O que vem à sua mente quando você pensa em tecnologia? De todas as palavras que surgem na sua cabeça, “antigo” provavelmente não é uma delas. Sempre pensamos em tecnologias como algo que está no futuro.
Em um mundo onde soluções de alta tecnologia são praticamente sinônimo de desenvolvimento, Julia Watson adotou uma abordagem contrária. A designer australiana radicada em Nova York passou boa parte de sua carreira viajando para comunidades indígenas nas partes mais remotas do mundo – do Benin ao Iraque – para estudar como podemos aplicar suas inovações antigas ao ambiente contemporâneo de nosso planeta.
O artista, designer e arquiteto nigeriano Demas Nwoko foi reconhecido com o Leão de Ouro pelo conjunto de sua obra na 18ª Bienal de Arquitetura de Veneza, intitulada O Laboratório do Futuro. A decisão foi tomada com base na recomendação da curadora da exposição, Lesley Lokko, e aprovada pelo Conselho de Administração da La Biennale, presidido por Roberto Cicutto. A cerimônia de premiação ocorrerá na abertura do evento, em 20 de maio de 2023, na Ca'Giustinian, sede da La Biennale di Venezia.
A Arquitectonica refutou a acusação de Koolhaas de que a “arquitetura moderna nunca alcançou a prometida alquimia entre quantidade e qualidade”, e o enorme compêndio de Alistair Gordon sobre a obra do escritório certamente a desmente.
Mas e quanto ao elogio ambíguo de Rossi: “Na América… quantidade é qualidade!”? Embora seja absolutamente digna de elogios, a quantidade de obras não é a base da conquista da Arquitectonica—mesmo quando associada ao virtuosismo projetual. A importância da Arquitectonica deriva de certas contribuições específicas para a arquitetura moderna nos Estados Unidos.
Após um concurso internacional de projetos, o escritório de arquitetura londrino AL_A foi escolhido para projetar a nova Sala de Concertos da Filarmônica de Belgrado. O projeto se tornará um marco para a capital sérvia e representa o maior investimento cultural na região das últimas décadas. Localizado perto do histórico Palácio da Sérvia em Nova Belgrado, o projeto terá espaço para apresentações, ensaios e uma sala de concertos de 1.600 lugares. A equipe de projeto liderada por AL_A inclui a VDLA (paisagismo), a AFA Consult (engenharia) e o escritório local Zabriskie. Eles são acompanhados pela Arup, que coordena o projeto de acústica e teatral.
Em pleno bairro da Recoleta, na Cidade Autônoma de Buenos Aires, ergue-se o edifício de Clorindo Testa, Héctor César Lacarra e Elena Acquarone, implantado em um lote de 8,66 m de frente por 42 m de fundo. Projetada entre 1975 e 1978, após a promulgação da lei de propriedade horizontal, a fachada do edifício deixa transparecer uma série de terraços, vazios e passarelas acessíveis, que dão origem a um jogo alternado de pés-direitos duplos, proporcionando maior iluminação e ventilação natural aos diferentes ambientes das habitações.
Pegada de carbono, circularidade e sustentabilidade ambiental são termos cada vez mais presentes em muitos campos profissionais, mas o que significam e como se relacionam com a arquitetura e o ambiente construído? Conversamos com o engenheiro civil, ambiental e sanitarista Lucas Rosse Caldas sobre estas e outras questões emergentes da arquitetura.
Lucas é professor no Programa de Pós-Graduação em Arquitetura da Universidade Federal do Rio de Janeiro e no Programa de Engenharia Civil da mesma instituição. Participou da elaboração do capítulo 9, sobre edificações, do sexto relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC) e é autor de diversos artigos científicos e técnicos na área de arquitetura e construção sustentável.
Hoje chegou o dia de conhecer os finalistas do ODA2023: o prêmio de melhor arquitetura em espanhol. Nosso júri de especialistas — ou seja, vocês, nosso público leitor — selecionou 15 de seus projetos favoritos entre quase 1.000 obras de arquitetura construídas na América Latina e na Espanha.
Este prêmio se tornou uma verdadeira tradição que, este ano, chega à sua décima quinta edição. É um convite estendido a todo o nosso público leitor para que reconheça as obras publicadas durante o ano de 2022 que serviram de inspiração e que representam a identidade de seus contextos locais, em um planeta globalizado, marcando a forma de fazer arquitetura a partir da América Latina e da Espanha, em um mundo cada vez mais heterogêneo e multicultural.
Temos o prazer de apresentar os projetos finalistas do Prêmio Obra do Ano 2023. Após duas semanas de indicações, foram escolhidos os projetos favoritos entre centenas de obras construídas nos países de língua portuguesa. Nosso júri de especialistas, composto por nossos próprios leitores, realizou, mais uma vez, um excelente trabalho na seleção destas 15 obras.
