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Arquitetos: Diana Radomysler, Maria Cristina Motta, Studio MK27 - Marcio Kogan
- Área: 730 m²
- Ano: 2015
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Habitações de interesse social construídas como módulos que podem crescer. Prédios com escadas externas que servem não só aos seus moradores, mas a toda a comunidade. Propostas que os arquitetos Luiz Carlos Toledo, Verônica Natividade e Petar Vrcibradic apresentam no livro "Repensando as Habitações de Interesse Social", que será lançado no próximo dia 12, quinta-feira, na sede do IAB-RJ.
Autor do projeto de urbanização da Rocinha, realizado entre 2005 e 2007, Toledo passou dois anos trabalhando num escritório montado dentro da comunidade, que mantinha as portas abertas para ouvir os moradores. Foi desse trabalho e dessa convivência que saíram ideias como a do "puxadinho controlado". A ideia é que um mesmo prédio tenha de estúdios de 22 m² a apartamentos de 85 m², com quatro quartos, para atender às necessidades de famílias com diferentes composições.
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O Seminário de Cultura e Realidade Contemporânea da Escola da Cidade promove na quarta-feira, dia 11 de março, às 18 horas, uma palestra com o arquiteto, urbanista e paisagista Robert de Paauw, que abordará o tema "Resgate das oportunidades no meio ambiente e a paisagem urbana”.
O arquiteto catalão e belga Robert de Paauw vai propor um recorrido por várias intervenções realizadas pelo seu escritório nos últimos anos, tanto na Espanha quanto no Brasil, com foco no desenho urbano, no meio ambiente e no resgate da paisagem, principalmente em áreas precárias como, por exemplo, a que está sendo desenvolvida neste momento em Campo Limpo, dentro do programa Renova SP da Prefeitura de São Paulo (Programa de Urbanização de Favelas).

Sob a chamada "Que mobilidade queremos para nossa cidade?", organizações da sociedade civil convocarão a população para um encontro no próximo dia 14 de março com o objetivo de promover um amplo debate sobre mobilidade urbana no Rio de Janeiro.
O momento é mais que especial: a cidade do Rio dá início à elaboração do seu plano de mobilidade urbana, o PMUS. E esta é uma oportunidade importante para que a população participe e diga o que espera para a sua cidade.
O objetivo do encontro é reunir organizações, movimentos, coletivos e indivíduos interessados em discutir de forma mais abrangente a visão do plano. O consórcio ganhador da licitação tem 10 meses de prazo para construção do PMUS, e a intenção é colaborar com o processo e entender os modos de participação da sociedade civil.

O arquiteto e urbanista Héctor Vigliecca lançará “O Terceiro Território – Habitação Coletiva e Cidade”, primeiro livro sobre seus principais projetos de habitação social, no dia 26 de março, em Orlando, EUA, a convite do American Institute of Architects e da Universidade da Flórida.
No Brasil, o lançamento será realizado em 23 de abril, no Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, e 28 de abril, no IAB-RJ, no Rio de Janeiro. Em edição bilíngue (português/inglês), o livro tem organização e análise de projetos da professora e pesquisadora do Mackenzie e da FAAP Lizete Rubano e apresentação do professor doutor da FAU-USP Luiz Recamán. O evento, tanto no Brasil, quanto nos EUA, contará com debate e sessão de autógrafos com Héctor Vigliecca, Lizete Rubano e Luiz Recamán.

Em seu ensaio de 1966, The economics of the coming spaceship Earth, Kenneth Boulding escreveu que "nós estamos no longo processo de uma transição na natureza da imagem que o homem tem de si mesmo e do seu entorno". A afirmação de Boulding ressoa com o surgimento de um novo tipo de desenho arquitetônico: os eco-diagramas dedicados tanto a representar essas relações de mudança quanto a operá-las.
O Studio-X Rio recebe amanhã, 6 de março, Daniel Barber para uma apresentação que irá colocar os diagramas metodológicos de Olgyay and Olgyay neste contexto, enfatizando como os seus desenhos imaginaram uma nova condição para o humano em meio ao aumento de conhecimento sobre a imprevisibilidade do clima global.
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Por Rafael Saldanha Duarte
O edifício é uma justaposição de volumes prismáticos de diferentes tamanhos e materiais, que abrigam diferentes funções.

O LAMA.SP inicia sua programação de 2015 e traz ao Brasil a primeira exposição individual do artista suíço Mayo Bucher no país. Ele expõe sua obra através da intervenção “art towards architecture“ em um dos mais importantes edifícios do contexto arquitetônico modernista na cidade de São Paulo, o condomínio Mirante do Vale.
A exposição de Bucher conterá uma instalação site-specific que se estenderá pela fachada do arranha-céu mais alto de São Paulo. Dentro, no espaço LAMA.SP, 37º andar do mesmo edifício, o artista exibirá peças de grande formato feitas a partir de fotografias de Leonardo Finotti. Juntos com a curadora Michelle Jean de Castro, eles selecionaram fotos do Centro de São Paulo que foram retrabalhadas pelo artistas suíço. Em uma sala anexa a mostra é acompanhada com uma instalação que dialoga com o trabalho da mãe do artista, Heidi Bucher (1926-1993), que será projetado em formato de vídeo na mesma sala. Finalmente apresentar-se-á um prelúdio com pequenos trabalhos originais da família Bucher.

Com curadoria de Jorn Konijn, a mostra “Pedalá e Cá” discute a mobilidade urbana com base na experiência holandesa do uso da bicicleta, com um painel com textos e imagens sobre essa tradição do país.
A exposição, realizada através de uma parceira entre o Museu da Casa Brasileira e o Consulado da Holanda no Brasil, apresentará uma bicicleta criada pelo estúdio Van Moof Design e um vídeo sobre o uso cotidiano deste transporte na Holanda.

A exposição Móvel Moderno no Brasil: seleção do acervo do MCB oferece ao público uma breve narrativa visual e informativa dos assuntos tratados na reedição ampliada do livro Móvel Moderno no Brasil, de Maria Cecilia Loschiavo dos Santos. Com curadoria da autora da publicação, e da professora da FAU-USP Tatiana Sakurai, a mostra reúne um grupo de móveis selecionado a partir do acervo do MCB . Apresentadas pelos mesmos títulos dos capítulos do livro e acompanhadas de breves textos de apoio, as peças pontuam os momentos, personagens e questões que foram fundamentais ao processo de modernização e caracterização do que hoje é conhecido e valorizado como o “móvel moderno brasileiro”.
Na data de abertura da exposição, 5 de março a partir das 19h, haverá mesa redonda com a presença de designers convidados: Carlos Motta, Fernando Jaeger e Zanini de Zanine. O evento terá introdução de Maria Cecilia Loschiavo dos Santos e apresentação dos designers sobre capítulos do livro como “Entre função e transformação” e “A nova geração”, com uma reflexão sobre os caminhos do design contemporâneo, amparada pelos pressupostos apontados na exposição.