
Em 1856, Owen Jones lançava o livro The Grammar of Ornament [A gramática do ornamento] no qual apresentava uma compilação de linguagens visuais adotadas pelas mais distintas culturas - realizada a partir das explorações do autor em lugares como Grécia, Egito, Constantinopla e Índia. A obra reflete como os vitorianos examinaram a arte e o design internacionais colocando a Grã-Bretanha no centro do debate, a fim de estabelecer "princípios gerais" que promovessem um certo sistema de diferentes estilos através de suas próprias perspectivas. Na época, a publicação foi um grande sucesso editorial e influenciou desde William Morris (do movimento Arts and Crafts) até os arquitetos modernistas Louis Sullivan e Frank Lloyd Wright. No entanto, em 2019, Priya Khanchandani e Sam Jacob fazem uma releitura do trabalho de Jones e demonstram não apenas os aspectos colonizadores presentes em seu ponto de vista, assim como propõem uma reinvenção destes sistemas e padrões visuais de acordo com a contemporaneidade.











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