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Arquitetos: Graham Baba Architects
- Área: 19910 ft²
- Ano: 2018


Após a recente atualização das diretrizes do AIA sobre segurança escolar, o arquiteto Jay Brotman, responsável pelo projeto da nova Escola Primária Sandy Hook, depôs perante o Departamento de Educação dos EUA esta semana para instar o governo a adotar padrões de projeto mais seguros. Embora não seja algo inédito, a presença de profissionais de arquitetura perante o Congresso não é comum.

Edifícios culturais e corporativos oferecem a oportunidade perfeita para projetar grandes átrios. Esses espaços centrais, projetados para possibilitar o encontro de pessoas ou para ajudar na orientação dentro do edifício, são geralmente amplos e oferecem muita liberdade na etapa de concepção. Escala imponente, escadarias esculturais, materiais nobres e vegetação interna são apenas alguns dos recursos usados para dar vida a esses espaços. Para ajudá-lo com seu projeto, compilamos a seguir 15 átrios e seus desenhos de corte.

O Comitê de Arquitetura para a Educação do Instituto Americano de Arquitetos anunciou os vencedores do prêmio Education Facility Design Awards deste ano. Os oito vencedores e duas menções honrosas foram premiados como as melhores instalações educacionais deste ano, que não apenas demonstram excelência no projeto arquitetônico contemporâneo, mas também promovem a educação de maneiras inovadoras e servem como um espaço de aprendizado inspirador. Os projetos deste ano são projetados para estudantes de todas as idades, desde creches a edifícios de ensino superior.
“A educação continua a evoluir, e os projetos do programa Education Facility Design Awards deste ano - apresentados pelo AIA e pelo Comitê de Arquitetura para Educação - representam os ambientes de aprendizagem de última geração que estão sendo desenvolvidos nos espaços de hoje. Esses projetos mostram inovação em todo o processo de aprendizagem, mostrando como os arquitetos estão criando espaços de ponta que aprimoram a pedagogia moderna”.
Leia mais sobre os vencedores abaixo.



O propósito da fotografia de arquitetura é mostrar da melhor maneira possível os espaços de uma obra. A correção das arestas para que fiquem paralelas e a busca de atmosferas específicas através do uso da luz são alguns dos elementos característicos desse tipo de registro fotográfico. Miguel de Guzmán, Paul Vu e Jules Couartou são alguns dos profissionais que desafiam os limites deste campo, mesclando fotografia de arquitetura, moda e performances. Em suas imagens, a relação entre o espaço e o ser humano é apresentada através de uma cena criada especialmente para o registro, resultando em fotografias autênticas e muito criativas.


Este artigo foi originalmente publicado pela Metropolis Magazie como "Why Architects Must Rethink Restroom Design in Schools."
Banheiros coletivos, em que uma fileira de vasos sanitários é instalada no lado oposto a uma fileira de chuveiros, designados a homens ou mulheres, têm sido a regra em instalações educacionais ao longo dos últimos cem anos. Eles envolvem encanamento, exaustão mecânica e custos de instalação previsíveis. As portas encurtadas e as paredes de divisórias permitem o monitoramento passivo dos usuários.
Renunciar a este modelo de casa de banho tradicional é assustador, já que banheiros individuais podem aumentar significativamente os custos com encanamento, ventilação, divisórias, portas e louças adicionais. Esses projetos também exigem mais espaço. Além disso, escolas públicas normalmente têm orçamentos limitados, instalações pré-estabelecidas e práticas sociais profundamente enraizadas.

O American Institute of Architects (AIA) selecionou os vencedores do prêmio AIA National Healthcare Design de 2016, dados aos melhores projetos e pesquisas de projeto do ano sobre de edifícios voltados à saúde. Os projetos foram escolhidos por apresentarem "força conceitual que soluciona estética, urbanidade e preocupações sociais, bem como requisitos funcionais e interesses sustentáveis de um hospital".
O prêmio é entregue a quatro categorias: Categoria A: Construído, orçamento abaixo de 25 milhões de dólares; Categoria B: Construído, orçamento acima de 25 milhões de dólares; Categoria C: Não-construído, encomendado por um cliente que tenha autoridade e intenção de construir (nenhum projeto foi selecionado para esta categoria neste ano); e Categoria D: Construído e Não-construído, inovações em planejamento e pesquisa de projeto.
Veja, a seguir, a lista dos vencedores.

Em seu novo livro, Landscape as Urbanism (Paisagem como Urbanismo, em tradução livre), Charles Waldheim, Professor na John E. Irving e Diretor de Paisagismo na Graduate School of Design da Harvard University argumenta que para compreender a metrópole do século XXI "um entendimento tradicional da cidade como extrapolação de modelos e metáforas arquitetônicas não é mais viável dado a prevalência de forças ou fluxos maiores. Isso inclui rupturas ou quebras na lógica arquitetônica da forma urbana tradicional como compelida por mudanças ecológicas, econômicas e de infraestrutura."
Em outras palavras, as construções espaciais nos ambientes urbanos não deveriam mais ser ligadas à funções intratáveis ou tentativas de isolamento, mas deveriam se integrar ao tecido urbano. Esses tipos de projetos devem ser flexíveis às mudanças inevitáveis em funcionalidade e propósito que são os subprodutos da mudança econômica e evoluções nas intenções de uso do solo. Os doze projetos apresentados aqui são exemplares de tais práticas, tanto na forma como eles se adaptam às intervenções anteriores e como se movem para além da noção de um futuro estático para as condições urbanas que estão perpetuamente em fluxo.