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Arquitetos: Gabriel Beas Arquitectura
- Área: 1095 m²
- Ano: 2019



Quando pensamos em concreto, a cor cinza geralmente nos vem à cabeça. O traço tradicional do concreto, que leva cimento, brita, areia e água pode apresentar variações por conta dos seus elementos compositivos, mas sempre varia entre o cinza claro e o escuro. No entanto, um recurso que vem sendo cada vez mais utilizado é o de agregar pigmentos a essa mistura, para se alcançar cores variadas na aparência final da obra, já que tornam todo o concreto, por dentro e por fora, colorido. Essas tonalidades decorrem da adição de óxidos: as cores amarelo, vermelho e suas derivações (marrons) são obtidas com a adição do óxido de ferro, enquanto que o óxido de cromo e de cobalto criam o efeito de cor verde e azul, respectivamente. Para o concreto preto, geralmente inclui-se óxido de ferro preto e óxido de carbono, combinados com cimento pozolânico .


Das esculturas de Michelangelo, às estruturas dos templos gregos, interiores de castelos, palácios e chegando ao icônico Pavilhão de Barcelona de Mies van der Rohe, quando abordamos a história da arquitetura e escultura, é inevitável falarmos do mármore. Originado a partir de uma reação química do calcário quando exposto a pressão e temperaturas muito altas durante milhares de anos, este nobre material é uma rocha metamórfica geralmente encontrada em regiões onde houve atividade vulcânica. Sua extração, por si só, já é um espetáculo.

“Precisamos de um novo contrato espacial.” Este é o apelo de Hashim Sarkis, curador da Bienal de Veneza 2021, como um convite aos arquitetos imaginarem novos espaços em que possamos viver juntos. Entre um movimento de êxodo urbano e crises globais de habitação, o crescimento de empreendimentos mais densos e prédios baixos pode fornecer uma resposta. Afastando-se das residências unifamiliares em áreas rurais e subúrbios, os projetos habitacionais modernos estão explorando novos modelos de vida compartilhada na natureza.
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Sinaloa é um estado localizado na região noroeste do México, limitado geograficamente pelos estados de Sonora, Chihuahua, Durango, Nayarti e a oeste com o Golfo da Califórnia e o Mar de Cortés. Com mais de 58 mil quilômetros quadrados de área, é o estado agrícola mias importante do país.

A XXI Bienal Pan-Americana de Arquitetura de Quito (BAQ2020) anunciou os projetos vencedores desta edição durante a transmissão online de encerramento do evento.

Tepoztlán é uma região localizada no estado de Morelos, no centro-sul do México, limitada geograficamente pelos estados de Guerrero, Puebla, o Estado do México e a Cidade do México. Possui 242.646 km² de área e é um dos 111 povoados catalogados pelo governo que recebem incentivos para impulsionar o turismo patrimonial e ecológico.

O estado de San Luis Potosí está localizado próximo à região central, mais ao norte do México, e é limitado geograficamente pelos estados de Nuevo León, Tamaulipas, Veracruz, Hidalgo, Querétaro, Guanajuato e Zacatecas. Com mais de 65 mil quilômetros quadrados, a região foi a fronteira cultural entre a Mesoamérica e a Aridoamérica, apresentando grande diversidade de povos e costumes. Atualmente, conta com cinco regiões incluídas no sistema federal de preservação administradas pela Comisión Nacional de Áreas Naturales Protegidas.
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A escolha de materiais de construção e a reflexão contínua inerente sobre o alcance e as capacidades da arquitetura são uma maneira alternativa interessante de abordar essa questão. Os materiais utilizados na habitação social devem abordar as possibilidades locais e econômicas e as reais necessidades de acesso à moradia no contexto contemporâneo.
Na busca por fornecer inspiração e ferramentas aos arquitetos para a construção de melhores moradias sociais, analisamos diferentes projetos publicados em nosso site para identificar quais são os materiais predominantes, tanto para a formação de estruturas ou fechamentos, a fim de proporcionar um panorama global de diferentes estudos de caso, considerando principalmente sua localização geográfica e aspecto construtivo.
Diante da questão de quais são os materiais utilizados na habitação social, apresentamos uma compilação de 15 projetos que convidam à reflexão.

A arquitetura pop-up se aproveita de pequenos espaços para criar experiências intimistas. Como estruturas temporárias e nômades, pavilhões pop-ups não são novidade no mundo da arquitetura, remontando à antiguidade quando era utilizadas durante diversos tipos de festivais. Levando a arquitetura para além de seus limites, estruturas temporárias têm como principal objetivo chamar à atenção do público, divulgando identidades, marcas e/ou produtos em contextos muito especiais. Atualmente, esta abordagem está se transformando em algo mais do que apenas intervenções efêmeras, influenciando decisivamente a maneira como pensamos e concebemos nossos edifícios.

Tulum é uma região localizada no sudeste do México, dentro dos limites geográficos do estado de Quintana Roo, na costa do mar do Caribe, conformando parte da Riviera Maia. Historicamente, a região já foi uma cidade murada, de onde vem seu nome, que em Maia significa muralha.

Os diferentes modos de dispor peças de alvenaria permitem configurar diversos espaços habitáveis. O tijolo está presente em espaços exteriores e interiores, que através de diferentes composições podem permitir a entrada da luz natural e gerar um ritmo dinâmico nas paredes.
Ao longo da história, o emparelhamento de tijolos constituiu algumas formas pré-determinas de disposição de peças, no entanto, existe uma infinidade de maneiras de distribuição, por este motivo selecionamos 16 projetos que evidenciam o potencial de estudo da posição dos tijolos.

Em Yucatan, arquitetos estão revivendo uma antiga técnica de estuque maia para edifícios contemporâneos, combinando arquitetura moderna com história e cultura regional. A técnica é chamada de “chukum”, um termo derivado do nome popular da árvore Havardia albicans nativa do México. Feito com a casca dessa árvore de chukum, o material tem várias qualidades definidoras que o separam do estuque tradicional, incluindo propriedades impermeáveis e uma cor natural terrosa. Embora o chukum inicialmente tenha caído em desuso após a conquista espanhola da civilização maia, foi redescoberto e reempregado por Salvador Reyes Rios do escritório de arquitetura Reyes Rios + Larrain Arquitectos no final dos anos 1990, iniciando um ressurgimento do uso na área.

Esta semana, apresentamos uma seleção de algumas das melhores fotografias de casas de tijolo publicadas em nossos sites. Estes 11 projetos mexicanos revelam a inventividade dos arquitetos no uso deste que é um dos materiais construtivos mais utilizados na América Latina. Veja a seguir uma série de fotos feitas por nomes como Carlos Berdejo Mandujano, Onnis Luque e Patrick Lopez.