Cidade e edições Sesc São Paulo lançam terceiro título da coleção arquitetos da cidade: mmbb

Com mais de 20 anos de atuação, o escritório de arquitetura mmbb vem traçando uma produção precisa e consistente. De sua extensa obra, marcada por uma ampla gama de usos, escalas e tipologias, além de uma forte ênfase na dimensão pública da arquitetura, oito de seus projetos foram escolhidos pelo organizador Guilherme Wisnik na mais recente publicação dedicada ao escritório: a Coleção Arquitetos da Cidade – MMBB, realizada em parceria entre a Editora Escola da Cidade e as Edições Sesc São Paulo. O lançamento ocorre dia 24/06, sexta feira, a partir das 19h30, na Escola da Cidade, com sessão de autógrafos. Na ocasião do lançamento, haverá venda presencial do título com 20% de desconto. Para adquiri-lo online, acesse: https://editora.escoladacidade.edu.br/produto/mmbb/
Em sequência ao depoimento prestado por Paulo Mendes da Rocha (1928-2021) e aos textos de Guilherme Wisnik e Roberto Andrés elaborados especialmente para esta edição, o primeiro dos projetos apresentado no livro se trata do Pavilhão de Dubai na Expo 2020 (2018-2021). Vencedor de um concurso público, o pavilhão se articula através de uma estrutura tênsil em membrana e aço que configura e ampara uma grande “praça d´água”, trazendo à tona, tanto por meio de sua rica espacialidade como pela multiplicidade de projeções que incidem sobre suas superfícies, as águas brasileiras, seus rios, mangues e florestas.
Outro projeto de destaque é o Jardim Edite (2008-2013), conjunto habitacional desenvolvido em parceria com o escritório H+F e construído pela Secretaria Municipal de Habitação de São Paulo. Com 252 unidades, levanta uma série de reflexões projetuais sobre a habitação popular em escala. A ele se somam projetos de notável inserção na cidade, tais como o Sesc 24 de Maio (2002-2017), em colaboração com o arquiteto Paulo Mendes da Rocha, e o Projeto Urbano para o Córrego do Antonico (2009-2015), o qual estabelece fortes laços com Vazios de Água (2007), premiado na 3ª bienal de Roterdã, também presente na publicação. Integram igualmente a seleção projetos substanciais como o Edifício RDR 30 (2016-2020) em Santiago, Chile, a Residência City Boaçava (2004-2007) e a Escola FDE Campinas F1 (2003-2004).
Ao final, Wisnik, em entrevista com Marta Moreira, Milton Braga e Fernando de Melo Franco, promove um valioso debate acerca da prática dos arquitetos e das questões latentes em seus trabalhos. Contudo, mais do que a produção específica de um escritório, o rico material aqui apresentado levanta discussões amplas acerca da arquitetura e os desafios a ela colocados pela cidade contemporânea.
O MMBB foi fundado em 1992 por Fernando de Mello Franco, Marta Moreira e Milton Braga, graduados pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP) no final dos anos 1980. Fernando de Mello Franco saiu da sociedade em 2012 e, em 2019, Maria João Figueiredo, graduada na FAUUSP em 2009, a ela se integrou. O escritório contou ainda com a participação de Angelo Bucci entre seus sócios de 1996 a 2002.

Casas elevadas do solo: solução funcional e estética em 7 projetos brasileiros

Casas elevadas do solo: solução funcional e estética em 7 projetos brasileiros - Image 1 of 4Casas elevadas do solo: solução funcional e estética em 7 projetos brasileiros - Image 2 of 4Casas elevadas do solo: solução funcional e estética em 7 projetos brasileiros - Image 3 of 4Casas elevadas do solo: solução funcional e estética em 7 projetos brasileiros - Image 4 of 4Casas elevadas do solo: solução funcional e estética em 7 projetos brasileiros - Mais Imagens+ 9

O clima tropical brasileiro, que predomina em maior parte do território, apresenta alguns desafios quanto ao conforto térmico por ser quente e úmido. Uma das soluções bioclimáticas passivas adotada por arquitetos para responder a tal contexto é elevar a casa do solo, pois trata-se de uma decisão projetual que facilita a troca de calor - refrescando os ambientes - através da circulação de ar que ocorre no vão que se abre e desfaz o contato direto da edificação com o solo úmido. A fácil implantação da obra no terreno e a passagem de tubulações abaixo do piso, são outros benefícios que podem ser citados junto da questão estética -uma vez que ao suspender o volume do solo, gera-se uma sensação de leveza na construção.

Tradição, reconexão e natureza: temas e tendências da 60ª edição da Semana de Design de Milão

As ruas de Milão transbordaram no início desde mês com milhares de arquitetos, designers, fabricantes, artistas e artesãos nacionais e internacionais para a tradicional Semana de Design, explorando inovações e trocando ideias sobre design de interiores, móveis e iluminação. Como todos os anos, o Salone del Mobile, que acontece na Fiera Milano, serve como "um laboratório de experimentação e um lugar para novas oportunidades de reflexão sobre o mundo da arquitetura e do design". Com a presença de mais de 262.000 visitantes em seis dias, e mais de 3.500 jornalistas credenciados de todo o mundo, o evento deste ano superou todas as expectativas em termos de participação, confirmando que a exposição ainda é uma influência proeminente na indústria da arquitetura e do design.

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Brasil já é o quinto maior produtor de energia solar do mundo

Brasil já é o quinto maior produtor de energia solar do mundo - Imagem de Destaque
Foto: Jeremy Bezanger | Unsplash

Em 2021, o Brasil tornou-se o quinto maior produtor de energia solar, saltando da 9ª posição que ocupou em 2020. O país terminou o ano com cerca de 13 GW: as novas adições (5,5 GW) foram puxadas principalmente pela geração distribuída (4GW), quando os painéis fotovoltaicos são instalados no local em que a energia será consumida. O setor residencial foi responsável pela maior parte das contratações (77,4%).