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Agricultura Urbana: O mais recente de arquitetura e notícia

Projetando para galinhas: repensando a forma como humanos e animais compartilham o espaço

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Durante séculos, as galinhas viveram ao lado das pessoas em assentamentos de todas as escalas, desde fazendas rurais e vilarejos até bairros urbanos densos. Em grande parte do mundo, a criação de galinhas faz parte da vida cotidiana, fornecendo ovos e carne para residentes, ou o controle de pragas para as terras agrícolas do entorno. As estruturas construídas para abrigar galinhas variavam de acordo com os materiais locais, o clima e as práticas culturais, no entanto, compartilhavam um propósito comum: criar um espaço onde galinhas e seres humanos pudessem coexistir. O galinheiro não é uma nova tipologia arquitetônica, tampouco uma resposta contemporânea à vida urbana. Trata-se, na verdade, de uma forma que se adaptou continuamente às mudanças nas condições sociais, ambientais e espaciais.

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Revitalizando bairros com agricultura urbana nos Estados Unidos

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) registra que mais de um décimo da população global, cerca de 800 milhões de pessoas, pratica a agricultura urbana em todo o mundo. Nos Estados Unidos, milhões de cidadãos enfrentam dificuldades de acesso a supermercados. Os agricultores urbanos desempenham um papel crucial ao abordar questões de segurança alimentar nas cidades americanas.

A distância entre áreas rurais e urbanas nunca foi tão grande, tornando as fontes de alimentos tradicionalmente rurais inacessíveis. Inicialmente, as cidades se desenvolviam em torno de mercados centralizados que traziam produtos das áreas agrícolas para os centros urbanos. Hoje, a agricultura urbana está revitalizando essa conexão entre os habitantes das cidades e os produtos agrícolas.

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Descarbonização e soluções regionais: os principais temas da arquitetura para a COP28

Em 30 de novembro teve início em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, a COP28, a cúpula climática da ONU. O evento consiste no encontro anual de governos nacionais e tem como objetivo de estabelecer estratégias para limitar a extensão da crise climática e seus efeitos adversos. A cúpula do ano passado definiu várias medidas importantes, incluindo a promessa de um fundo global destinado a fornecer ajuda financeira a países em desenvolvimento afetados por desastres climáticos.

O propósito principal da COP é reforçar os compromissos do Acordo de Paris, assinado em 2015, que busca manter o aumento da temperatura global abaixo de 1,5ºC. Como a indústria da construção é responsável por 39% das emissões globais, a arquitetura desempenha um papel vital na redução da pegada de carbono, tornando a COP28 um evento crucial para os arquitetos.

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FGKD24: Congresso Distritos do Conhecimento de Quarta Geração 2024

O FGKD24 - Congresso Distritos de Conhecimento de Quarta Geração 2024 será a 1ª Conferência Internacional do CEUCI - Centro de Estudos sobre Urbanização para o Conhecimento e a Inovação.

Campanha "Green Obsession" de Stefano Boeri Architetti vence o SDG Action Awards das Nações Unidas

A campanha "Green Obsession" lançada por Stefano Boeri Architetti foi eleita vencedora do SDG Action Awards, o mais importante reconhecimento de projetos que apoiam os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas. Como parte da Campanha de Ação dos ODS, as Nações Unidas se propuseram a premiar iniciativas que "mobilizam, inspiram e conectam comunidades para promover mudanças positivas". A iniciativa vencedora pretende melhorar a relação entre a natureza e o urbanismo, implementando os princípios da arborização urbana. "Green Obsession" representa uma série de conferências, programas públicos e um livro, Green Obsession: Trees Towards Cities, Humans Towards Forests, publicado em 2021 e apoiado pela Graham Foundation.

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Economia circular: projetando para biorregiões

As cidades são ecologias complexas de sistemas naturais e infraestrutura urbana que se cruzam. Nesse sentido, a degradação ambiental chamou a atenção para a relação simbiótica entre sistemas artificiais e naturais. Uma nova economia está surgindo, onde a interdependência e a gestão ambiental são valorizadas. Projetar para uma economia circular requer a consideração dos habitats humanos não como vilas ou cidades, mas como biorregiões.

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URB divulga proposta para o maior destino de agroturismo do mundo, em Dubai

A URB desenvolverá em Dubai o maior destino de agroturismo do mundo para fornecer segurança alimentar e promover a sustentabilidade das comunidades, do patrimônio e das paisagens locais. Alinhado com a ambição da cidade de transformar suas áreas rurais em instalações de restauração, o "Agri Hub" visa criar dez mil novos empregos em vários setores, incluindo um novo instituto de pesquisa agrícola e uma fazenda pública para fins educacionais e comerciais.

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Repensando as relações das cidades com a natureza: robôs agricultores urbanos

Em nosso contexto atual de crise ecológica, aquecimento global, perda de biodiversidade, crescimento da população humana e expansão urbana, precisamos repensar a forma como construímos e vivemos em nossa cidade. Temos observado as consequências de um planejamento e construção urbana descontrolados, movidos apenas por uma visão capitalista e produtivista da cidade, empacotando o máximo de humanos possível nas construções mais baratas disponíveis, sem considerar o impacto em nosso planeta, em nossos semelhantes animais e plantas habitantes e nosso próprio bem-estar. As selvas de concreto que construímos no século passado provaram estar destruindo nosso clima (aquecimento global, ilhas de calor), nossos ecossistemas (perda de biodiversidade e redução da população de animais e plantas) e nossa economia (as indústrias de alimentos e produtos foram deslocadas para longe, substituídas apenas pela indústria de serviços e pela geração de grande quantidade de resíduos na cidade).

