As arquitetas franco-marroquinas e irmãs gêmeas Salwa e Selma Mikoü desenvolveram uma prática que une arquitetura, engenharia, artesanato e memória cultural. Fundadoras do escritório parisiense Mikoü Architecture, as irmãs se apoiam em suas diferentes abordagens de projeto, bem como na experiência de crescer entre o Marrocos e a França. Em uma entrevista recente ao Louisiana Channel, elas discutem a influência da arquitetura marroquina em seu trabalho, seu processo colaborativo e o interesse em colocar as tecnologias de construção contemporâneas em diálogo com as tradições artesanais.
“Viver com contrastes é algo muito significativo”: Salwa e Selma Mikoü sobre arquitetura e ofício em entrevista ao Louisiana Channel
Villa Mahler / Philipp Architekten

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Arquitetos: Philipp Architekten
- Área: 478 m²
- Ano: 2024
Daniel Libeskind é agraciado com o Praemium Imperiale de Arquitetura 2026

O Praemium Imperiale é um prêmio global de artes que reconhece conquistas excepcionais em arquitetura, pintura, escultura, música e teatro ou cinema. Concedido anualmente desde 1988 pela Associação de Arte do Japão, o prêmio teve apenas um adiamento, em 2020, em decorrência da pandemia de Covid-19. Entre as personalidades laureadas em edições anteriores estão o arquiteto português Eduardo Souto de Moura, o arquiteto e humanitário japonês Shigeru Ban e o arquiteto burquinense-alemão Francis Kéré, reconhecidos/as pela associação como profissionais "que transcendem as fronteiras nacionais e étnicas, personificando a cultura e as artes do nosso tempo". Este ano, a pessoa laureada na categoria de arquitetura é o arquiteto polonês-americano Daniel Libeskind, cofundador do Studio Libeskind, conhecido pelo projeto do Museu Judaico de Berlim e pelo Plano Diretor do World Trade Center em Nova York.
Do óculo à órbita: o simbolismo do círculo na arquitetura

Ao longo da história da arquitetura, o círculo esteve associado a múltiplos significados — desde a geometria cósmica dos templos antigos e o óculo dos edifícios clássicos até as rosáceas das catedrais góticas e as escotilhas dos navios. No entanto, no século XX, o círculo adquiriu um novo significado cultural. À medida que a aviação, a exploração espacial e a inovação tecnológica transformavam a maneira como a sociedade imaginava o futuro, as formas circulares passaram a evocar máquinas, naves espaciais, cápsulas e até mesmo novas formas de habitação.
El Poli / MEII ESTUDIO

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Arquitetos: MEII ESTUDIO
- Área: 339 m²
- Ano: 2026
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Fabricantes: Tempio
Casa SOW and GROW / nevertheless / Yusuke Sagawa Architects

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Arquitetos: nevertheless / Yusuke Sagawa Architects
- Área: 68 m²
- Ano: 2025
Extensão do Escritório Modum Atelier & SANGO / Modum Atelier

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Arquitetos: Modum Atelier
- Área: 134 m²
- Ano: 2025
Casa One / Jorgelina Tortorici & Asociados

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Arquitetos: Jorgelina Tortorici & Asociados
- Área: 570 m²
- Ano: 2024
Casa Espatódias / Leo Romano

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Arquitetos: Leo Romano
- Área: 1654 m²
- Ano: 2025
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Fabricantes: MOVELARIA BRASILEIRA
Colégio Bernoulli Vale do Sereno / BCMF Arquitetos
Woods Retreat / Bruce Engel BE_design

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Arquitetos: Bruce Engel BE_design
- Área: 600 ft²
- Ano: 2026
Verdure Kiosk / Haus of hu

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Arquitetos: Haus of hu
- Área: 70 m²
- Ano: 2025
Forma, Função e Financiamento: O Urbanismo High-Tech de São Francisco

