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Arquitetos: MARC FORNES / THEVERYMANY



Arquitetos/as e curadores/as de Los Angeles deixaram sua marca na Bienal de Arquitetura de Veneza deste ano, com instalações apresentadas nos pavilhões dos EUA, da China e da Islândia, entre outros.

De 7 de novembro a 19 de dezembro, a Friedman Benda apresenta "Adam Pendleton: Who Owns Geometry Anyway?", marcando a primeira colaboração da galeria com o artista e a incursão inaugural de Pendleton no campo das tipologias de mobiliário. Partindo de figuras geométricas simples, as obras de Pendleton exploram temas da vanguarda histórica que influenciaram a estética moderna e contemporânea.






Organizada pela ASF com Susan Chin, da DesignConnects, em colaboração com o American Institute of Architects New York e o American Institute of Architects Continental Europe, a série Nordic American Connections: Conversations on Architecture and Design apresenta quatro encontros com arquitetos/as, críticos/as e estudiosos/as proeminentes para refletir sobre o impacto duradouro do design escandinavo e nórdico na formação do design americano moderno desde o século XIX.

Departamento de Arquitetura da FIU
Exposição:
- Quando: 2 a 12 de dezembro de 2025
- Abertura: terça-feira, 2 de dezembro de 2025.
- Onde: Washington Gallery
Miami Beach Urban Studios
420 Lincoln Road.
Miami Beach, FL 33139

FORA DE CONTEXTO
Projetos da Armênia, Bangladesh, China, Finlândia, Polônia, Suíça e Vietnã

Série de Palestras Paul L. Cejas.
Outono de 2025
Tecendo a Narrativa
Uma Conversa entre Thomas Coldefy e Adrien Gardère
Quinta-feira, 13 de novembro de 2025 · 14h · PCA 135

Qual é o valor do risco? A arquitetura é indissociável da incerteza — por vezes aceita, por vezes resistida, mas sempre presente. Inventamos formas audaciosas que podem falhar. Propomos futuros mais brilhantes que podem vacilar. Praticar arquitetura é assumir riscos — com capital, com reputação, com a cidade, com as vidas moldadas em seu interior. Para o/a inovador/a, o risco é agência, progresso, reconhecimento e a oportunidade de melhorar vidas. Para aqueles/as que mitigam o risco, seu valor é indissociável do andaime que protege o progresso da catástrofe. Para aqueles/as fora da prática convencional, como arquitetos/as-incorporadores/as, projetistas-construtores/as e outros/as, o risco é moeda, o preço do controle. Cada postura revela uma medida diferente do que o risco significa e do que faz com que valha a pena assumi-lo. Essas tensões darão vida às conversas no centro deste evento.

