1. ArchDaily
  2. Noticias

Noticias

Abrindo as portas / Ultimate Doors and Joinery: A arte de criar uma entrada triunfal

Grandes entradas são a especialidade de Bill Alam, diretor da empresa Ultimate Doors and Joinery, sediada em Sydney, no oitavo episódio de Opening up.

Acesso exclusivo

Se o dinheiro não cresce em árvore, árvores tendem a crescer mais próximas ao dinheiro

A presença e distribuição de espaços verdes nas cidades costuma ocorrer de maneira desigual por seu território, e eles não são acessados e desfrutados por seus cidadãos da mesma forma. A relação entre a vegetação e a concentração de riqueza em áreas urbanas é um fenômeno complexo e multifacetado, e que inclusive pode ser percebido através de imagens aéreas de muitas áreas urbanas, onde a cor verde parece ter maior destaque e concentração nas regiões mais valorizadas economicamente. Essa ligação tem sido objeto de reflexão e debate em todo o mundo, e desempenha um papel significativo na forma como as disparidades socioeconômicas se manifestam espacialmente e afetam a qualidade de vida das populações urbanas, sobretudo as mais vulneráveis.

Se o dinheiro não cresce em árvore, árvores tendem a crescer mais próximas ao dinheiro - Image 1 of 4Se o dinheiro não cresce em árvore, árvores tendem a crescer mais próximas ao dinheiro - Image 2 of 4Se o dinheiro não cresce em árvore, árvores tendem a crescer mais próximas ao dinheiro - Image 3 of 4Se o dinheiro não cresce em árvore, árvores tendem a crescer mais próximas ao dinheiro - Image 4 of 4Se o dinheiro não cresce em árvore, árvores tendem a crescer mais próximas ao dinheiro - Mais Imagens+ 1

Quebrando o padrão: 10 arquitetos que ousam na paleta de cores

As cores são muito mais do que apenas estética. Elas podem interferir nas sensações que um espaço transmite, como percebemos o ambiente e até mesmo em questões de conforto. Com tantos fatores que elas podem influenciar, utilizá-las não é uma tarefa fácil e, por isso, muitos arquitetos optam por manter o clássico branco, escalas de cinza ou ainda os materiais aparentes para evitar qualquer possível conflito visual. No entanto, algumas práticas de arquitetura ousam nas paletas escolhidas e geram obras únicas que se destacam exatamente pela forma que as cores ajudam a compor o projeto.

Quebrando o padrão: 10 arquitetos que ousam na paleta de cores - Image 1 of 4Quebrando o padrão: 10 arquitetos que ousam na paleta de cores - Image 2 of 4Quebrando o padrão: 10 arquitetos que ousam na paleta de cores - Image 3 of 4Quebrando o padrão: 10 arquitetos que ousam na paleta de cores - Image 4 of 4Quebrando o padrão: 10 arquitetos que ousam na paleta de cores - Mais Imagens+ 18

Acesso exclusivo

Como a arquitetura contemporânea brasileira tem pensado os espaços educativos?

Hoje se celebra o Dia do Estudante. Comemorado desde 1927, o dia comemora o acesso a um direito fundamental de todos os cidadãos: o ensino. Quase um século depois, surgiram novas didáticas, formas de enxergar a aprendizagem e, com isso, também novas arquiteturas que abrangem não só os avanços pedagógicos, mas também técnicos. Sendo assim, reunimos aqui sete exemplos de espaços educacionais brasileiros projetados depois de 2020 que, com soluções que destacam importantes pontos, ajudam a construir um pequeno panorama de referências sobre o tema.