A partir de hoje até o dia 3 de abril às 23h59 (horário de Brasília GMT-3) vocês podem votar uma vez por dia nas obras que consideram ser os melhores exemplos da arquitetura lusófona contemporânea. O resultado será divulgado no dia 4 de abril.
https://www.archdaily.com.br/pt/998354/premio-obra-do-ano-2023-conheca-os-15-finalistas-do-maior-premio-da-arquitetura-lusofonaArchDaily Team
Para nós, a prática da arquitetura é um processo orgânico de construção. Nesse percurso, enfatizamos três dimensões fundamentais: pesquisa, projeto e execução. Trata-se de etapas que, embora progressivas, estabelecem relações de paralelismo e interseção. Consolidados pelo amadurecimento de obras construídas e propostas teóricas, nossa colaboração cotidiana tornou-se mais sólida, e nosso caminho projetual reflete de forma clara três eixos principais: contexto histórico, engajamento comunitário e futuro inteligente. Nos últimos anos, amparados por uma visão arquitetônica diversa, complexa e aberta, buscamos criar cenários e espaços dinâmicos a partir da narrativa singular de cada projeto, em busca de valor e poesia atemporais. Nosso objetivo é conceber, por meio de uma linguagem arquitetônica precisa e poética, ambientes habitáveis que proporcionem dignidade à sociedade.
Desde 2021, com o objetivo de oferecer um atendimento mais refinado aos projetos locais em Hangzhou e na região do Delta do Rio Yangtze, o ALYA estabeleceu seu escritório em Hangzhou e, simultaneamente, estruturou uma equipe de desenho urbano. Ao longo dos anos, o escritório tem recebido ampla atenção da mídia internacional, acumulando diversos prêmios e participações em exposições. Entre os reconhecimentos destacam-se a Medalha de Ouro da ARCASIA (Associação de Arquitetos da Ásia), o prêmio principal de Hotel do Ano do Dezeen Awards, o prêmio de Escritório de Design do Ano e Arquitetura Sustentável da BUILD, o prêmio DFA (Design for Asia Awards), a Bienal de Arquitetura de Veneza, o Wallpaper* Design Awards, o WA Chinese Architecture Award e o Future Award da IDEAT. Em 2021, o fundador do ALYA, Liu Yuyang, foi nomeado pelo Hangzhou Canal Group como consultor-chefe de planejamento e design para a integração cultural e turística do Grande Canal de Hangzhou. Após o período singular de três anos de pandemia global, o ALYA celebra em 2023 a conclusão de uma série de projetos construídos, além do desenvolvimento ordenado de novas propostas de alta qualidade, refinamento, sustentabilidade e inovação alinhadas às tendências do futuro.
Se você acompanha o desenvolvimento saudável dos escritórios de arquitetura de excelência na China, possui um espírito profissional voltado à inovação e ao detalhe, demonstra entusiasmo para explorar o desconhecido e coragem para enfrentar desafios, e deseja crescer junto a uma equipe de design profissional sediada no Delta do Rio Yangtze com projeção global, convidamos você — que compartilha de nossos valores e deseja se engajar plenamente — a se juntar ao ALYA!
Além de proporcionar proteção externa, ventilação natural, isolamento e eficiência energética, a presença de fachadas realça a personalidade e o caráter do edifício. Entre os diferentes tipos de sistemas de fachada, as estratégias de revestimento se destacam por sua variedade de materiais e texturas — como metal, vidro, pedra, madeira e compósitos —, que resultam em estruturas duráveis, de baixa manutenção e visualmente atraentes. Inovando com texturas, formas e tecnologias, a BŌK Modern desenvolveu diferentes painéis metálicos para criar sistemas de revestimento de fachada funcionais e estéticos. Apresentando seis projetos arquitetônicos, analisamos os atributos práticos e visuais de rainscreens e wallscreens.
Uma fonte de pias. Imagem Cortesia de Arvi Anderson
O Centro de Arquitetura da Estônia escolheu a exposição "Home Stage", com curadoria de Aet Ader, Arvi Anderson e Mari Möldre da b210 Architects, para representar o Pavilhão da Estônia na 18ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza. Montada em um apartamento alugado perto da saída dos fundos do complexo Arsenale, a exposição explora a contradição entre o local de moradia como um lar e como um valor de troca. Artistas estonianos farão uma residência neste apartamento em Veneza, que se tornará tanto uma casa como um palco. A exposição estará aberta de 20 de maio a 26 de novembro de 2023.
Após duas semanas empolgantes de indicações, o público do ArchDaily avaliou mais de 700 projetos e selecionou os 10 finalistas do prêmio Building of the Year Award China. Profissionais da arquitetura e entusiastas participaram do processo de indicação, escolhendo projetos que exemplificam o que significa levar a disciplina adiante. Estes finalistas são as obras que mais inspiraram as pessoas que acompanham o ArchDaily, revelando também as tendências crescentes da arquitetura chinesa.
O Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023 é um convite para arquitetos de todo o mundo se reunirem em Copenhague para explorar e comunicar como a arquitetura influencia os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (SDGs) da ONU. A Seção Científica do Congresso Mundial da UIA foi encarregada de desenvolver a agenda Futuros Sustentáveis - Não Deixe Ninguém Para Trás. Por mais de dois anos, seu Comitê Científico Internacional vem analisando as várias maneiras pelas quais a arquitetura responde aos SDGs. O trabalho resultou na formulação de seis temas: adaptação climática, repensando os recursos, comunidades resilientes, saúde, inclusão e parcerias para a mudança. O ArchDaily está colaborando com a UIA para compartilhar artigos referentes aos seis temas e se preparar para a abertura do Congresso em 2 de julho de 2023.
Figura 4. Modelo Abierto Valentín del Río MVD LAB IM. Image Cortesía de Revista rita_
Este artigo de Antonio Giráldez López foi publicado originalmente na edição nº 17 da revista rita com o título "Fazer cidade através de arquiteturas maleáveis". Por meio de trechos de conversas com a Usina de Innovación Colectiva, o texto reconstrói uma experiência de transformação urbana efêmera no antigo Mercado Modelo de Montevidéu, Uruguai. Trata-se de uma intervenção na qual as ações e os programas ganham relevância diante das construções imponentes, permitindo imaginar novas possibilidades para infraestruturas em desuso. A proposta interdisciplinar surge da máxima de geração de comunidades, laboratórios cidadãos e "entretempos" (períodos de transição), contrapondo-se às dinâmicas de gestão privada que, cada vez mais, ameaçam esse tipo de espaço.
Cemitério de San Cataldo. Foto de Trevor Patt, via Flickr. Licença CC BY-NC-SA 2.0
Cemitérios estão entre os programas arquitetônicos com maior carga simbólica. Sugerem rituais, rigor e solenidade, ao mesmo tempo que devem oferecer algum tipo de conforto ou acolhimento, senão para aqueles que se despedem de seus entes queridos, pelo menos para “garantir" um pós-morte digno para aqueles que se foram. O Cemitério de San Cataldo, de Aldo Rossi e Gianni Braghieri, à primeira vista, cumpre com a primeira parte da afirmação anterior. Em parte porque o projeto não foi inteiramente construído, a austeridade e vazios predominam. Mas ao se considerar o projeto proposto, talvez a aridez se mantivesse, e a dureza fosse sentida com mais ênfase. Composto de edifícios de formas puras quase abstratas, sem detalhes ou revestimentos nobres, o projeto do cemitério é um bom exemplo da produção de Aldo Rossi à época de sua concepção, por volta de 1970.
O projeto de reforma do Complexo Pacaembu ficou entre os vencedores do prêmio AR Future Projects, promovido pela revista britânica The Architectural Review. O anúncio foi feito no dia 14 de março e a premiação oficial acontecerá em Londres no início de junho. Destaque na categoria “Novo e antigo”, o projeto ficou entre os três “mais enaltecidos” dentre os premiados do ano.
No ArchDaily, nos esforçamos para manter nossa comunidade bem informada sobre todos os aspectos da arquitetura. Seja notícias de última hora, eventos futuros, competições, projetos construídos ou novos materiais, nossas leitoras e leitores recebem uma seleção de boletins informativos selecionados de acordo com suas preferências.
Escondidos à vista de todos, os tetos costumam ser a última superfície em que designers de interiores e arquitetos/as pensam. No entanto, esse plano amplo e desobstruído de gesso ou concreto oferece muito mais liberdade criativa do que imaginamos. As regras do design moderno exigem que o teto seja mantido limpo — não com o uso de um esfregão telescópico, mas eliminando o acabamento chapiscado, os papéis de parede texturizados ou os ornamentos de gesso que assombram as memórias dos tetos do passado.
Se, por um lado, muitos clientes aceitam essa necessidade contemporânea de linhas limpas com resignação — optando por acabamentos de gesso liso com spots embutidos discretos, porém esquecíveis —, por outro, clientes mais ousados reconhecem o potencial do teto como um canal de expressão criativa.
Cortesia de Play-Time, Art Gallery of Ontario, Diamond Schmitt, Selldorf Architects e Two Row Architect.
A Art Gallery of Ontario (AGO) anunciou um projeto de expansão projetado pelos escritórios Diamond Schmitt, Selldorf Architects e Two Row Architect. O projeto da Dani Reiss Modern and Contemporary Gallery aumentará a área expositiva do museu em 40.000 pés quadrados, com 13 novas galerias distribuídas em cinco pavimentos.
