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Tsz Yan Ng combina metodologias têxteis com produção arquitetônica para encontrar novas maneiras de construir

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Tsz Yan Ng é diretora, professora, pesquisadora e artista de uma empresa com sede em Michigan, cujo trabalho interdisciplinar e colaborativo busca desafiar e melhorar as práticas modernas de construção e processos de manufatura. “Não mudamos a maneira como construímos há tanto tempo”, disse Ng. “Precisamos pensar nisso de forma mais produtiva – não apenas economicamente – mas como uma coleção de vozes diferentes. A arquitetura é um ecossistema global de pessoas, onde a soma é maior do que as partes.”

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Se, como arquiteto/a, você não entende de negócios, está fora

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O ensino de arquitetura nunca foi concebido para preparar você para o lado empreendedor da gestão de um escritório. Na mente dos criadores que construíram o sistema que hoje define o caminho para a obtenção do registro profissional, a ideia nunca foi que você iniciasse um negócio de arquitetura de forma precoce. Existe um código, um conjunto de regras que o/a impulsiona a obedecer e a seguir uma visão unilateral de sucesso. 

Estacionamentos de trailers e casas móveis têm futuro como habitação acessível?

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O futuro das casas fabricadas pode reinventar algo que já existe amplamente nos Estados Unidos – os estacionamentos de trailers. Por todo o país, essas pequenas casas estão sendo reimaginadas por arquitetos, que estão utilizando materiais mais sustentáveis e técnicas de construção inventivas para criar casas acessíveis e ressignificar a conotação negativa que já cercou esse tipo de moradia. 

Viva, trabalhe e estude: o futuro da moradia estudantil universitária

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As moradias estudantis assumem muitas formas ao redor do mundo, porém, a tipologia mais comum é um alojamento fechado. Enquanto os futuros alunos escolhem as universidades com base no rigor acadêmico, programas esportivos, atividades extracurriculares e futuras oportunidades de carreira, eles agora querem saber como será viver dentro e fora do campus. Isso forçou os arquitetos a repensarem os projetos tradicionais de dormitórios buscando algo mais inovador que reflita melhor o que os alunos querem (e esperam) em suas residências universitárias.

Como impermeabilizar coberturas e lajes?

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Enquanto a vida útil de um edifício médio é de cerca de 50 a 100 anos, uma cobertura costuma durar entre 15 e 30 anos.

Por que essa diferença tão marcante?

Por estar em contato direto com a radiação solar, umidade, chuva, variações de temperatura e vento, as coberturas e lajes são as áreas mais críticas e expostas de um edifício. Sendo assim, sem manutenção e cuidados adequados, há o risco de surgirem danos que reduzem drasticamente sua vida útil.

Uma cidade de quartos: uma análise da moradia compartilhada e do habitar doméstico

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“Uma cidade de quartos” é um trabalho de pesquisa da arquiteta Paula Olea Fonti que se centra no estudo da moradia compartilhada, uma das formas mais utilizadas por jovens estudantes e profissionais para habitar a cidade. Uma casa popular e comum, por assim dizer. Uma que muitos/as arquitetos/as caracterizariam por seu escasso valor arquitetônico.

A totora, um material sustentável para o isolamento térmico

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A importância da arquitetura voltada para a sustentabilidade leva os/as arquitetos/as a explorar novas alternativas de materiais de construção sustentável que possam ser implementados em novas edificações. A pesquisa “La totora como material de aislamiento térmico: propiedades y potencialidades” foi publicada pela arquiteta Leyda Aza Medina como dissertação de mestrado em 2016 e venceu o prêmio de práticas acadêmicas ADUS 2021. O estudo apresenta uma alternativa sustentável, utilizando como base o recurso renovável da totora para o uso de isolantes térmicos em edificações no altiplano peruano.

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Cinco décadas do SCI-Arc celebradas com um ano de programação pública

O SCI-Arc (Southern California Institute of Architecture) foi fundado em 1972 com base no conceito de uma "faculdade sem paredes". Seu nome original era New School, simbolizando uma mudança de paradigma no ensino de arquitetura, com foco em uma relação horizontal entre docentes e estudantes e na experimentação, tornando a instituição uma das poucas escolas de arquitetura independentes do mundo. Em 2022, a instituição completa 50 anos e planejou um calendário repleto de eventos e projetos que acontecerão ao longo do ano.

Angelo Candalepas and Associates é selecionado para projetar a maior galeria de arte contemporânea da Austrália

O escritório de arquitetura australiano Angelo Candalepas and Associates foi selecionado pelo Governo de Victoria e pela National Gallery of Victoria para projetar a NGV Contemporary, a maior galeria da Austrália dedicada à arte e ao design contemporâneos. O marco urbano de 30.000 m² em Victoria contará com imponentes entradas em arco, um hall esférico de 40 metros de altura, mais de 13.000 m² de galerias de exposição, além de um amplo terraço na cobertura e um jardim de esculturas com vista para Melbourne.