Como a arquitetura contemporânea brasileira tem pensado os espaços educativos? - Image 1 of 4Como a arquitetura contemporânea brasileira tem pensado os espaços educativos? - Image 2 of 4Como a arquitetura contemporânea brasileira tem pensado os espaços educativos? - Image 3 of 4Como a arquitetura contemporânea brasileira tem pensado os espaços educativos? - Image 4 of 4Como a arquitetura contemporânea brasileira tem pensado os espaços educativos? - Mais Imagens+ 15

Acesso exclusivo

Na curva da tendência: projetos de interiores que exploram as formas arredondadas

Após anos de reinado, as linhas ortogonais e os ângulos retos nos projetos de interiores estão cedendo lugar aos desenhos orgânicos e formas arredondadas. Com essa significativa mudança na linguagem formal, percebe-se cada vez mais a invasão de curvas delicadas e volumes amorfos nas peças de design, mobiliários e elementos decorativos. Há quem diga que essa situação pode estar indiretamente associada ao aumento no interesse pela sustentabilidade e na busca por estratégias que aproximem o homem da natureza, como o próprio conceito de biofilia, constantemente presente em projetos de diferentes escalas. Uma condição reforçada ainda pelo período de isolamento social na pandemia de Covid-19, o qual incitou as pessoas a criarem maneiras pelas quais a natureza pudesse estar presente dentro das casas, aumentando o bem-estar no cotidiano.

Na curva da tendência: projetos de interiores que exploram as formas arredondadas - Image 1 of 4Na curva da tendência: projetos de interiores que exploram as formas arredondadas - Image 2 of 4Na curva da tendência: projetos de interiores que exploram as formas arredondadas - Image 3 of 4Na curva da tendência: projetos de interiores que exploram as formas arredondadas - Image 4 of 4Na curva da tendência: projetos de interiores que exploram as formas arredondadas - Mais Imagens+ 21

Um bom projeto (nem) sempre depende de um software

O ArchDaily apresentou seu tema mensal de julho — processos projetual — e não perdeu a oportunidade de abrir a discussão sobre como o uso de tecnologias está sendo incorporado à forma de fazer arquitetura. Embora a disciplina venha avançando há anos em campos como inteligência artificial (IA), realidade virtual (RV), modelagem paramétrica, BIM e outras ferramentas de ponta, sua implementação e sistematização nos processos cotidianos de projeto ainda são lentas.

Ao longo do mês, realizamos uma chamada aberta para ouvir as experiências e aprender com nossos leitores, explorando juntos como as últimas inovações estão transformando o desenvolvimento da profissão. Depois de revisar uma quantidade imensa de comentários e opiniões, foi surpreendente encontrar concordâncias sobre como filtramos e atualizamos as tecnologias que usamos nos processos de projeto. Confira os principais pontos de vista a seguir.

Acesso exclusivo

Fabricação digital e biomateriais na arquitetura: fusão de identidade e tecnologia

Pedras esculpidas foram as primeiras ferramentas que os hominídeos usaram para transformar seu ambiente. É emocionante imaginar como, desde a Idade da Pedra, e graças ao longo processo evolutivo da humanidade, as ferramentas que usamos evoluíram de pedras simples para sistemas robóticos complexos. Esses avanços representam uma revolução nos métodos de produção, tanto no nível industrial atual quanto em escala local.

Tecnologias como inteligência artificial (IA) e sistemas de fabricação digital têm sido percebidas como ameaças que substituem o trabalho, variando de acordo com o contexto. Na América Latina, a fabricação manual é profundamente enraizada, especializada e com bom custo-benefício em alguns setores, tornando a substituição digital menos urgente. Em contraste, biomateriais derivados de fungos ou resíduos agrícolas oferecem alternativas de construção ambientalmente amigáveis, promovendo sustentabilidade e economia circular. Isso estimula discussões significativas sobre o potencial da fabricação digital, exigindo uma compreensão dos recursos e desafios locais. Portanto, isso estabelece as bases para biomateriais que preservam a identidade ao oferecer soluções para questões locais.

Conectividade e expansão: o Metrô de Santiago amplia suas linhas e estações

O Metrô de Santiago do Chile está passando por um importante processo de melhoria na conectividade. Não só vimos na superfície o início das obras em diversas estações da cidade e a incorporação de duas novas saídas na estação Tobalaba — que se conectam ao novo MUT Mercado Urbano de Tobalaba —, mas, no subsolo, também estão ocorrendo mudanças relevantes: a extensão das linhas 2 e 3 e o anúncio das linhas 7 e 9.

