A clássica cadeira Lounge na Casa Eames. Imagem via Herman Miller
Desde a década de 1930, a Herman Miller é associada a uma série de ícones do design -George Nelson, Charles e Ray Eames, Isamu Noguchi, entre outros-, e tem como objetivo produzir peças que se transformaram em grandes clássicos do design, como o sofá Nelson Marshmallow, a cadeira Eames ou a mesa Noguchi. Os produtos têm sido fabricados de acordo com as especificações originais dos próprios designers, mas trazem novas opções de materiais e cores, buscando sempre um equilíbrio entre a escultura e a engenharia; entre o artesanato e os processos industriais.
Saiba como estes célebres personagens mudaram os paradigmas clássicos relacionados ao projeto de mobiliário, e como suas mais antigas inovações continuam populares até os dias de hoje.
Nesta semana, buscamos no nosso Arquivo dez publicações que retratam as obras de grandes arquitetos nacionais e internacionais. Através destes livros é possível se aproximar do conceito de cada um e imergir em seus projetos.
Francesco Borromini (1599-1667), Giuseppe Terragni (1904-1943) y Antoni Gaudí (1852-1926)
Ao rever a história da arquitetura, nos deparamos com uma série de arquitetos cuja vida nesta terra terminou em circunstâncias curiosas. Alguns - que deixaram o mundo de forma inesperada - nem chegaram a ver suas obras concluídas; outros, cansados ou doentes - mas deixando um importante legado - deliberadamente decidiram acabar com suas próprias vidas.
A arquitetura, no entanto, nos permite superar a barreira do tempo e embora um dia deixemos este mundo, nossa obra permanece, influenciando e sendo habitada por diferentes gerações. Ao mesmo tempo, ela pode ser reutilizada, transformada e adaptada para novas formas de vida.
Os sete arquitetos a seguir conseguiram enganar a morte através de seu talento e dificilmente serão esquecidos. Mas como passaram seu último dia neste mundo? Descubra a seguir.
O Wienerberger Brick Award oferece, desde 2004, uma plataforma internacional única que reconhece a excelência na construções com tijolo. A premiação abrange 5 categorias diferentes que variam em função das tendências e tópicos atuais.
Em 2016, os prêmios seguiram as seguintes categorias: Uso Residencial, Uso Público, Re-Uso, Ocupação Urbana e Solução Especial. No total, mais de 600 projetos de 55 países foram enviados. Devido à excelente variedade de projetos, não foi tarefa fácil para júri independente pré-selecionar 50 dentre todas as propostas. Desta lista, um júri composto por quatro renomados arquitetos (Laura Andreini, do Archea Associati, Itália, Johan Anrys, do 51N4E, Bélgica, Matija Bevk, do bevk perovic arhitekti, Eslovênia, e Alfred Munkenbeck, do Munkenbeck + Partners, Reino Unido) escolheu os vencedores.
https://www.archdaily.com.br/pt/788258/anunciados-vencedores-do-wienerberger-brick-awardSponsored Post
A história de "John Carter" remonta ao tempo dos livros Pulp. Suas aventuras foram publicadas pela primeira vez na forma de capítulos separados durante o ano de 1911 e mais tarde, como um livro independente do qual surgiriam uma série de sequências. Apesar do seu caráter claramente juvenil, sua imaginativa inspiraria um grande número de figuras destacáveis do século XX, como Carl Sagan e Ray Bradbury, assim como uma referência clara a personagens como Buck Rogers, Flahs Gordon, Superman e o universo de Star Wars.
Levá-lo à tela do cinema 100 anos depois da sua primeira aparição foi um grande ato de fé. Como personagem, suas bases já haviam sido exploradas inúmeras vezes e por outro lado, seus elementos fantasiosos eram claramente anacrônicos dentro de uma época contemporânea, onde os avanços tecnológicos acontecem a passos de gigante.
Em 2008 a prefeitura de São Paulo, durante a gestão de Gilberto Kassab, resolveu iniciar uma política de limpeza urbana, na qual os muros da cidade seriam pintados com a cor cinza de forma a apagar as intervenções neles realizadas. Artistas como Os Gêmeos, Nunca e Nina, que tiveram importantes obras destruídas pela iniciativa, se juntam para repintar um muro de 700 metros.
O uso do concreto aparente na arquitetura paulista é histórico, o material está presente em diversos edifícios icônicos de São Paulo, como o MuBE e a FAUUSP. Atualmente, o concreto ainda é um dos materiais mais adotados pelos arquitetos na capital paulista e surgem diferentes soluções, sendo utilizado como um elemento pré-fabricado ou em estruturas mistas. Assim, o Arquivo desta semana buscou por dez projetos contemporâneos que adotam o concreto aparente em sua arquitetura.
Biancoshock é um artista que vive em Milão e borra os limites entre ativismo, arte de rua e performance, se retrata como alguém que trabalha dentro do espaço público urbano com o objetivo de transmitir uma mensagem. Segundo o próprio, seu oficio segue "um conceito diferente de ser um artista e, mais ainda, de ser um artista de rua. Os meus 'experimentos' não são mostruários para promover minhas atividades, não exigem qualquer descrição. Eles são simplesmente oportunidades para se comunicar e provocar reações em pessoas comuns. Estou falando de todos aqueles que, embora com pouca ou nenhuma educação artística, ainda querem ser surpreendidos e movidos por algo que foi deixado na rua para todos verem".
Numa de suas últimas obras, "Borderlife", Biancoshock coloca em cena a vida de homens em situação de rua - que muitas vezes se abrigam em bueiros, na Europa - através de uma intervenção que enfrenta este problema através da imagem de um lar nesses lugares inóspitos.
A sabedoria de Paulo Mendes da Rocha foi registrada nesta entrevista realizada por Clarissa Schneider e Marcos Augusto Gonçalves. Produzido pela Controle Remoto Filmes, o filme retrata o ponto de vista do arquiteto - vencedor do Prêmio Pritzker e do Leão de Ouro daLa Biennale di Venezia - sobre o consistente discurso da arquitetura e da cidade.
Com cenas intercaladas do cotidiano da capital paulista e suas obras, as falas de Paulo Mendes da Rocha passam desde seus princípios de urbanidade até a citação de icônicas obras de Niemeyer, como o Conjunto Nacional e o COPAN. Num tom de conversa casual o arquiteto aponta as virtudes da Arquitetura e discursa sobre problemas que devem ser enfrentados para a criação de uma cidade com maior qualidade de vida para seus cidadãos.
Para brindar sua trajetória como arquiteto, na semana passada Paulo Mendes da Rocha foi agraciado com o Leão de Ouro, prêmio concedido pelo conselho de diretores da La Biennale di Venezia. Durante a premiação foi citada a "eternidade" de seu trabalho e enaltecido o seu estilo como um marcante atributo de sua arquitetura. O modo como o arquiteto conseguiu manter sua integridade ideológica durante toda sua carreira, resultou no reconhecimento da consistência de seu trabalho, que foi elogiada e considerada surpreendente pelo conselho. Por este motivo, nesta semana o Arquivo apresenta obras de Mendes da Rocha - que também já recebeu o Prêmio Pritzker - anteriormente publicadas no ArchDaily Brasil.
A Biblioteca Britânica continua a disponibilizar imagens de sua coleção digitalizada, agora atingindo a cifra de um milhão de imagens na plataforma Flickr. Desde 2013, a instituição vem selecionando aleatoriamente imagens ou páginas de seus mais de 65 mil livros de domínio público dos séculos XVII, XVIII e XIX.
O documentário de Jane Jacos - um longa metragem que foca na vida e obra da celebrada autora e ativista urbana, tem lançamento previsto para a segunda metade deste ano. Coincidindo com seu centenário de nascimento, Robert Hammond, cofundador e diretor executivo do Friends of the High Line, e Matt Tyrnauer, produtor e diretor de Valentino: The Last Emperor, planejam levar o filme a festivais a partir do final do ano.
Teatros, salas de concerto, óperas. Normalmente estas são obras que criam verdadeiros marcos nas cidades devido a sua arquitetura. Não menos especiais que suas fachadas para a paisagem urbana, são os palcos que estes volumes abrigam. Por este motivo, o Arquivo de hoje apresenta dez incríveis auditórios que certamente agregam um grande valor aos espetáculos através de seus desenhos preocupados não apenas com a estética, mas também com o conforto ambiental através da acústica e iluminação.
