Entre um total de 576 obras apresentadas, o Prêmio FAD 2023 divulgou a lista de projetos finalistas e selecionados, que poderão ser vistos de 5 de outubro de 2023 a 7 de janeiro de 2024 na exposição O melhor projeto do ano que ocupará os espaços do Disseny Hub Barcelona.
Do ponto de vista projetual, a integração e a conexão dos diferentes espaços das moradias vêm protagonizando a cena arquitetônica contemporânea, impulsionadas pela necessidade de obter o máximo aproveitamento possível em ambientes cada vez mais reduzidos. Sem paredes divisórias ou fechamentos e aplicando diferentes materiais em pisos, equipamentos e instalações, os banheiros costumam se integrar aos dormitórios, proporcionando uma sensação de amplitude em harmonia com o design de interiores definido para esses espaços.
À medida que cresce a conscientização sobre escassez, estresse hídrico e a sustentabilidade ambiental no mundo, o conceito de pegada de água se torna cada vez mais relevante. Diferentemente do seu primo mais popular “pegada de carbono”, que se concentra nas emissões de gases de efeito estufa, a pegada hídrica fornece uma visão holística da água usada durante todo o ciclo de vida de um produto, processo ou atividade. Mensura a quantidade de água consumida (direta e indiretamente) e poluída, levando em consideração diferentes tipos de recursos hídricos, além de servir como uma ferramenta valiosa para empresas, formuladores de políticas e indivíduos para entender e abordar seus impactos relacionados à água. Inclusive, há calculadoras online que mensuram as nossas pegadas individuais através de perguntas simples sobre nossas casas, eletrodomésticos e mesmo hábitos alimentares.
Foram anunciadas as 9 obras vencedoras da segunda edição dos Prêmios ARQUITECTURA do Conselho Superior de Colégios de Arquitetos da Espanha (CSCAE). Evidenciando valores fundamentais da arquitetura e do urbanismo, como a responsabilidade social, a preservação cultural e a sustentabilidade ambiental, foram apresentados 429 projetos no total, dos quais 177 propostas foram selecionadas pelos Colégios Oficiais de Arquitetos e Conselhos Autônomos em uma primeira fase, restando apenas 21 obras finalistas.
A habitação social traz muitos estigmas injustos consigo. Embora muitos projetos comecem bem com sessões de fotos brilhantes de inaugurações, as câmeras acabam indo embora, o investimento tende a secar e a manutenção é cortada. A falta de espaços verdes adequados segue, devido à baixa manutenção. Eventualmente o resultado são comunidades esquecidas e isoladas que se transformam em guetos.
Embora facilmente culpada, a arquitetura de blocos elevados de moradia social não é a causa do problema, mas pode ser parte da solução. Construir para cima em vez de para fora ainda oferece uma rota sensata através das crises habitacionais e sociais atuais - compartilhando espaço e recursos.
Além disso, esses quatro projetos de toda a Europa mostram que integrar empreendimentos de habitação social em torno de pátios acessíveis e espaços verdes sustentáveis ajuda a atrair comunidades e mante-las juntas.
A XVI Bienal Espanhola de Arquitetura e Urbanismo (BEAU) apresentou as 50 propostas finalistas de sua convocatória de ‘Obras’. Organizado pelo MITMA por meio da Direção-Geral de Agenda Urbana e Arquitetura, em colaboração com o CSCAE e a Fundación Arquia, o novo evento busca trazer reflexões sobre como a arquitetura pode transformar o futuro sob o tema ‘Me–dio Pla–zo’.
Ao longo do tempo, o espaço do banheiro no ambiente doméstico tem ganhado cada vez mais relevância. Hoje em dia, ele é concebido como um espaço de bem-estar e saúde onde se pode viver uma experiência que se ajuste às necessidades e demandas específicas de seus usuários. Além das diferentes tecnologias, dos tipos de desenho, ou dos materiais que são aplicados, arquitetos e designers demonstram as múltiplas configurações e disposições que esses espaços podem adotar por meio de seus projetos, desenvolvendo estratégias tanto a nível estético e projetual, quanto técnico e funcional.
A origem dos pátios internos é antiga. Eles serviam como uma forma de abrigo, segurança e proteção e, ao mesmo tempo, visavam o conforto e o bem-estar internos por meio da inserção de elementos externos. Nas habitações contemporâneas, há uma ampla gama de usos e atividades que promovem a relação entre o ambiente interno e o exterior e, ao mesmo tempo, incorporam noções de eficiência energética, regulação térmica, ventilação e iluminação naturais, entre outras.