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Arquitetos: Vão, guará arquitetura
- Área: 87 m²
- Ano: 2019
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Fabricantes: ArtEstação móveis, Freecad, Jenivaldo Ferreira obra Civil, Ladrilhos Saltense, Libre office, +2



O Monadnock Building, em Chicago, teve sua construção iniciada em 1891 e segue em uso. O edifício evidencia uma fachada sóbria sem grandes ornamentos e uma altura muito expressiva - à época - de 16 pavimentos. É considerado o primeiro arranha-céu construído em alvenaria estrutural, com tijolos cerâmicos e uma base de granito. Para suportar toda a carga da edificação, as paredes estruturais no térreo têm 1,8 metros de espessura, enquanto na parte superior, 46 centímetros. Cento e trinta anos depois, este sistema construtivo continua em voga e permite erigir edifícios mais altos, com paredes muito mais delgadas, atingindo racionalidade e economia na obra. Mas do que se trata a alvenaria estrutural, como utilizá-la nos projetos de arquitetura e em quais edificações este sistema é mais indicado?


O campo do paisagismo é o responsável pela transformação e ressignificância espacial da paisagem, ora valorizando o objeto construído, ora trazendo luz à historia do território em questão. Assim como os elementos construídos, a vegetação quando projetada é capaz de trabalhar uma série de estímulos, propriedades e funções.
Roberto Burle Marx, Rosa Kliass, Miranda Magnoli... Estes são certamente alguns dos ilustres poetas da paisagem moderna no Brasil. Mas quando o assunto é o paisagismo contemporâneo brasileiro, alguns profissionais vêm demonstrando destaque nos últimos anos. Dentro deste quadro, compilamos abaixo dezessete profissionais. Confira a seguir:



O ano de 2019 foi rico em reconhecer projetos, visões e carreiras que abrangem várias camadas do campo da arquitetura, revelando a importância e profundidade da disciplina em nossa sociedade. Do reconhecimento de Arata Isozaki com o Prêmio Pritzker à divulgação do tema da Bienal de Veneza de 2020, veja, a seguir, alguns dos pontos altos da arquitetura mundial este ano.
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A 12ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo ocupou dois dos edifícios de uso público mais emblemáticos da capital paulistana. Uma grande exposição com trabalhos oriundos de diversas partes do mundo permanece montada até 8 de dezembro no Centro Cultural São Paulo - CCSP, ao passo o Sesc 24 de Maio foi ocupado por uma dezena de instalações e dispositivos concebidos especificamente para o edifício e seus arredores.
Mostramos aqui os 10 dispositivos que transformaram o espaço do Sesc 24 de Maio, criando tensões e estabelecendo narrativas em um dos espaços de uso público mais intenso do centro de São Paulo. As obras se dividem nos três eixos que norteiam a Bienal: Relatos do cotidiano, Materiais do dia a dia, e Manutenções diárias.



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Tendo recentemente completado 90 anos, Paulo Mendes da Rocha continua ativo no ofício da arquitetura e suas ideias seguem aguçadas.
Em entrevista ao El País, conduzida pelo jornalista Tom C. Avedaño, o arquiteto revisita algumas de suas obras, reflete sobre o objetivo da arquitetura e fala sobre "o dia em que tudo fez sentido."

Elementos metálicos vêm sendo usado na arquitetura e construção civil há centenas de anos, seja como elemento decorativo, coberturas ou mesmo para reforçar estruturas de alvenaria. No entanto, é apenas na segunda metade do século XVIII que surgem as primeiras pontes cuja estrutura era inteiramente feita em ferro fundido. Um século mais tarde, o ferro foi substituído por uma liga mais resistente e maleável, muito usada ainda hoje na arquitetura: o aço.
Mais denso que o concreto, a resistência o aço subverte seu peso e proporciona maior rigidez com menos material - permitindo a realização de estruturas mais leves e esbeltas que aquelas feitas de outros materiais, como a madeira ou o próprio concreto. Não é, de longe, o material mais usado na arquitetura residencial, entretanto, seu uso tem possibilitado a construção de alguns interessantes - e belos - exemplos de casas contemporâneas: