O que é preciso para construir uma cidade inteligente do zero? Ou, talvez, a verdadeira questão seja: o que é preciso para construir uma cidade inteligente do zero e torná-la bem-sucedida? Por mais de uma década, arquitetos/as e urbanistas trabalharam lado a lado para criar Songdo, um distrito de negócios totalmente novo que buscava representar os avanços sul-coreanos em tecnologia e infraestrutura. Songdo já foi um modelo de como viveríamos nas cidades do futuro — mas, hoje, a realidade do que essa cidade inteligente rapidamente se tornou nos faz repensar como a combinação entre tecnologia e comunidade pode ter falhado.
Kohn Pedersen Fox Associates (KPF) celebrou o início das obras de sua primeira torre residencial na Filadélfia, chamada Arthaus. A torre residencial de 47 andares está localizada no cruzamento das ruas Broad e Spruce, ao longo da famosa Avenue of the Arts, diretamente em frente ao Kimmel Center for the Performing Arts. O projeto busca criar uma experiência rica e holística de cima a baixo, por dentro e por fora, o que se reflete também no design de interiores de todas as residências e áreas de lazer.
Desde que as restrições de quarentena da COVID-19 foram impostas, as redes sociais foram inundadas por imagens de profissionais trabalhando em casa, estudantes migrando para o ensino remoto e amigos/as e familiares socializando por chamadas de Skype e reuniões no Zoom. Diante da enxurrada de conselhos sobre como trabalhar em casa e manter uma rotina organizada neste período atípico, surge um questionamento recorrente: como estruturar um planejamento de longo prazo para o ensino online de ateliê de projeto?
Este artigo busca oferecer algumas diretrizes práticas para escolas e estudantes em todo o mundo, com base em nossa experiência com o ensino online de ateliê de projeto no programa de Mestrado da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Tsinghua, desde fevereiro.
https://www.archdaily.com.br/pt/1127081/dicas-para-o-ensino-em-atelies-de-projeto-na-era-da-covid-19Martijn de Geus
O edifício 601 West Pender Street, projetado pelo escritório KPF, foi aprovado pela Câmara Municipal de Vancouver. Localizado ao lado do histórico Rogers Building, o projeto cria um oásis urbano na cidade, substituindo um edifício-garagem de seis pavimentos no Distrito Central de Negócios.
O escritório KPF, em parceria com a Autoridade de Habitação de Nova York (NYCHA), desenvolveu um projeto de revitalização e reconstrução para Red Hook, no Brooklyn, cujas habitações foram severamente danificadas pelo furacão Sandy. O plano de reconstrução visa mitigar os riscos de inundação na região e em sua comunidade.
Para esta seleção especial de fim de ano, o ArchDaily compilou uma lista com os Melhores Projetos Não Construídos enviados por escritórios consagrados e reconhecidos. Abrangendo desde propostas conceituais e em desenvolvimento até, em alguns casos, obras já em andamento, esta seleção curada cobre um amplo espectro de programas e abordagens.
Com projetos de KPF, Sasaki, COOKFOX e FCBStudios, para citar apenas alguns, o artigo desta semana destaca intervenções ao redor do mundo. As propostas abrangem a transformação de um terminal em Manhattan, um empreendimento integrado de uso misto no centro de Belfast, a regeneração de um distrito inteiro em Xangai e a modernização da infraestrutura da estação de pesquisa Davis, na Antártica.
O escritório Kohn Pedersen Fox Associates (KPF) concluiu o One Vanderbilt, a torre corporativa mais alta de Midtown Manhattan. Integrado ao projeto de zoneamento East Midtown Rezoning de Nova York, o arranha-céu explora o futuro do distrito financeiro central, “trazendo benefícios para o espaço público, uma materialidade cuidadosamente elaborada e uma forma afilada que estabelece uma presença marcante no skyline”.
O Spring City 66, um dos maiores complexos comerciais da cidade de Kunming, na China, acaba de ser inaugurado. Projetado pelo escritório Kohn Pedersen Fox Associates (KPF), o empreendimento de uso misto com 430.000 m² inclui um pódio comercial e uma torre de escritórios, integrados à paisagem singular da província de Yunnan.
A KPF, em parceria com a NYCHA, criou um programa de resiliência e renovação para o complexo habitacional Red Hook Houses, no Brooklyn, severamente danificado pelo furacão Sandy. Os planos de revitalização visam reduzir a vulnerabilidade da área e de sua comunidade.
O escritório Kohn Pedersen Fox Associates (KPF) acaba de anunciar o início das obras do Platform 16, um campus de escritórios no centro de San Jose, Califórnia. Composto por três edifícios, o projeto de 111.500 metros quadrados (1,2 milhão de pés quadrados) é um complexo inovador que privilegia a integração entre espaços internos e externos.
Recentemente, o escritório KPF divulgou as imagens mais recentes do canteiro de obras do “The Royal Atlantis”. Localizado na Palm Jumeirah, o principal destino de lazer do emirado de Dubai, o edifício de 45 pavimentos abriga 806 quartos de hotel e 256 apartamentos residenciais. O volume principal se estende ao longo da linha costeira, funcionando como um “biombo ao ar livre” diante do mar.
No partido geral do projeto, o típico bloco linear de hotel e residência foi fragmentado em volumes independentes. Esses volumes suspensos e empilhados formam 14 “pátios suspensos” e 20 terraços elevados. Acessíveis a partir dos apartamentos e suítes, esses espaços ao ar livre totalmente abertos oferecem uma experiência única de transição fluida entre as áreas internas e externas. Cada apartamento conta com piscina privativa e jardim, elementos que potencializam o sombreamento e a brisa constante que sopra sobre a água e a vegetação, mantendo esses oásis particulares frescos e agradáveis durante a maior parte do dia. Nas fotos do canteiro de obras, já é possível identificar a volumetria principal do edifício, embora os pátios suspensos ainda não tenham sido totalmente configurados.
https://www.archdaily.com.br/pt/1117451/kpf-divulga-imagens-recentes-da-obra-do-atlantis-the-royal-erguendo-um-biombo-na-costa-de-dubai舒岳康 - SHU Yuekang
Kohn Pedersen Fox Associates (KPF) revelou detalhes do Huamu Lot 10 em Xangai. O complexo de três torres, que soma 279.000 metros quadrados, é voltado para escritórios comerciais e um futuro museu, organizados em torno de uma grande praça central.
Descrito como uma “nova forma de urbanismo participativo”, o projeto foi concebido para abrigar obras de arte em grande escala em um ambiente público, ativando, assim, a praça central como um polo cultural.
Kigali, Ruanda - 21 de setembro de 2018: uma ampla vista para o centro da cidade com a Praça da Pensão em primeiro plano, e a Torre da Cidade de Kigali em segundo plano, contra as colinas azuis distantes. Imagem via Shutterstock/ Por Jennifer Sophie
As metrópoles urbanas de nosso planeta são o lar de uma abundância de histórias. Elas são o lar de histórias de riqueza, de inovação e de maravilhas arquitetônicas, assim como de histórias de desigualdade, iniquidade e segregação urbana — lugares onde a renda determina a qualidade do ambiente espacial ao seu redor. Dentro destas histórias se desenvolveu uma crescente defesa para tornar as cidades "mais inteligentes", para usar dados e tecnologia digital para construir ambientes urbanos mais eficientes e convenientes.
Tente imaginar como seria projetar uma cidade inteira do zero; desenhar cada uma de suas ruas, casas, edifícios comerciais, praças e espaços públicos. Uma folha em branco onde tudo é possível e sua única missão é criar uma cidade com identidade própria. Talvez esse seja o sonho de todo arquiteto e urbanista, e para a sorte de alguns poucos felizardos, esse sonho pode muito bem se tornar realidade em um futuro próximo.
Ao longo das últimas duas décadas, cidades inteiras foram construídas do zero em uma escala sem precedentes, a maioria delas na Ásia, Oriente Médio, África e também na América Latina. Além disso, o nosso planeta conta atualmente com mais de 150 novas cidades em processo de implementação. Esta nova tipologia de desenvolvimento urbano tem se mostrado particularmente sedutora em países de economia emergente, iniciativas propagandeadas como elementos estratégicos capazes de impulsionar o crescimento econômico e atrair novos investimentos.
A KPF e a Chiofaro Company divulgaram imagens de seu mais recente projeto, o The Pinnacle at Central Wharf, um desenvolvimento de alto desempenho e uso misto na orla marítima de Boston. Com o objetivo de reconectar o centro de Boston à orla, o projeto também cria um novo espaço público na cidade.
Em abril passado, o prefeito Bill de Blasio, de Nova iorque, anunciou planos para introduzir um projeto de lei que proibiria a construção de novos edifícios totalmente envidraçados. Parte de um esforço maior para reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 30% da cidade, outras iniciativas incluíram o uso de energia limpa para abastecer as operações da cidade, a reciclagem obrigatória de resíduos orgânicos e a redução da compra de plásticos descartáveis e carne processada. O anúncio ocorreu logo após a aprovação da Lei de Mobilização Climática, uma resposta abrangente ao Acordo Climático de Paris que incluía telhados verdes necessários em novas construções e reduções de emissões em edifícios existentes.
https://www.archdaily.com.br/pt/931807/restricoes-aos-arranha-ceus-de-vidro-em-nova-iorque-que-materiais-alternativos-poderiam-tomar-seu-lugarLilly Cao
A torre CITIC, de 528 metros, foi inaugurada, sendo o prédio mais alto de Pequim até hoje. Projetada pela Kohn Pedersen Fox Associates (KPF), a arquitetura inovadora permanece culturalmente apropriada, inspirando-se no “zun”, um vaso tradicional originário da China na Idade do Bronze.