Habitações de interesse social construídas como módulos que podem crescer. Prédios com escadas externas que servem não só aos seus moradores, mas a toda a comunidade. Propostas que os arquitetos Luiz Carlos Toledo, Verônica Natividade e Petar Vrcibradic apresentam no livro "Repensando as Habitações de Interesse Social", que será lançado no próximo dia 12, quinta-feira, na sede do IAB-RJ.
Autor do projeto de urbanização da Rocinha, realizado entre 2005 e 2007, Toledo passou dois anos trabalhando num escritório montado dentro da comunidade, que mantinha as portas abertas para ouvir os moradores. Foi desse trabalho e dessa convivência que saíram ideias como a do "puxadinho controlado". A ideia é que um mesmo prédio tenha de estúdios de 22 m² a apartamentos de 85 m², com quatro quartos, para atender às necessidades de famílias com diferentes composições.
Sob a chamada "Que mobilidade queremos para nossa cidade?", organizações da sociedade civil convocarão a população para um encontro no próximo dia 14 de março com o objetivo de promover um amplo debate sobre mobilidade urbana no Rio de Janeiro.
O momento é mais que especial: a cidade do Rio dá início à elaboração do seu plano de mobilidade urbana, o PMUS. E esta é uma oportunidade importante para que a população participe e diga o que espera para a sua cidade.
O objetivo do encontro é reunir organizações, movimentos, coletivos e indivíduos interessados em discutir de forma mais abrangente a visão do plano. O consórcio ganhador da licitação tem 10 meses de prazo para construção do PMUS, e a intenção é colaborar com o processo e entender os modos de participação da sociedade civil.
Em seu ensaio de 1966, The economics of the coming spaceship Earth, Kenneth Boulding escreveu que "nós estamos no longo processo de uma transição na natureza da imagem que o homem tem de si mesmo e do seu entorno". A afirmação de Boulding ressoa com o surgimento de um novo tipo de desenho arquitetônico: os eco-diagramas dedicados tanto a representar essas relações de mudança quanto a operá-las.
O Studio-X Riorecebe amanhã, 6 de março, Daniel Barber para uma apresentação que irá colocar os diagramas metodológicos de Olgyay and Olgyay neste contexto, enfatizando como os seus desenhos imaginaram uma nova condição para o humano em meio ao aumento de conhecimento sobre a imprevisibilidade do clima global.
Os projetos de paisagismo dos Jogos Olímpicos de Atenas (2004) e do Rio de Janeiro (2016) serão apresentados na sede do Departamento Rio de Janeiro do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ), amanhã, dia 10 de fevereiro, pela arquiteta e paisagista Julia Georgi, autora do projeto de reforma e intervenção dos espaços públicos das Olimpíadas de 2004, e pelo paisagista francês, radicado no Rio de Janeiro, Pierre-André Martin, que lidera a recuperação da Orla do Parque Olímpico Rio 2016.
A capital fluminense e sua região metropolitana vêm sendo afetada por grandes transformações urbanísticas em muito associadas à evolução de sua realidade econômica. Em um contexto de desenvolvimento acelerado impulsionado pela mudança de conjuntura do próprio país, territórios que conheceram um longo processo de abandono, como no caso da Região Portuária e periferias distantes da que eram até há pouco tempo denigridas pelas políticas de investimento público, são hoje alvos de investimentos massivos em grandes projetos de infraestrutura que já produzem e irão ainda produzir fortes impactos, seja na estrutura urbana existente, seja no meio rural ou natural ainda não urbanizado.
Vivemos um momento em que mais da metade da população do planeta habita as cidades, e os efeitos da alteração climática não mais podem ser ignorados. A exposição Cidade Pós-Petróleo: A História do Futuro Urbano, que tem abertura amanhã, 27 de janeiro, no Studio-X Rio, apresenta projetos inovadores na Ásia, África, e América que abordam questões urbanas emergentes: Como a transição dos combustíveis fósseis para alternativas renováveis afetará o processo de planejamento urbano? Como o uso de energia renovável afeta o metabolismo urbano e as políticas de mobilidade e sustentabilidade?
Fabricantes: ArtCor, By Kamy, Deca, FAZ, La Lampe, +8Lightworks, Lumini, Metalbagno, Oficina de Marcenaria, Palimanan, Palácio dos Mármores, Tora Tora, Uniflex-8
O Grupo Cultural Jongo da Serrinha é uma ONG dedicada a promover a cultura e a educação da juventude através do jongo, ritmo afro-brasileiro que é uma das raízes do samba. Atualmente a organização está construindo uma nova sede, que será nomeada Casa do Jongo, onde suas atividades serão concentradas.
Durante duas semanas, o workshop realizado pelo Studio-X Rio, Central Saint Martins e PUC-Rio projetou e produziu peças de mobiliário de baixo custo especialmente para o local, integrando objetos cotidianos e técnicas de fabricação digital.
No dia 03 de outubro, às 18h30, o Studio-X Rio abre suas portas para a exposição que mostra o resultado esse workshop, exibindo as peças de mobiliário desenvolvidas pelos participantes.
As metrópoles estão se tornando selvas de concreto de crescimento infinito. A vida urbana tornou-se ignorante dos ciclos básicos da vida natural e a natureza é muitas vezes reduzida para fins decorativos ou de lazer.
Nessa quinta-feira, 02 de outubro, o Studio-X Rio recebe Pablo Georgieff, do escritório Coloco, para uma palestra sobre jardinagem urbana como um esporte radical, com suas manobras extremas, conceitos sedutores e equipamentos de ponta.
O arquiteto e secretário de design urbano de Melbourne, Rob Adams, apresentará um estudo sobre o potencial de transformação da região metropolitana de sua cidade amanhã, 01 de outubro, numa conferência da Feira Construir 2014, no Riocentro.
A programação da feira também conta com um debate sobre a frente marítima e a Baía de Guanabara com os arquitetos João Pedro Backheuser e Milton Braga. Ambos os eventos são gratuitos e abertos ao público.
Nesta terça-feira, 23 de setembro, o Studio-X Rio recebe o arquiteto Eduardo Longo para uma palestra sobre sua trajetória profissional. Amplamente conhecido pelo projeto da Casa Bola - descrita por Rem Koolhaas como "uma das experiências arquitetônicas mais fortes da minha vida" - o arquiteto paulista soma cinquenta anos de uma carreira particular, alimentada pela investigação e pelo desafio aos limites da profissão.