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Arquitetos: spaceworkers
- Área: 1177 m²
- Ano: 2014
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Fabricantes: panoramah!®, Acor, Arquitectura Luz & Led. Lda, Duravit, Fabri, +13
Fernando Guerra foi pioneiro na forma de fotografar e comunicar a arquitectura. Há quinze anos abriu o estúdio FG+SG em colaboração com seu irmão e juntos são responsáveis por grande parte da difusão da arquitectura contemporânea portuguesa, nos últimos quinze anos.


As características da madeira e sua manufatura - segundo a espécie de árvore e seu local de crescimento - permitiu o desenvolvimento da humanidade em qualquer região da Terra. Os detalhes nas obras com madeira, presentes na diversidade de tipos de junções e uniões, não apenas evidenciam um fator construtivo e estrutural, mas também concedem um valor e complexidade arquitetônica.
Veja uma seleção de 50 detalhes construtivos de projetos que se destacam pelo uso da madeira.
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A cada edição da Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo (BIAU), o evento concede um reconhecimento aos grandes nomes da arquitetura ibero-americana: o Prêmio Ibero-Americano de Arquitetura e Urbanismo.
O Prêmio Ibero-Americano de Arquitetura e Urbanismo reconhece um trabalho "diretamente relacionado com a arquitetura e/ou com o urbanismo, no qual devem se destacar aspectos estéticos, funcionais, técnicos, sociais, econômicos e ambientais. Pode tratar-se de obra construída, de planejamento, de conservação e restauração do patrimônio, de produção de conhecimento ou de engajamento social", conforme explicam as bases do concurso.


Você já se questionou como é pensado o projeto de uma exposição? Ou como ele articula-se na montagem do conteúdo exposto?
Historicamente, o que hoje conhecemos como Museu iniciou-se como um lugar para a reunião de peças e objetos organizados por tipologia, como nos é revelado ao observamos imagens dos chamados gabinetes de curiosidades ou quarto das maravilhas, onde se organizava uma multiplicidade de objetos e espécies raras (animal, vegetal e mineral) trazidas das grandes explorações ocorridas no século XVI e XVII.
Séculos mais tarde, tais coleções começaram a ganhar força e antigos palácios transformaram suas circulações em extensas e contínuas galerias, onde apenas seus hóspedes e moradores tinham acesso. Posteriormente, no século XIX, o surgimento de pavilhões dedicados essencialmente à exposição de artefatos trouxe proximidade à ideia mais próxima do que hoje são os museus. Costumamos publicar diversos projetos de museus. Mas além da arquitetura destes, você já observou como a expografia atua de modo importante? Listamos a seguir alguns dos conceitos-chave dos projetos expográficos.
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Algumas das mais importantes obras de arquitetura ao longo da história da humanidade se devem à religiosidade e espiritualidade do ser humano. Ao longo das últimas décadas, um crescente número de pessoas têm se importado cada vez menos com as práticas religiosas no sentido mais tradicional, isso não significa que a maioria delas seja completamente cética, mas o fato é que muitos destes monumentos arquitetônicos têm lentamente começado a perder parte de seu significado. Aquilo que Louis Kahn chamou de “imensurável” e Le Corbusier se referia como “inefável” estaria deixando de ser relevante para as pessoas?
A proposta do Vaticano para a Bienal de Veneza de 2018 - primeira participação do país no mais importante evento de arquitetura do mundo - é apresentada como “uma espécie de peregrinação não apenas religiosa, mas também cética”. Com isso, está cada vez mais evidente que o papel dos espaços “religiosos” está se transformando pouco à pouco, de espaços iconográficos para ambientes mais ambíguos que procuram refletir a "espiritualidade" de uma maneira mais ampla.
E o que isso significa? Ainda há espaço para a espiritualidade na arquitetura? É possível criar espaços religiosos abertos para pessoas de diferentes crenças e até mesmo para aquelas mais céticas? E o que faz com que um espaço seja dotado de "espiritualidade"?