A fachada externa da extensão complementará de forma sutil o ambiente construído existente da AGO, respeitando a escala do bairro no entorno. Localizada um pavimento acima da atual doca de carga da AGO, a Dani Reiss Modern and Contemporary Gallery ficará inserida entre a AGO e a OCAD University. O novo volume conectará as galerias existentes a partir de quatro pontos, melhorando significativamente a circulação de visitantes dentro e fora do museu.
Lake House, Hudson Valley, Nova York. Imagem cortesia de RS Mannino
A seleção com curadoria desta semana das Melhores Obras não Construídas destaca villas visionárias enviadas pela comunidade do ArchDaily. De um moderno refúgio de fim de semana à beira de um lago em Nova York, passando por uma villa mediterrânea em Portugal que mescla o interior e o exterior, até um complexo residencial de taipa de pilão com cinco villas que se dobram sobre a paisagem de Bali, esta seleção de projetos não construídos demonstra como os/as arquitetos/as estão indo além da arquitetura residencial convencional, expandindo os limites do luxo.
Cada projeto traz uma visão distinta, gerada pelas condições únicas do local, e foi desenhado especificamente para os/as futuros/as usuários/as da villa. Além disso, escritórios como Bittoni Architects, Lipman Architects e RS Mannino Architects apresentaram propostas que brincam com a materialidade, conferindo características singulares às casas.
“Como garantir que os novos parques não causem uma ‘gentrificação verde’, o que pode levar à exclusão e ao deslocamento de comunidades vulneráveis? Como assegurar que não desalojemos as próprias comunidades que os novos parques deveriam atender?”, perguntou Dede Petri, CEO da Olmsted Network (anteriormente National Association of Olmsted Parks), durante um evento da Olmsted 200.
Novos parques deveriam ser acessíveis a todos, mas, em muitas áreas urbanas, parques viabilizados pelo setor imobiliário atraem principalmente a parcela mais rica da população. Embora as cidades se beneficiem do aumento do desenvolvimento imobiliário no entorno dessas novas áreas verdes — o que gera maior arrecadação de impostos —, isso levanta questionamentos sobre se tais espaços podem, na prática, resultar no deslocamento de comunidades locais.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138255/novas-estrategias-para-prevenir-a-gentrificacao-verdeJared Green
A tolerância das pessoas ao som no local de trabalho varia em diferentes momentos. Curar a acústica exige uma abordagem híbrida, combinando áreas para trabalho focado e condições confortáveis para reuniões. Imagem cortesia de Haworth
Seriam as habilidades dignas de prêmio do/a barista no café do terceiro andar que tornam seus dias no escritório toleráveis? Ou será a possibilidade de reservar uma mesa e uma cadeira com ajuste de altura para chamar de suas, enquanto o resto do mundo adota estações de trabalho rotativas? Talvez seja saber que o aquecimento de suas mãos e pés é pago por outra pessoa, ou que, neste espaço, você é simplesmente você, e não mãe, pai, filha/o ou parceiro/a. Ou talvez você atribua isso simplesmente à camaradagem da equipe e ao senso de propósito comum. Uma coisa, contudo, é inquestionável: desde a recente reestruturação de nossas práticas de trabalho, tornou-se mais importante do que nunca equilibrar produtividade e bem-estar no escritório, sendo a satisfação e o conforto fundamentais para ambos.
Tadao Ando. Imagem Cortesia do Tadao Ando Architect & Associates
A Naomi Milgrom Foundation anunciou a escolha de Tadao Ando para projetar o MPavilion 10, no Queen Victoria Gardens, em Melbourne. Este será o primeiro projeto de Ando na Austrália. Em sua 10ª edição, o MPavilion garante total liberdade aos designers para elaborar suas propostas e concretizar suas visões. Os detalhes do projeto de Tadao Ando serão divulgados em maio e o pavilhão está programado para abrir ao público em 16 de novembro de 2023.
Em 1950, Le Corbusier foi convidado a projetar a nova capital do estado indiano de Punjab, a cidade de Chandigarh, após sua separação e recente independência. A oportunidade de criar uma nova utopia foi inigualável e agora é vista como uma das maiores experiências urbanas da história do planejamento e da arquitetura. A cidade foi formada por padrões viários em retícula ortogonal, de estilo europeu, e edifícios em concreto aparente — o auge dos ideais de Corbusier ao longo de sua carreira. Mas o que é menos conhecido sobre a concepção e realização de Chandigarh foi a mulher que trouxe para o projeto sua experiência em projetar habitações sociais em toda a África. Por três anos, trabalhando ao lado de Corbusier e ajudando-o a projetar alguns dos edifícios mais conhecidos de Chandigarh, esteve Jane Drew.