Acesso exclusivo

As primeiras fotos do Censo 2022: um retrato da dinâmica urbana

A divulgação recente dos primeiros resultados do Censo 2022 é fabulosa para qualquer pessoa que acredita no uso de dados para orientar negócios e políticas públicas. O debate sobre eles já começou, e o impacto real será de longo prazo. Da política habitacional à representatividade legislativa, muita coisa pode mudar em função dessa pesquisa. Mas cautela e canja de galinha nunca fizeram mal a ninguém, dizem com razão — apesar de não gostar do segundo.

Acesso exclusivo

The Second Studio Podcast: Superando os desafios das reformas

The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast sem filtros sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado por David Lee e Marina Bourderonnet, profissionais da arquitetura, o programa traz diferentes profissionais do meio criativo em conversas espontâneas que dão espaço para análises profundas e discussões pessoais.

Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios são entrevistas, enquanto outros trazem dicas para profissionais de design, avaliações de edifícios e outros projetos, ou explorações informais sobre o cotidiano e o design. O podcast The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.

Esta semana, David e Marina, da FAME Architecture & Design, discutem os desafios únicos das reformas residenciais e como os resolvem. A dupla aborda o escopo e a visão de projeto, análises de design, três tipos diferentes de projetos de reforma e como abordá-los, a previsão e o planejamento para imprevistos na obra, a importância de ter uma mentalidade adaptável, o desafio mais comum enfrentado por clientes (o aumento progressivo do escopo), entre outros temas.

Acesso exclusivo

Perspectiva de gênero na arquitetura e no urbanismo: uma seleção de artigos para se aproximar do tema

Não é novidade que a questão de gênero permeia toda a nossa organização como sociedade e sistema, refletindo diretamente a dualidade dos "papéis femininos e masculinos" e seus mecanismos de opressão de gênero. No âmbito da arquitetura e do urbanismo isso não é diferente. Ao longo dos séculos, as cidades e suas edificações têm se mantido e se transformado de forma a priorizar as demandas de um perfil bem específico de usuário. Tal estrutura, obviamente, não considera outras identidades e formas de apropriação, ou seja, a demanda real e toda a sua diversidade de classes sociais, gênero, cores, faixas etárias, orientações sexuais, etc. São planejamentos e projetos disfarçados de uma concepção “neutra”, mas que na verdade reproduzem o olhar de um homem branco de classe média.

Acesso exclusivo

A produção de um novo modelo de HIS: o programa + Lapena Habitar e sua arquitetura

O projeto +Lapena Habitar, uma parceria da Fundação Tide Setubal e do BlendLab, busca contribuir para a transformação urbana de bairros periféricos por meio de um novo modelo de produção de habitação de interesse social (HIS). Partindo de um processo iniciado em 2020, as instituições vêm desenvolvendo um projeto piloto na Zona Leste de São Paulo de oferta e gestão de moradia que incorpora aspectos de desenvolvimento urbano, arquitetura, estratégias de acesso à moradia de qualidade, processos pré e pós ocupação, participação social, modelo de aluguel, gestão coletiva, modelo de negócio e financiamento.

A produção de um novo modelo de HIS: o programa + Lapena Habitar e sua arquitetura - Image 1 of 4A produção de um novo modelo de HIS: o programa + Lapena Habitar e sua arquitetura - Image 2 of 4A produção de um novo modelo de HIS: o programa + Lapena Habitar e sua arquitetura - Image 3 of 4A produção de um novo modelo de HIS: o programa + Lapena Habitar e sua arquitetura - Image 4 of 4A produção de um novo modelo de HIS: o programa + Lapena Habitar e sua arquitetura - Mais Imagens+ 19

Acesso exclusivo

Arquitetura para prevenção do declínio cognitivo: contribuições do espaço para o envelhecimento saudável

O declínio cognitivo é uma preocupação crescente de saúde pública que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Em meio a uma população que está envelhecendo, estratégias que ajudem a prevenir ou mitigar a deterioração cognitiva se tornam cada vez mais relevantes para apoiar o envelhecimento saudável e a manutenção da independência por mais tempo. Estudos no campo da neurociência aplicada à arquitetura (neuroarquitetura) vêm mostrando que o ambiente físico, tanto interno como externo, público ou privado, desempenha um papel fundamental nesse aspecto [1]. Nesse sentido, arquitetos e urbanistas podem direcionar seus projetos para criar soluções que contribuam significativamente para esse objetivo.

