
- Área: 43 m²
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Fabricantes: Novaceramic



No ano de 1964 foi inaugurado, na Cidade do México, o Museu Nacional de Antropologia, que desde o Congresso de Americanistas de 1910 vinha sendo uma promessa. Originalmente o museu estava instalado na antiga Casa da Moeda até que se decidiu criar um refúgio cultural que, nas palavras do presidente de então, Adolfo López Mateos, deveria ser um lugar em que "os mexicanos, ao sair dele, ficassem orgulhosos de sua nacionalidade". Foi então que, utilizando um terreno triangular e desmatado pertencente ao Ministério de Comunicações e localizado nas margens do Bosque de Chapultepec, decidiu-se que era hora de iniciar o projeto.

Por Legorreta+Legorreta
A Fábrica Renaul implanta-se no deserto. Legorreta respondeu ante o respeito e a magia do deserto que absorve os seres humanos: "O deserto é mágico, é impossível descrevê-lo, ele somente te absorve. Encontrei-me com um deserto e um muro que nunca terminam. Não quis suavizar esta emoção, assim que no lugar de inserir plantas ornamentais em áreas abertas, cobrimos o terreno com pedra de rio e, no lugar de uma cor tênue, usamos o roxo. No lugar de disputar com o deserto, o complementamos."


O Palácio da Justiça é uma edificação icônica por seu estilo e inovação, sendo grande referência da época do movimento moderno. Foi destinado para abrigar os tribunais de justiça do Distrito Federal e do México.
"Os espaços de justiça também expressam a consciência coletiva sobre sua importância social, dignas e austeras como exige sua função, são também obras arquitetônicas importantes que formam parte inseparável do panorama urbano: o Palácio da Justiça, magnífica obra projetada por Juan Sordo Madaleno e José Adolfo Wiechers conta com uma qualidade emblemática e expressa material e conceitualmente a ágora cidadã. A colunata ou peristilo retangular evoca, quiçá, os espaços públicos da pólis, subtraindo o lugar superior da sede dos julgadores. Retilínea e poderosa, alude aos pórticos de mármore da Hélade. [1]