Falecida em 1992, Lina é autora do projeto do edifício do MASP entre outras obras significativas para as instituições Culturais como o MAM da Bahia e o Sesc Pompéia. A proposta abordará o contexto histórico e cultural dos principais trabalhos realizados pela arquiteta nos campos da arquitetura e do desenho industrial.
Por Letícia de Oliveira Neves O edifício é composto por dois blocos, um principal e um anexo, que possuem cota única de implantação. A ligação entre os diversos ambientes fechados se dá por pátio e corredores cobertos, tudo organizado embaixo de uma cobertura única, em concreto, que é dividida em módulos e dá suporte estrutural ao conjunto. Dentro do edifício principal há um jardim interno, que ocupa o espaço de dois módulos.
O edifício permanece inteiramente suspenso cinco metros acima do solo. Engasta-se em duas torres laterais idênticas, de onde partem tirantes que colaboram na estabilidade do edifício, que se desenvolve em balanços simétricos de volumes invertidos.
Os projetos de paisagismo dos Jogos Olímpicos de Atenas (2004) e do Rio de Janeiro (2016) serão apresentados na sede do Departamento Rio de Janeiro do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ), amanhã, dia 10 de fevereiro, pela arquiteta e paisagista Julia Georgi, autora do projeto de reforma e intervenção dos espaços públicos das Olimpíadas de 2004, e pelo paisagista francês, radicado no Rio de Janeiro, Pierre-André Martin, que lidera a recuperação da Orla do Parque Olímpico Rio 2016.
Este projeto capacita os alunos a desenvolverem e articularem, de forma dinâmica, questões de pensamento arquitetônico e urbano, através de pesquisas de representação dentro de uma megalópole com diversas anomalias urbanas.
O tema de trabalho é o Minhocão e os estudantes serão inspirados a aproveitar diversas abordagens das ciências, humanidades e outras disciplinas para desenvolver estimulantes e inesperados projetos de arquitetura para o local.
O conjunto de secretarias é composto por cinco edifícios construídos segundo os mesmos princípios construtivos, aspectos materiais, espaciais, e elementos formais: pré-fabricação e modulação; concreto aparente, fechamentos em vidro, e detalhes metálicos; volume elevado do solo, com traçado sinuoso; e caixas vazadas sobrepostas e escalonadas. A diferença entre eles está basicamente no traçado e extensão da planta, na disposição das caixas externas, e na cor dos elementos metálicos.
Com o objetivo de difundir os conteúdos do novo Plano Diretor Estratégico, a Prefeitura de São Paulo lançará no dia 4 de fevereiro, quarta-feira, em uma cerimônia na Praça das Artes, o livro com o texto e as estratégias ilustradas e o concurso público nacional de obras audiovisuais de curta metragem sobre o Plano Diretor Estratégico da cidade de São Paulo.
Realizado em parceria com a SP Cine, o concurso premiará 5 obras audiovisuais de curta metragem. O vencedor do concurso será contratado pela Prefeitura para desenvolver uma obra audiovisual seriada com 12 capítulos, abordando temas específicos do Plano Diretor Estratégico.
A capital fluminense e sua região metropolitana vêm sendo afetada por grandes transformações urbanísticas em muito associadas à evolução de sua realidade econômica. Em um contexto de desenvolvimento acelerado impulsionado pela mudança de conjuntura do próprio país, territórios que conheceram um longo processo de abandono, como no caso da Região Portuária e periferias distantes da que eram até há pouco tempo denigridas pelas políticas de investimento público, são hoje alvos de investimentos massivos em grandes projetos de infraestrutura que já produzem e irão ainda produzir fortes impactos, seja na estrutura urbana existente, seja no meio rural ou natural ainda não urbanizado.