Este artigo faz parte do "Thresholds", um jornal impresso especial da Cobe Notes x ArchDaily.
San Francisco é uma cidade que sempre se reinventou sob pressão. Suas paisagens urbanas vitorianas sobreviveram a reformas estruturais antissísmicas e a torres de vidro, com bairros definidos tanto pela mudança quanto pela resistência a ela. No entanto, nenhuma força na história da cidade reconfigurou o ambiente construído de forma tão completa — ou tão rápida — quanto a economia da tecnologia. O que começou na expansão suburbana do pós-guerra no Vale do Silício migrou para o norte, inscrevendo sua lógica no horizonte urbano e na vida dos habitantes. O resultado dessa lógica é uma cultura arquitetônica de considerável refinamento técnico e paletas de materiais sofisticadas, mas que permanece, em grande parte, indiferente à população local.
O preço dessa indiferença é mensurável e crescente. San Francisco precisa viabilizar mais de 82 mil unidades habitacionais adicionais até 2031 sob as diretrizes do programa de Alocação de Necessidades Regionais de Habitação da Califórnia (RHNA), em uma cidade onde o valor médio do aluguel já figura entre os mais altos de qualquer área metropolitana dos EUA. Profissionais da educação, da saúde e do setor de serviços são sistematicamente deslocados por um mercado imobiliário calibrado para os níveis de renda de um único setor, em detrimento da maior parte da força de trabalho da cidade.
O Grande Garuda: A visão inacabada de Jacarta para um litoral à prova de mudanças climáticas

Houve um momento em que a futura defesa costeira de Jacarta assumiu a forma de um Garuda gigante surgindo do mar. A ave mítica, símbolo nacional da Indonésia, deu forma a uma vasta intervenção costeira destinada a proteger a capital em processo de afundamento contra inundações, ao mesmo tempo em que criava um novo território em mar aberto. Era uma imagem extraordinária: uma muralha costeira transformada em cidade. O projeto Great Garuda é revelador porque mostra o que acontece quando a adaptação climática começa a se sobrepor ao desenvolvimento urbano. A partir do momento em que a infraestrutura de proteção também gera terras valiosas, defender uma cidade e reconstruí-la tornam-se processos difíceis de separar.
IXCAMPUS / Baumschlager Eberle Architekten

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Arquitetos: Baumschlager Eberle Architekten
- Área: 17728 m²
- Ano: 2026
Como a inteligência de materiais resolve o que o BIM não consegue

A promessa original do BIM (Modelagem de Informação da Construção) ia muito além da representação tridimensional de um edifício. Sua ambição era transformar o modelo em uma estrutura de informação coordenada, na qual geometria, componentes, sistemas e dados permanecessem conectados à medida que o projeto evoluía. Alterações em um elemento podiam se refletir nas plantas, cortes, elevações e quantitativos correspondentes; interferências entre diferentes disciplinas podiam ser identificadas antes da construção; e as informações associadas aos componentes do edifício podiam acompanhar o projeto ao longo das diferentes etapas de seu ciclo de vida.
As cidades mais habitáveis do mundo em 2026: Copenhague mantém o primeiro lugar com a ascensão da Ásia

Rankings globais de cidades oferecem uma maneira de analisar como os ambientes urbanos apoiam a vida cotidiana. O Global Liveability Index da Economist Intelligence Unit (EIU) avalia 173 cidades em termos de estabilidade, saúde, cultura e meio ambiente, educação e infraestrutura, destacando tanto padrões de longo prazo quanto mudanças de um ano para o outro. Na edição de 2026, Copenhague foi eleita a cidade mais habitável do mundo pelo segundo ano consecutivo, seguida por Viena e Melbourne. A capital dinamarquesa obteve uma pontuação geral de 98 de 100, alcançando a nota máxima em estabilidade, educação e infraestrutura. A média global permanece inalterada em 76,1, com melhorias em saúde, educação e infraestrutura compensando os declínios contínuos na estabilidade.
















