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Arquitetos: Ábalos + Sentkiewicz arquitectos
- Área: 65160 m²
- Ano: 2021



A transformação na dinâmica dos espaços domésticos impacta na arquitetura tanto no interior quanto no exterior das casas e apartamentos. As cozinhas são o principal exemplo dessa transformação. Historicamente consideradas espaços de trabalho marginalizados na arquitetura, elas têm ganhado mais protagonismo enquanto espaços de estar, o que impacta não somente no tamanho dos espaços e em sua organização, como também nos revestimentos que são utilizados.

Quando os primeiros lockdowns começaram e o comércio varejista foi forçado a fechar as portas, muitos migraram para o ambiente digital. Aqueles que investiram de forma mais rápida e expressiva em sua presença online acabaram, invariavelmente, vencendo a batalha pelos nossos favoritos de navegação. À medida que o mundo reabria, algumas marcas mantiveram uma presença híbrida — física e digital —, enquanto outras optaram por abandonar de vez as lojas físicas.
À medida que nos habituamos a integrar os dois modelos, fica claro que os espaços físicos de varejo oferecem experiências sensoriais que o ambiente digital simplesmente ainda não é capaz de proporcionar. Estes quatro projetos contrariam a tendência do comércio puramente online e incentivam o público consumidor — e, consequentemente, outras marcas varejistas — a retornar ao espaço físico, transformando o ato de fazer compras em um passatempo luxuoso, emocionante, revigorante ou relaxante, e não em uma obrigação diária.

Embora o processo de moldar o vidro seja lento e árduo, a humanidade usa o material há milhares de anos. De acordo com evidências arqueológicas, as primeiras ferramentas e joias de vidro feitas pelo homem foram produzidas na Mesopotâmia oriental e no Egito por volta de 3.500 a.C. Além disso, após a invenção do tubo de sopro, na Síria, no século I a.C., e a Revolução Industrial ocidental, que facilitaram sua produção em massa, traços característicos de transparência e durabilidade puderam finalmente ser aplicados em larga escala na arquitetura e no design.
Avançando para os dias atuais, o uso de vidro para fachadas e janelas de edifícios está bem documentado. Mas e quando estamos do lado de dentro? Ao tratar o vidro para diferentes níveis de transparência, posicionando-o de forma inteligente dentro de uma sala ou utilizando sua superfície reflexiva, os interiores podem se beneficiar do material tanto quanto os exteriores.


Hoje, dia 15 de fevereiro, foi realizada em Barcelona a cerimônia de entrega do prêmio Living Places / Simon Architecture Prize 2022, uma iniciativa da Simon que, com o apoio da Fundació Mies van der Rohe, busca reconhecer a excelência na arquitetura a partir da perspetiva do habitante e através do formato de vídeo.



O interesse em co-living está aumentando, e isso foi enfatizado pela fusão entre a maior operadora de co-living nos EUA, Common, e seu equivalente europeu, Habyt. As duas empresas administram mais de 4.000 apartamentos nos EUA e 7.000 apartamentos na Europa e na Ásia, conforme relatado pelo The Wall Street Journal. O termo co-living refere-se a uma forma moderna de habitação em grupo, onde os residentes compartilham espaços comuns para socializar, cozinhar e se reunir, e têm acesso a comodidades compartilhadas, como serviços de limpeza ou dog walking.