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MVRDV revela planos para transformar o bairro cultural de Palma de Mallorca

MVRDV revela planos para transformar o bairro cultural de Palma de Mallorca - Imagem de Destaque
© MVRDV + GRAS

O escritório MVRDV, em parceria com a equipe de arquitetura espanhola GRAS Reynés Arquitectos, está transformando o emblemático bairro de El Terreno, em Palma de Maiorca, em uma vibrante área residencial, por meio de reformas e novas construções. Após décadas de declínio, uma série de lotes vizinhos na Plaza Gomila será revitalizada através de uma iniciativa público-privada, com o objetivo de recuperar a essência do bairro boêmio. Cada um executado com uma cor e material distintos, os sete edifícios diversos formam um distrito reconhecível com uma variedade de tipologias.

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Francis Kéré: "Eu desenho em papel, mas prefiro desenhar no solo"

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Essa frase chamou a atenção durante a palestra de Diébédo Francis Kéré no AAICO (Architecture and Art International Congress), que ocorreu no Porto, em Portugal, entre 3 e 8 de setembro. Após ser introduzido por ninguém menos que Eduardo Souto de Moura, Kéré iniciou sua fala com a simplicidade e humildade que pautam seu trabalho. Suas obras mais conhecidas foram construídas em locais bastante remotos, onde materiais são escassos e a força de trabalho é dos próprios moradores, utilizando os recursos e técnicas locais.

Para que serve a crítica de arquitetura?

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Para que serve a crítica de arquitetura? - Imagem de Destaque

Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Qual é, exatamente, o sentido da crítica de arquitetura? A palavra “crítica” deriva do termo grego krinein, que significa separar, peneirar, distinguir, discernir, examinar ou julgar. Segundo Wayne Attoe, arquiteto e educador que discorre sobre a crítica de arquitetura em seu livro Architecture and Critical Imagination (infelizmente hoje fora de catálogo), isso não significa necessariamente desaprovar ou apontar falhas. A crítica pode ser favorável ou desfavorável; pode elogiar ou condenar.

Shigeru Ban e Philippe Monteil projetam abrigos para refugiados no Quênia com o apoio da ONU-Habitat

Desde 2017, a ONU-Habitat, juntamente com Shigeru Ban Architects, Philippe Monteil e a ONG Voluntary Architects' Network, desenvolveu várias tipologias de abrigos para um bairro piloto no Assentamento Kalobeyei, no Quênia. As Casas Turkana destinam-se a abrigar os sudaneses do sul e outros refugiados que vivem no norte do Quênia e não puderam retornar às suas aldeias originais devido a intermináveis guerras civis e conflitos. Ao contrário dos abrigos de refugiados típicos, essas estruturas foram feitas para fornecer um lar para longos períodos de deslocamento e as quatro tipologias desenvolvidas são informadas pela vasta experiência do Shigeru Ban Architects com projetos de suporte a desastres e as técnicas de construção da população local.

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A lei das ruas para se tornar uma cidade mais adequada às bicicletas

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A lei das ruas para se tornar uma cidade mais adequada às bicicletas  - Imagem de Destaque
Proposta para uma Times Square livre de carros em Nova York. Imagem via 3deluxe

Ao longo do último século, os carros foram o elemento dominante no planejamento de cidades e municípios. Pistas para veículos, expansão de faixas, estacionamentos e garagens foram sendo criados e usados enquanto continuamos nossa dependência pesada em carros, deixando os planejadores urbanos com a tarefa de desenvolver maneiras criativas para tornar as ruas mais seguras para ciclistas e pedestres. Mas muitas cidades, especialmente algumas na Europa, se tornaram exemplos de ideologias progressistas sobre como projetar novos espaços para nos tornarmos livres dos carros e repensar as ruas para torná-las mais amigáveis aos pedestres. Será que já estamos experimentando a morte lenta dos automóveis pelo mundo e favorecendo os que preferem caminhar ou andar de bicicleta? E se sim, como isso pode ser feito em uma escala ainda maior?

Interiores mexicanos: 18 espaços que usam os livros como elementos de projeto

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Ao longo dos anos, o design de interiores evoluiu de acordo com as necessidades que vão se apresentando, mas sobretudo de acordo com as experiências que se busca provocar no usuário. Nos últimos dois anos, testemunhamos uma mudança radical e um interesse especial por este assunto, pois a pandemia nos obrigou a prestar mais atenção na configuração dos espaços que habitamos. Isto fez com que surgissem projetos muito mais integrais, que atendem ao bem-estar do usuário, combinando cores, experiências sensoriais, tecnologia e elementos naturais que promovem a saúde.

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Perla Krauze apresenta instalação em grande escala sobre o Pedregal da Cidade do México

Perla Krauze apresenta instalação em grande escala sobre o Pedregal da Cidade do México - 1 的图像 4Perla Krauze apresenta instalação em grande escala sobre o Pedregal da Cidade do México - 2 的图像 4Perla Krauze apresenta instalação em grande escala sobre o Pedregal da Cidade do México - 3 的图像 4Perla Krauze apresenta instalação em grande escala sobre o Pedregal da Cidade do México - 4 的图像 4Perla Krauze apresenta instalação em grande escala sobre o Pedregal da Cidade do México - Mais Imagens+ 5

A artista mexicana Perla Krauze apresenta a mostra “NONSITE: el Pedregal revisitado” no Museo Universitario de Ciencias y Artes (MUCA Campus), localizado na Facultad de Arquitectura da UNAM, Cidade do México. Apresenta-se como uma instalação de grande escala que explora o Pedregal da zona sul da Cidade do México, região que abriga diversos sítios arqueológicos, incluindo as ruínas mais antigas do Vale do México: Cuicuilco e Copilco. Sua topografia se deve ao fato de que, há cerca de 1.700 anos, o vulcão Xitle entrou em erupção, espalhando imensos mares de lava e forçando a população local a abandonar a região.

St Patrick's Day: arquitetura contemporânea irlandesa pela obra de 7 escritórios

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Março é o mês em que se comemora o St Patrick's Day, ou Dia de São Patrício, uma homenagem ao padroeiro da Irlanda que faleceu no dia 17 de março de 461. Para além da comemoração religiosa, o St. Patrick's Day, é marcado por grandes festas nas ruas, bares e pubs de países de colonização inglesa como Canadá, Estados Unidos e, claro, a República da Irlanda.

A República da Irlanda está localizada na Ilha da Irlanda, a noroeste da Europa Continental e faz fronteira com a Irlanda do Norte, um dos países que compõem o Reino Unido, do qual conquistou sua independência logo no começo do século XX, em 1919, após um intenso conflito. Desde a Guerra da Independência o país tem lutado para valorizar e reconhecer sua cultura local, incluindo sua arquitetura, histórica ou contemporânea. Conheça um pouco mais da arquitetura do país através da obra dos sete escritórios contemporâneos reunidos a seguir.

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Conjuntos habitacionais em declive: Uma investigação sobre seis casos nas serras de Barcelona

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La mancha urbana contemporánea parece ampliar sus fronteras sin mayores restricciones  al mismo tiempo que aumenta su complejidad. Las grandes ciudades como Barcelona se han expandido a tal punto que sus límites políticos ya solo representan las líneas de demarcación de una gestión territorial que en la imagen satelital o en el intercambio vivencial, en muchas  ocasiones, prácticamente ya no existe o son difícilmente reconocibles. La lectura actual de su Área Metropolitana, extendida entre las sierras, los ríos y el mar, por otro lado, demuestra que esta expansión progresiva ha estado siempre condicionada por su particular enclave geográfico.

O design computacional é um osso duro de roer. Veja como os/as arquitetos/as podem ter sucesso

Embora o design computacional, como técnica aplicada ao campo da arquitetura, já exista há duas décadas, as infinitas possibilidades que ele apresenta estão apenas começando a ser descobertas. Os horizontes do projeto que utiliza softwares de programação estão se expandindo paralelamente à crescente popularidade de ferramentas como o Rhino 3D e o Revit. O que futuros/as arquitetos/as devem ter em mente a partir de agora, ao se prepararem para o mercado de trabalho, é que os softwares de design computacional não devem ser tratados apenas como um “item pendente” a ser riscado da lista para preencher o currículo. Em vez disso, trata-se de uma oportunidade de aprofundar os próprios instintos criativos.

10 livros de arquitetura e design para adicionar à sua lista de leitura de primavera

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Cortesia das Editoras

À altura do marco de dois anos do início da pandemia de COVID-19, quase nada parece igual a março de 2020 — seja o modo como trabalhamos, como estudamos ou mesmo como nos movimentamos em nossas próprias casas. Muitos títulos nesta seleção de lançamentos de livros de arquitetura e design de primavera evidenciam como autores/as e profissionais de design estão lidando com as grandes transformações do nosso tempo. Volumes como Why Design Matters, de Debbie Millman, e Design Emergency, de Paola Antonelli, compartilham os diversos pontos de vista e soluções de design de algumas das principais vozes criativas do mundo; Making Trouble, de Otto von Busch, e Yes to the City, de Max Holleran, avaliam formas de ativismo habitacional e do conceito "faça você mesmo" (DIY); enquanto Queerness of Home, de Stephen Vider, e Form Follows Feeling, de Suchi Reddy, exploram uma abordagem do espaço mais empática e centrada no ser humano. Todos eles, de alguma forma, voltam-se para o passado como um caminho para enxergar com clareza o futuro do ambiente construído.

Vagas em Shenzhen | Studio 10: Arquiteto(a), Gerente de Projetos, Designer de Interiores, Estagiário(a)

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Complexo de Atividades Comunitárias da Vila Qinchang, Henan, China. Imagem © Zhang Chao

Fundado em 2017, o Studio 10 é um escritório de design multidisciplinar com foco em arquitetura. Baseado nas cidades de Shenzhen e Hong Kong, o estúdio dedica-se a oferecer serviços personalizados e de alta qualidade em arquitetura, interiores, design de produtos e outras soluções criativas. Nosso escopo de pesquisa e projeto abrange tanto os ambientes urbanos de maior densidade do mundo contemporâneo quanto áreas rurais de baixa densidade. Como um estúdio multidisciplinar, compreendemos a arquitetura e o espaço como os mediadores mais importantes e onipresentes entre o ser humano e seu entorno natural, social e cultural. Em nossa prática, a arquitetura e o espaço não são apenas abrigos no ambiente ou meios de percepção do entorno, mas também catalisadores e geradores para a revitalização de comunidades urbanas e rurais, bem como para a melhoria ambiental. Ao longo desse processo, refletimos continuamente sobre nosso papel, buscando promover o progresso econômico, cultural e social por meio do espaço construído, em busca de um equilíbrio e de uma harmonia atemporais entre as pessoas e o meio ambiente.

Visando reconectar o ser humano à natureza, exploramos tratamentos não ortodoxos de formas e materiais no projeto, expressando o desejo de humanizar a arquitetura. Ao reintroduzir processos artesanais da era pré-industrial e pré-digital em nosso processo projetual, a arquitetura e o espaço tornam-se um híbrido de razão e intuição. Também investigamos constantemente materiais naturais e industriais recicláveis, reciclados ou reutilizados, ressignificando seu uso de forma inovadora para promover a conscientização e a sensibilidade ambiental.

Adjaye Associates projeta exposição com obras inéditas de Jean-Michel Basquiat

O escritório David Adjaye Associates foi contratado para projetar uma exposição com trabalhos inéditos do artista Jean-Michel Basquiat, que acontecerá no Edifício Starrett-Lehigh em West Chelsea, Nova York. Jean-Michel Basquiat: King Pleasure é a primeira mostra organizada pela família do artista após sua morte e contará com mais de 200 pinturas, desenhos e artefatos, além de recriações do estúdio de arte de Basquiat em Nova York e da Sala VIP Michael Todd do Palladium boate, para a qual o artista criou duas pinturas.

Como Singapura está criando um ambiente urbano mais verde

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Singapura vem continuamente construindo sua reputação como uma cidade na natureza, e seu design há muito tempo mostra uma forte consciência de reconhecer que os espaços verdes são importantes. Planejadores urbanos e arquitetos tomaram a decisão consciente de tecer a natureza por toda a cidade, à medida que continuam desenraizando novos edifícios e empreendimentos, incorporando a vida vegetal em qualquer forma, seja através de telhados verdes, jardins verticais escalonados ou paredes com plantas.

Este artigo explorará as ações pioneiras que estão ocorrendo em Singapura para criar uma cidade e nação com maior biodiversidade e como isso fornece uma visão de como outras grandes cidades podem adotar iniciativas semelhantes na próxima década para fornecer um plano para o futuro.

Como Singapura está criando um ambiente urbano mais verde - Image 1 of 4Como Singapura está criando um ambiente urbano mais verde - Image 2 of 4Como Singapura está criando um ambiente urbano mais verde - Image 3 of 4Como Singapura está criando um ambiente urbano mais verde - Image 4 of 4Como Singapura está criando um ambiente urbano mais verde - Mais Imagens+ 4

Aproveitando os avanços tecnológicos para trazer os profissionais de volta ao escritório

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O reposicionamento de escritórios é um dos maiores desafios enfrentados pelas empresas globais hoje. Isso vale tanto para escritórios de arquitetura quanto para os clientes atendidos por suas soluções de projeto. Nos últimos 18 meses, ocorreram transformações profundas no setor de AEC e, sem dúvida, na maioria das indústrias — muitas das quais influenciaram e moldaram as decisões de negócios tomadas durante a pandemia. Pode-se dizer que a pandemia apenas acelerou as transformações que já começavam a se delinear. A maior e mais notável delas ocorreu na área de comunicação e conectividade. Manter-se conectado e fornecer aos colaboradores as ferramentas e plataformas necessárias para colaborar, inovar e manter a produtividade tornou-se prioridade máxima para todas as empresas.

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