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Arquitetos: MS Estudio
- Área: 42 m²
- Ano: 2021



A história da fotografia mexicana contribuiu para a construção da presença do México no mundo. Fotógrafos e fotógrafas como Elsa Medina, Lola Álvarez Bravo, Graciela Iturbide, Maya Goded e Juan Rulfo retrataram com maestria a vida dos edifícios, casas e ruas de um México do século XIX que se construía rapidamente.

Um dos fatores mais importantes ao projetar é o clima específico do local, o que pode representar um desafio em climas extremos, exigindo o uso de materiais isolantes que se adaptem às constantes mudanças de condições. No entanto, tratando-se do México e de seu clima privilegiado, essa condição joga a favor dos/as arquitetos/as, permitindo a criação de microclimas e espaços que diluem a transição entre o interior e o exterior.

Em 1977, um artigo do The New York Times escrito por Carter B. Horsley proclamava “o auge dos glamorosos tijolos de vidro”: antes um material “de segunda categoria”, os tijolos de vidro começavam a ganhar aceitação entre arquitetos em projetos residenciais e de restaurantes por sua translucidez, privacidade, interesse visual e senso de ordem. Após o uso breve, mas generalizado, de tijolos de vidro, muitos agora associam o material a estilos arquitetônicos desatualizados dos anos 80, uma estética que poucos parecem interessados em reviver. No entanto, arquitetos contemporâneos pioneiros começaram a usar esse material exclusivo de maneiras novas e distintamente modernas, seja para banheiros elegantes e minimalistas, bares e restaurantes industriais, janelas residenciais vintage ou até fachadas urbanas experimentais. Como Horsley afirmou, parece que os tijolos de vidro glamourosos estão no auge - de novo.

As cafeterias são espaços cuja história remonta ao século XV, antes de seu surgimento na Europa. Foi nos países árabes que começaram a desempenhar um papel social importante, sendo frequentemente descritas como tabernas onde ocorriam conversas importantes, fechavam-se acordos e realizavam-se debates políticos. Com o tempo, esses espaços evoluíram e o conceito se expandiu para países europeus como Inglaterra, França, Itália e Alemanha, onde se tornaram locais muito mais públicos e pontos de encontro de comerciantes, políticos, cientistas, acadêmicos, filósofos e poetas.

Quadrados, retangulares, hexagonais, foscos, brilhantes. É difícil pensar em um tipo de revestimento mais versátil do que azulejos. Também são conhecidos pela alta durabilidade, a facilidade de manutenção e instalação, sendo das escolhas mais comuns para revestir pisos e paredes, sejam áreas molhadas ou não. Selecionamos abaixo 10 perguntas comuns para aumentar os seus conhecimentos sobre azulejos cerâmicos:

Sabe-se que Frederick Law Olmsted, paisagista do Central Park em Nova York, André Le Nôtre, encarregado dos jardins do Palácio de Versalhes, e Alan Fred Titchmarsh, entre outros, foram precursores do paisagismo por sua habilidade de romper com os esquemas tradicionais da área. No entanto, a América Latina tem realizado um trabalho notável que merece ser reconhecido. É o caso do México, onde o vencedor do prêmio Pritzker Luis Barragán mostrou ao mundo a riqueza de suas áreas verdes e sua maestria ao projetá-las.

No dia 31 de março deste ano, o escritório sediado no México LANZA Atelier exibiu três projetos no Museu de Arte Moderna de San Francisco; os projetos consistiam em 'Mesa Nómada', 'Shared Structures' e 'S/N (sin número)'. Esta última peça – realizada com o apoio do FONCA – resgata os "Módulos de Segurança e Participação Cidadã" da cidade e os converte em instalações urbanas úteis. O sucesso da exibição foi tamanho que hoje, finalmente, foi anunciado que o projeto intitulado 'S/N (sin número)' passará a integrar permanentemente o acervo do Museu de Arte Moderna de San Francisco. Continue lendo para saber mais detalhes sobre a obra.

“Earthquakes are a naturally destructive effect of our earth's constantly changing surface”
-National Geographic, “Latest Earthquakes–and How Earthquakes Work”, Fevereiro de 2018.
ReConstructo é uma exposição coletiva com curadoria dos arquitetos mexicanos Luis Carbonell e Andres Souto, projetada no Zuecca Project Space, em paralelo à Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza 2018. A exposição propõe um olhar multifacetado sobre leituras simultâneas e sobrepostas das ações e dos agentes de destruição que, posteriormente, abriram caminho para uma reconstrução latente após os terremotos de 2017 no México.



A cena da arquitetura mexicana é cada vez mais moldada por jovens arquitetos/as que apostam em um design holístico e com consciência global. É o caso do escritório de arquitetura LANZA Atelier, que apresentará três de seus projetos no SFMoMA neste dia 31 de março.