Arquitetura para prevenção do declínio cognitivo: contribuições do espaço para o envelhecimento saudável - Image 1 of 4Arquitetura para prevenção do declínio cognitivo: contribuições do espaço para o envelhecimento saudável - Image 2 of 4Arquitetura para prevenção do declínio cognitivo: contribuições do espaço para o envelhecimento saudável - Image 3 of 4Arquitetura para prevenção do declínio cognitivo: contribuições do espaço para o envelhecimento saudável - Image 4 of 4Arquitetura para prevenção do declínio cognitivo: contribuições do espaço para o envelhecimento saudável - Mais Imagens

"Para nós o projeto é o centro de tudo": entrevista com Branco Del Rio Arquitectos

Fazer mais com menos é uma questão arquitetônica urgente. Mais ainda se pensarmos no contexto recente, em que às questões ambientais sobrepõem-se crises econômicas e sociais em diversas partes do mundo. É nesse contexto que o escritório Branco Del Rio Arquitectos vem desenvolvendo sua prática desde que foi fundado em 2014, na cidade de Coimbra. Nascida num período de instabilidade em Portugal, a firma é o resultado da busca de Paula del Rio e João Branco por uma arquitetura simples que procura responder às demandas impostas da forma mais objetiva possível.

Em menos de dez anos de atuação, o escritório coleciona prêmios em concursos, reconhecimentos internacionais e, recentemente, foi selecionado como uma das melhores Novas Práticas do ArchDaily de 2023. Tivemos a oportunidade de conversar com os arquitetos sobre sua experiência com reabilitações, seus projetos de habitação coletiva e sua prática caracterizada pela economia de meios.

Acesso exclusivo

A importância do design regenerativo para a sustentabilidade ambiental

Estamos vivendo um momento de emergência. Desde o início da industrialização, temos corrido pelos recursos finitos de nosso planeta como se fossem ilimitados, esgotando e desestabilizando os próprios ecossistemas dos quais dependemos para nosso sustento, economia, alimentação, saúde e qualidade de vida.

Em apenas 50 anos, perdemos mais da metade da vida selvagem do mundo. No momento, a Terra está a caminho de aquecer além de 1,5 graus celsius, o que os cientistas alertam ser um limite planetário rígido para os ecossistemas existentes na Terra. Este é um “código vermelho para a humanidade”, conforme descrito no Sexto Relatório de Avaliação do IPCC. Continuar em nosso caminho atual significará danificar irreversivelmente as próprias condições que sustentam a vida neste planeta.

A importância do design regenerativo para a sustentabilidade ambiental - Image 1 of 4A importância do design regenerativo para a sustentabilidade ambiental - Image 2 of 4A importância do design regenerativo para a sustentabilidade ambiental - Image 3 of 4A importância do design regenerativo para a sustentabilidade ambiental - Image 4 of 4A importância do design regenerativo para a sustentabilidade ambiental - Mais Imagens

Materiais naturais ou artificialmente pigmentados? Explorando variações de cores e seus efeitos

A materialidade é um fator determinante para moldar o caráter e a experiência de um edifício. Brincando com as qualidades estéticas e táteis dos materiais, o processo de design abrange sua análise, seleção e arranjo para criar espaços com propósito e ricos sensorialmente. Juntamente com texturas e padrões, explorar a materialidade também envolve o estudo das possibilidades de cores. O papel versátil da cor nos materiais arquitetônicos se estende além da mera estética, pois pode ampliar oportunidades de design e influenciar respostas emocionais, funcionalidade, relevância cultural e desempenho ambiental.

Embora cada material tenha sua cor inerente distinta, a adição de pigmentos artificiais ou naturais pode modificá-los em favor da identidade do projeto. Mergulhando no debate sobre a manutenção da estética crua ou a alteração dos tons naturais de um material, mostramos vários projetos para estudar as diferenças entre o uso de pigmentação natural versus artificial de vidro, concreto, tijolo, pedra e madeira.