A escada é um dos elementos mais fundamentais da Arquitetura, além de servir à importante função de conectar diferentes níveis, em alguns projetos se torna a grande protagonista. É através dela que o arquiteto consegue criar formas e visuais que revelam novas modos de perceber o espaço construído. Por este motivo, vasculhamos novamente nosso Arquivo em busca de escadas inspiradoras.
Centro Cultural Palacio La Moneda – Praça da Cidadania / Undurraga Devés Arquitectos
No ano 2010 entrou em vigência no Chile a lei que estabelece uma série de normas que propõem uma mudança na mentalidade para pessoas com deficiência postulando que é o entorno construído que cria o grau de dificuldade. Assim foi criado o Manual de Acessibilidade Universal, entregando os critérios de desenho que terão 'caráter obrigatório para todo projeto ou obra que se execute nas ruas do Serviu Metropolitano seja com financiamento público ou privado, em concordância com a legislação vigente".
Hoje, em detalhe, revisamos este manual segundo seu índice e apresentamos alguns de seus pontos fundamentais, incluindo diagramas e planimetrias com as dimensões e operações corretas que devem se aplicadas no momento de desenhar espaços públicos para todos.
Hoje a série de Fotografia e Arquitetura apresenta o fotógrafo barcelonês Gregori Crivera, quem trabalhou em conjunto com Pablo Bofill para fotografar a magnífica obra de seu pai em Calpe España. A Muralha Vermelha é um edifício de habitações, dentro da urbanização de La Manzanera. O edifício tem claras referências da arquitetura árabe mediterrânea do lugar, como resultado da inspiração do renomado arquiteto Ricardo Bofill Levi, pela tradição mediterrânea do casbah.
Em sua fotografia, Civera consegue captar as vívidas cores que dão vitalidade a esta obra desde 1972, exagerando no contraste que estas produzem com a natureza árida da região. Além da suavidade da gama cromática e ângulos escolhidos, as imagens atenuam o impacto das formas duras e imponente composição que se assemelha a uma fortaleza para nos introduzir ao mundo cotidiano deste conjunto habitacional.
O Museu Nacional Honestino Guimarães, ou Museu Nacional de Brasília, é uma das tantas impressionantes obras de arquitetura encontradas na capital federal. Projetado por Oscar Niemeyer em parceria com Lúcio Costa, o edifício tem 14 mil metros quadrados de espaços dedicados a galerias, serviços e áreas de apoio. A expressão minimalista do edifício -- uma semi esfera perfeita e uma proeminente rampa de acesso -- rende um caráter surrealista à obra situada na Explanada do Ministérios.
Apresentamos aqui algumas fotografias de Gonzalo Viramonte que buscam registrar a essência do edifício.
É difícil encontrar algum arquiteto que não tenha brincado com LEGO na sua infância. Os pequenos blocos além de concretizarem ambientes imaginários, certamente foram responsáveis pelos primeiros flertes com a profissão. Praticamente todos os entusiastas da arquitetura são apaixonados pela forma que esta ferramenta ajuda a liberar nossa criatividade e isto pode ser demonstrado de diversas formas.
Por este motivo, buscamos no nosso Arquivo algumas publicações que trazem um pouco sobre o vasto mundo LEGO. Desde algumas peças da coleção LEGO® Architecture Series, passando pela apropriação feita por alguns importantes escritórios como Zaha Hadid Architects e MVRDV, intervenções urbanas que se inspiram nos brinquedos e, até mesmo, servindo como molde para mobiliários.
Sem dúvida, a cidade de Nova Iorque é uma das mais atraentes e interessantes do mundo, onde seus enormes arranha-céus formam uma das imagens mais emblemáticas de uma grande cidade. No entanto, a cidade tem muito mais que apenas um imponente skyline e longos congestionamentos; há todo um novo mundo que "toca as nuvens". É isso que ocorre quando se habita as coberturas dos edifícios, escapando do calor e das ruas movimentadas.
O fotógrafo Alex MacLean registra isso em seu novo livro "Up on the Roof", que retrata piscinas, terraços, espaços de arte, bares, quadras de basquete e até mesmo grandes hortas na cobertura de edifícios.
https://www.archdaily.com.br/pt/785553/o-lado-oculto-de-nova-iorque-por-alex-macleanKaterina Gordon