Como parte da nossa retrospectiva 2023: Retrospectiva do Ano, no ArchDaily revisitamos e refletimos sobre as publicações deste ano. A arquitetura residencial continua sendo uma das categorias mais visitadas em nossa plataforma quando se trata de obras construídas, despertando o interesse de usuários e usuárias de todo o mundo.
Trabalhar sob as restrições de uma pegada de carbono limitada pode ser uma das partes mais difíceis — mas também mais gratificantes — do papel do/a arquiteto/a contemporâneo/a. Seja para atender ao relatório de sustentabilidade de uma grande corporação multinacional, obter a certificação LEED ou equivalente para uma incorporadora comercial, ou construir uma casa ecológica para um/a cliente particular consciente do clima — ou mesmo alguém que apenas deseja gastar menos com energia —, é fundamental manter-se atualizado/a com as mais recentes práticas e materiais de construção de baixo carbono e neutros em carbono.
Seja analisando a fase estrutural inicial de um projeto, seus acabamentos de alto padrão ou pensando de forma mais holística em todo o seu ciclo de vida, há grandes avanços a serem conquistados com substitutos e alternativas sustentáveis aos materiais e técnicas tradicionais.
Quando se trata de design de interiores com visão de futuro, adaptabilidade e atemporalidade são dois fatores-chave que podem garantir que uma casa pareça tão atual quanto no momento da sua construção. Ao emprestar elementos de vários estilos proeminentes e combiná-los em um todo harmônico, os interiores contemporâneos permanecem atuais mesmo com o avanço das tendências. Mas quais são os componentes que se mantém presentes mesmo com as frequentes mudanças? Exploramos sete elementos de design que resistem ao tempo e definem os interiores contemporâneos.
A arquitetura do espaço interno abraça o externo. Da mundialmente famosa Sydney Opera House às cabanas aborígines no deserto, a arquitetura australiana surge a partir dos elementos básicos enquanto aprende com eles. Os abrigos vernáculos, celeiros, galpões e varandas frequentemente eram convertidos em centros comunitários ou locais de reunião. Esse começo humilde se transformaria ao longo dos séculos seguintes, conforme as pessoas começassem a construir o "sonho australiano". Seja usando a construção tradicional em taipa ou fabricando formas totalmente novas, os arquitetos começaram a capitalizar os métodos de construção históricos e reinterpretá-los.