Materiais naturais ou artificialmente pigmentados? Explorando variações de cores e seus efeitos - Image 1 of 4Materiais naturais ou artificialmente pigmentados? Explorando variações de cores e seus efeitos - Image 2 of 4Materiais naturais ou artificialmente pigmentados? Explorando variações de cores e seus efeitos - Image 3 of 4Materiais naturais ou artificialmente pigmentados? Explorando variações de cores e seus efeitos - Image 4 of 4Materiais naturais ou artificialmente pigmentados? Explorando variações de cores e seus efeitos - Mais Imagens+ 66

Acesso exclusivo

Empreendedorismo, arquitetura e urbanismo

O mercado de trabalho na arquitetura e urbanismo é altamente competitivo. A demanda por projetos inovadores, sustentáveis e esteticamente agradáveis é alta, o que impulsiona um ambiente de alta concorrência. Além disso, as mudanças nas tecnologias e as crescentes expectativas dos clientes exigem adaptação constante. Quais são os obstáculos, as oportunidades, os métodos, as “traquitanas e traquinagens” que são necessárias para adentrar na “selva” do empreendedorismo? A partir das experiências dos convidados, este episódio especial propõe um diálogo livre e divertido sobre o tema.

Acesso exclusivo

Quando o reúso adaptativo gera uma transformação positiva

Quando se faz uma bagunça, geralmente é mais fácil levantar as mãos e começar do zero. Mas, embora possa ser mais difícil, o reuso adaptativo — quando a arquitetura pega algo velho e quebrado e o traz de volta à vida — pode trazer benefícios para todos.

Ao planejar edifícios sociais e culturais tão necessários para o uso público, em vez de usar materiais novos (ou mesmo materiais reciclados que precisam ser coletados, desmontados, reformulados e transportados), existem muitos recursos locais já disponíveis: tudo o que precisamos fazer é enxergá-los.

Esses projetos de reutilização adaptativa transformam edifícios desativados, projetos esquecidos e ambientes desprezados em algo novo, trazendo vida e novo propósito.

Rumo à sustentabilidade urbana: a cidade de Rosário é selecionada para o programa estadunidense “Cities Forward”

Com o objetivo de construir um futuro mais sustentável, inclusivo e resiliente, o Departamento de Estado dos EUA, o ICLEI - Governos Locais pela Sustentabilidade, o Resilient Cities Catalyst e o Instituto das Américas anunciaram recentemente a lista de cidades da América Latina, do Caribe e dos Estados Unidos que participarão do programa “Cities Forward” (Cidades em Movimento). A cidade de Rosario, na Argentina, foi selecionada para trabalhar em parceria com a cidade de Chattanooga, no Tennessee, Estados Unidos.

"Para que possamos estar aqui daqui a 100 anos": Em conversa com Josephine Michau, curadora do Pavilhão da Dinamarca na Bienal de Veneza 2023

O Pavilhão Dinamarquês deste ano na 18ª Mostra Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia, teve curadoria de Josephine Michau. Intitulada “Coastal Imaginaries” (Imaginários Costeiros), a exposição aborda soluções para mitigar desafios globais como a elevação do nível do mar e inundações causadas por tempestades. Diretamente de Veneza, o ArchDaily teve a oportunidade de conversar com a curadora Josephine Michau, que compartilhou o processo de pensamento por trás do pavilhão, as colaborações realizadas e sua expectativa de iniciar um diálogo significativo a partir da mostra.

"Para que possamos estar aqui daqui a 100 anos": Em conversa com Josephine Michau, curadora do Pavilhão da Dinamarca na Bienal de Veneza 2023 - Imagem 1 de 4"Para que possamos estar aqui daqui a 100 anos": Em conversa com Josephine Michau, curadora do Pavilhão da Dinamarca na Bienal de Veneza 2023 - Imagem 2 de 4"Para que possamos estar aqui daqui a 100 anos": Em conversa com Josephine Michau, curadora do Pavilhão da Dinamarca na Bienal de Veneza 2023 - Imagem 3 de 4"Para que possamos estar aqui daqui a 100 anos": Em conversa com Josephine Michau, curadora do Pavilhão da Dinamarca na Bienal de Veneza 2023 - Imagem 4 de 4Para que possamos estar aqui daqui a 100 anos: Em conversa com Josephine Michau, curadora do Pavilhão da Dinamarca na Bienal de Veneza 2023 - Mais Imagens+ 1

Acesso exclusivo

Capturando a essência de Delos: uma jornada fotográfica com Erieta Attali

Aninhada no meio do Mar Egeu, a antiga ilha de Delos surge como um testemunho atemporal da engenhosidade humana e da harmoniosa interação entre arquitetura e natureza nesta série de fotografias de Erieta Attali comentada pelo arquiteto Angelo Bucci. Inspirado pelo trabalho de Attali, Bucci cria uma narrativa que explora a profunda conexão entre arquitetura e o ambiente, ecoando o ethos de Delos.