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O desafio da produção de alimentos em uma cidade planetária

Em uma era de globalização sem precedentes, nossas cadeias de abastecimento de alimentos – as instituições e mecanismos envolvidos na produção e distribuição de suprimentos – tornaram-se mais longas. Tanto que dificilmente são percebidas como cadeias ou sistemas. Elas foram integrados em nossas vidas e em nossas cidades e transformaram nossas relações com a comida. E, no entanto, essas longas cadeias de abastecimento de alimentos estão envolvidas em alguns dos nossos problemas globais mais prementes, desde a segurança alimentar e o desperdício até a biodiversidade e as mudanças climáticas. Essas cadeias de abastecimento chegaram ao seu estado atual, sua extensão atual, ao longo de décadas, ou talvez séculos, por meio de todos os tipos de processos políticos, sociais, culturais e econômicos, e carregam consigo uma série de fardos: relações vagas entre produtor e consumidor, e uma série de externalidades ambientais negativas, entre muitas outras.

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Como conciliar criação pecuária e ambiente urbano?

À medida que as pessoas continuam a migrar das áreas rurais para as urbanas, o espaço se torna um privilégio. Muitos lugares estão ficando cada vez mais congestionados – com moradias adequadas e acessíveis em escassez e sistemas de transporte lutando para atender os moradores. Mas, por mais que a conversa sobre urbanização seja sobre pessoas, às vezes também é sobre os animais que vêm com essas pessoas – a criação pecuária urbana que desempenha um papel fundamental no sustento a nível individual, além de se tornar uma via para o comércio.

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Ventilação de edifícios podem ajudar a fertilizar hortas em telhados

Fazendas e jardins urbanos em coberturas são opções populares para fornecer alimentos na cidade, enquanto atuam como amenizadores de ilhas de calor, aumentando o isolamento térmico de edifícios e melhorando a qualidade do ar. Entretanto, as plantas acabam icando menores e menos saudáveis, já que sofrem mais com a radiação solar, vento e baixa umidade do solo.

Brasileiro desenvolve a primeira telha hidropônica do mundo em escala comercial

A vontade de simplificar e criar novas formas para levar mais verde às construções e cidades foi o que motivou o engenheiro agrônomo Sérgio Rocha a criar a Kaatop, uma telha hidropônica onde é possível cultivar diversas espécies de plantas. O lampejo para a criação da telha veio da atuação profissional no desenvolvimento de telhados verdes e jardins suspensos. Há mais de 10 anos trabalhando no ramo, o agrônomo percebeu como as técnicas e sistemas disponíveis no mercado eram difíceis de ganhar espaço nas obras.

Rio de Janeiro planeja construir a maior horta urbana do mundo

O Rio de Janeiro terá a maior horta urbana do mundo. É o que dizem os organizadores do programa Hortas Cariocas, uma iniciativa financiada pela prefeitura municipal que tem como objetivo a "soberania alimentar, gerando o auto provimento através de produtos orgânicos, criando hortas em Escolas Municipais e comunidades do Rio".

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Por que fazendas urbanas e plantio indoor são o futuro?

Você sabe o que são fazendas urbanas? Já pensou em cultivar seu próprio alimento em casa no seu jardim ou em freezers especializados? O transporte de alimentos para consumo nas cidades é um dos grandes problemas de poluição ambiental (além de financeiro) do mundo hoje. 

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Os verdadeiros problemas do design hoje

Desde o surgimento da profissão de designer, impulsionada na Revolução Industrial com o a produção crescente  de objetos e o desejo de uma classe média ávida por consumir; designers, decoradores e arquitetos são conhecidos como profissionais que criam espaços e produtos para embelezar o mundo.

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Bélgica inaugura estufa gigante para testar novas técnicas de agricultura urbana

O maior centro de pesquisa europeu para a produção de alimentos na cidade foi inaugurado em Flandres Ocidental, na Bélgica. Batizado de Agrotopia, o espaço é uma estufa gigante onde serão aplicadas técnicas inovadoras de horticultura urbana.

Em 6 mil m² – área destinada ao cultivo – estão sendo plantadas hortaliças e frutíferas. O espaço é dividido em quatro zonas climáticas que permitem o cultivo de espécies diversas. 

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Saúde e nutrição: 9 formas da arquitetura e do urbanismo atuarem para realidades mais saudáveis

No dia 31 de março, comemora-se no Brasil o Dia da Saúde e da Nutrição, fatores que ganham cada vez mais notoriedade na sociedade em que vivemos. Após mais de dois anos vivendo os altos e baixos da pandemia de Covid-19 e nos deparando com a necessidade evidente de uma realidade mais saudável, ativa e comunitária, é importante refletirmos como a arquitetura e o urbanismo podem se tornar ferramentas de acesso a cotidianos mais saudáveis. 

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Rio de Janeiro terá a maior horta urbana do mundo com 110 mil m2

A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou a expansão do cultivo de hortaliças em terrenos que pertencem ao município, às margens da linha férrea do Parque Madureira. O espaço vai receber já em 2022 aquela que deve ser a maior horta urbana do mundo, com 110 mil metros quadrados.

O objetivo principal é gerar renda e segurança alimentar para 50 mil famílias de baixa renda, por safra, até 2024. Além de ter um corredor verde de hortaliças ao longo do Parque Madureira até Guadalupe, em uma parceria com a Embrapa e com a Light, porque parte dos cultivos fica debaixo das torres de energia da empresa.