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Arquitetos: AUX Architecture
- Área: 10550 m²
- Ano: 2021
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Fabricantes: American Lead, American Standard, Arcluce, Armstrong, Babcock-Davis, +32


A 12ª edição do Month of Design da Design Core contará com mais de 80 eventos, que vão desde exposições e instalações até workshops, palestras e tours, ocorrendo de 1º a 30 de setembro por toda Detroit. Os eventos acontecerão por toda a cidade de Detroit e na região metropolitana, em espaços fechados, ao ar livre e virtuais.

“O dia em que decidi me autodenominar D.I.R.T. foi o dia em que finquei minha bandeira no chão, ainda que fosse um solo tóxico, e simplesmente disse: sabe, este é o trabalho da minha vida... Penso em Cornelia [Oberlander] e em como ela fincou sua bandeira no chão. E em quão persistente ela era, de uma maneira... obstinada.
“Talvez eu não seja uma salvadora, mas gosto de pensar que talvez eu seja uma vingadora. Estou liderando uma investida. Mas é preciso que mais colegas finquem suas bandeiras no chão e sigam, sigam de verdade, incansavelmente, acreditando no que fazem. Não se deixem distrair apenas para cumprir o programa dos projetos. Entendem? Vão em frente.”
- Julie Bargmann, primeira laureada do Prêmio Oberlander
A necessidade de abordagens ativistas no design é maior do que nunca, dada a escala dos desafios contemporâneos, desde as mudanças climáticas e a perda de biodiversidade até a equidade racial e social. Esta conferência de um dia apresentará as formas como a arquitetura paisagista está assumindo a liderança nesses esforços.
Entre os/as palestrantes estão: Jane Edmonds, Jane’s Way (palestra principal); Sierra Bainbridge, MASS Design; Naomi Davis, Blacks In Green; April De Simone, Democracy by Design; Max Dickson/Danielle Toronyi, iniciativa LGBTQ do OLIN Labs; Gina Ford, Agency Landscape + Planning; Donna House, etnobotânica; Angela Kyle, urbanista e guardiã de parentesco (kin-keeper); Marc Miller, Black Landscape Network; Chelina Odbert, Kounkuey Design Initiative; Lee Pivnik, Institute of Queer Ecology; e Maura Rockcastle, TEN x TEN.

A Escola de Arquitetura da University of Southern California traz uma programação diversificada e instigante de líderes renomados dos setores de arquitetura, cultura e arte para a série de eventos ARCHITECTURE ENGAGED do outono de 2022.
A ARCHITECTURE ENGAGED é uma série de conversas, simpósios, palestras criativas, exposições e eventos nos quais a USC Architecture envolve a comunidade de Los Angeles e o público global em reflexões, práticas e impactos sociais inovadores, ao conectar o pensamento arquitetônico a desafios sistêmicos para indivíduos, cidades e regiões.
Os eventos recebem arquitetos/as, designers e pensadores/as renomados/as e emergentes de todo o mundo, que apresentam temas relacionados à arquitetura, arquitetura paisagística, urbanismo, conservação do patrimônio, ciência da construção, entre outros.







Drawing Fields é uma série de obras de grande escala do Outpost Office que explora o potencial espacial da notação. Cada instalação utiliza robôs de pintura controlados por GPS para marcar desenhos em escala 1:1, específicos para o local e com dimensões de um edifício. A série de desenhos emprega técnicas de medição, delineamento e marcação para investigar a arquitetura como o desempenho dinâmico de instruções espaciais.

A instabilidade política pode gerar uma arte inesperada e envolvente. Ela pode influenciar a carreira de um/a artista por toda a vida. A atual agitação na Ucrânia e as preocupações de segurança dos países europeus vizinhos sugerem ecos das experiências de artistas exibidos pela browngrotta arts que viveram, fugiram ou emigraram de regimes repressivos. Isso também pesa na mente daqueles que trabalham nas nações vizinhas. A artista alemã Heidrun Schimmel diz que, vivendo em um país unido e seguro na OTAN desde 1989, "agora é difícil para nós aprender: ... tudo está por um fio..."
Os quase 50 artistas na exposição refletem diversas perspectivas e experiências. Allies for Art: Work from NATO-related Countries incluirá arte criada sob ocupação, nas décadas de 60, 70 e 80, arte de pessoas que deixaram a Hungria, Romênia e Espanha enquanto ocupadas, e arte de outros/as artistas que deixaram a Rússia em anos posteriores. A família de Gyöngy Laky, por exemplo, escapou da Hungria ocupada pelos soviéticos após a Segunda Guerra Mundial — para a Áustria, depois para a América, experiências que se refletem em suas obras de temática política. A família de Adela Akers deixou a Espanha de Franco, primeiro para Cuba, depois para os EUA. Nas décadas de 1960 e início de 1970, o trabalho expressivo de Ritzi Jacobi em tapeçaria, abstrato por natureza, permitiu-lhe contornar a preferência do governo romeno pela arte acadêmica e figurativa que apoiava a ideologia comunista.