Enquanto o planeta bate recordes de temperatura, o que as cidades estão fazendo para mitigar esses efeitos?

O Instituto Goddard de Estudos Espaciais (GISS) da NASA em Nova York acaba de anunciar que o mês de julho de 2023 foi mais quente do que qualquer outro mês já registrado em termos de temperatura global. Atingindo 1,12 graus Celsius acima da média de julho do século XX, este mês foi mais quente do que qualquer mês desde 1850, quando o banco de dados da NOAA começou. A crise climática em geral tornou as ondas de calor mais intensas, colocando milhões de pessoas em perigo. Esses efeitos crescentes da crise climática também afetam severamente cidades em todo o mundo, representando uma ameaça para os habitantes urbanos.

Enquanto o planeta bate recordes de temperatura, o que as cidades estão fazendo para mitigar esses efeitos? - Image 1 of 4Enquanto o planeta bate recordes de temperatura, o que as cidades estão fazendo para mitigar esses efeitos? - Imagem de DestaqueEnquanto o planeta bate recordes de temperatura, o que as cidades estão fazendo para mitigar esses efeitos? - Image 2 of 4Enquanto o planeta bate recordes de temperatura, o que as cidades estão fazendo para mitigar esses efeitos? - Image 3 of 4Enquanto o planeta bate recordes de temperatura, o que as cidades estão fazendo para mitigar esses efeitos? - Mais Imagens+ 1

Acesso exclusivo

Planejamento urbano "top-down" e "bottom-up": uma abordagem sinérgica

Desde as cidades gregas antigas até as idealizadas pela Renascença, a história do planejamento urbano é um reflexo das estruturas de poder em evolução e das prioridades da sociedade. A estrutura organizacional de uma cidade está profundamente enraizada nas necessidades culturais e nas relações sociais. O desenvolvimento urbano contemporâneo, por sua vez, é marcado por uma dicotomia — o contraste entre estratégias de planejamento de cima para baixo (top-down), lideradas por entidades influentes e órgãos governamentais, e as iniciativas de baixo para cima (bottom-up), impulsionadas pelas comunidades locais. Essa interação molda as cidades, influenciando desde aspectos da infraestrutura e espaços públicos até os modelos habitacionais e a atmosfera urbana. Investigar as diferenças entre essas estratégias é essencial para a construção de uma paisagem urbana harmônica que atenda às necessidades de seus moradores.

Planejamento urbano "top-down" e "bottom-up": uma abordagem sinérgica - Image 1 of 4Planejamento urbano "top-down" e "bottom-up": uma abordagem sinérgica - Image 2 of 4Planejamento urbano "top-down" e "bottom-up": uma abordagem sinérgica - Image 3 of 4Planejamento urbano "top-down" e "bottom-up": uma abordagem sinérgica - Image 4 of 4Planejamento urbano top-down e bottom-up: uma abordagem sinérgica - Mais Imagens+ 1

Construindo com árvores vivas: a história por trás da Casa Jardín

Hoje estreia o primeiro episódio de uma série documental sobre projetos do escritório Al Borde. Este primeiro filme tem como título Construindo com árvores vivas e narra as histórias por trás da Casa Jardín, uma residência unifamiliar localizada nos arredores de Quito, Equador.

Projetada para um ecologista chamado José, a residência é desenvolvida em três pequenos pavilhões independentes com estruturas híbridas que combinam árvores vivas com diferentes sistemas construtivos, utilizando uma técnica vernacular de cercas vivas usada nos Andes desde a antiguidade. Uma busca pela convivência simbiótica entre arquitetura e natureza.

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.