Martin Pedersen

Escritor, Editor e Diretor Executivo da Common Edge.

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR

Quando se trata de crise climática, a prática tradicional está falida

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge como "When It Comes to Climate Change, Traditional Practice Is Broken."

O projeto sustentável nos Estados Unidos é, para muitos, uma espécie de teste de Rorschach. Ou o setor da construção civil está avançando firmemente rumo à meta final de descarbonização, ou está se movendo de forma excessivamente lenta, perdendo prazos cruciais enquanto o relógio ecológico continua correndo. A verdade desconcertante por trás de tudo isso é que ambas as visões são, ostensivamente, verdadeiras. Nas últimas décadas, o setor de fato se tornou significativamente mais eficiente em termos energéticos. Aumentamos o estoque edificado, mas achatamos a curva de consumo de energia. O custo das energias renováveis continua caindo. No entanto, é preciso muito mais, e de forma muito mais rápida. Paralelamente, grandes obstáculos persistem. Sem uma rede elétrica baseada em fontes renováveis e códigos de edificação rigorosos, é difícil prever como descarbonizaremos totalmente o setor da construção nos próximos 20 anos, muito menos dentro do cronograma sugerido por cientistas do clima cada vez mais alarmados. Trata-se do clássico cenário de "boas e más notícias" (ou vice-versa, dependendo do seu estado de espírito).

Harriet Pattison sobre o processo criativo de Louis Kahn e fazer história

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

O documentário de 2003 de Nathaniel Kahn, My Architect, tinha em seu cerne a busca de um filho por seu pai. O filme, que foi indicado ao Oscar e será relançado ainda este ano, explorava a complexa vida familiar de Louis Kahn: três filhos, de três parceiras diferentes, que cresceram quase sem saber da existência uns dos outros. No entanto, o longa-metragem tratava tanto da obra de Louis Kahn quanto de sua vida pessoal. Com isso, reacendeu o interesse por seus edifícios, tanto na cultura geral quanto no meio acadêmico da arquitetura.

Kate Wagner: "A era do/a crítico/a de arquitetura como força mobilizadora acabou. Chegou ao fim."

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge como "Kate Wagner sobre o McMansion Hell, a crítica e seu amor pelo ciclismo".

Ao contrário do mito do cinema, o sucesso instantâneo não existe. O momento em que uma presença cultural surge na cena, aparentemente pronta, é quase sempre precedido por anos silenciosos de formação autônoma e obsessão obstinada. Esse é o caso de Kate Wagner, que abalou a internet da arquitetura em 2016 com o lançamento do McMansion Hell, uma sátira afiada e hilária sobre as hipertrofiadas residências suburbanas estadunidenses, em toda a sua cafonice e pretensão desesperada. Um ano depois, o site de anúncios imobiliários Zillow enviou a Wagner, então com 23 anos, uma notificação extrajudicial de abstenção de uso (cease-and-desist), alegando que o uso de fotografias por ela violava direitos autorais (embora eles próprios também não fossem donos das imagens!). Foi um passo em falso, que resultou em um recuo corporativo e em uma avalanche de publicidade gratuita para o McMansion Hell.

Nathaniel Rich sobre refazer a natureza e viver com a incerteza

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge

Há dois anos, Nathaniel Rich publicou Losing Earth, seu relato sobre a década decisiva de 1979 a 1989, período em que o consenso político em torno das mudanças climáticas formou-se de maneira quase milagrosa, para logo em seguida colapsar, consolidando-se em um impasse que já dura mais de três décadas. Embora não seja explicitamente uma sequência, o novo livro de Rich, Second Nature: Scenes From a World Remade, funciona como uma espécie de continuação.

Precisamos começar a planejar agora para a inevitável elevação do nível do mar

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Nesta reedição, Martin C. Pedersen conversa com John Englander, autor de Moving to Higher Ground: Rising Sea Level and the Path Forward, sobre o aumento “irrefreável” do nível do mar. O artigo explora a importância de se planejar para esse desafio imediatamente. De fato, "temos algum tempo, mas não todo o tempo do mundo", afirma John Englander.

Quando os planos mais bem traçados dão errado: o que deu errado com as casas da Make It Right em Nova Orleans?

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Este artigo foi publicado originalmente no CommonEdge com o título "Rob Walker on the Mistakes of Brad Pitt's Make it Right."

Começo com uma confissão: fiz parte do grupo de jornalistas deslumbrados que elogiaram e aplaudiram as conquistas da Make It Right, a ousada tentativa de Brad Pitt de reconstruir uma parte do Lower Ninth Ward, em Nova Orleans. O projeto parecia, na época, uma das poucas histórias de sucesso pós-Katrina surgidas naquela comunidade devastada pelas enchentes.

Paul Goldberger sobre Ballpark: Baseball in the American City

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Paul Goldberger lançou um novo livro, publicado justamente esta semana, intitulado Ballpark: Baseball in the American City. Inspirando-se no estilo do documentarista Ken Burns, a obra examina uma tipologia arquitetônica tipicamente americana como uma lente para analisar a cultura urbana de forma mais ampla. A premissa de Goldberger é excelente: os estádios de beisebol (ballparks) acompanham, em um grau impressionante, as tendências do urbanismo americano. Começam como um refúgio da cidade, que depois se desenvolve ao seu redor. Após a Segunda Guerra Mundial, migram para os subúrbios, para depois de décadas retornarem ao centro urbano. Hoje, a privatização do espaço público e o desenvolvimento imobiliário ditam as regras. Recentemente, conversei com Goldberger sobre o novo livro e uma série de estádios mágicos, tanto os que resistem quanto os que já desapareceram.

Paul Goldberger sobre Ballpark: Baseball in the American City - Image 5 of 4

Lee Bey sobre o South Side de Chicago, preservação histórica e raça

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

De modo geral, os livros de fotografia de arquitetura seguem um paradigma: imagens grandes e reluzentes de edifícios monumentais, acompanhadas de textos mínimos, desprovidos de toda e qualquer polêmica. O contexto, nesse cenário, pode parecer uma distração. Felizmente, o novo livro de Lee Bey, Southern Exposure: The Overlooked Architecture of Chicago’s South Side (Northwestern University Press), é uma exceção notável a essa regra não escrita. Trata-se de um híbrido intrigante: um livro de fotos do South Side, uma história de bairro, um livro de memórias em miniatura e um manifesto polêmico sobre racismo sistêmico e preservação histórica em Chicago.

Caro Governador Newsom: Seja um herói do clima. Adote o Zero Code agora.

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

De forma muito louvável, o American Institute of Architects (AIA) denunciou recentemente a decisão do governo Trump de se retirar formalmente do Acordo de Paris sobre o Clima. Embora a iniciativa coloque a organização profissional no lado certo da história, é improvável que ela sensibilize as mentes e corações endurecidos em Washington. Obviamente, o poder executivo é pior do que inútil nessa questão: não apenas um obstáculo à mudança, mas uma força malevolente em prol de uma inércia deliberada. É difícil vê-lo como algo diferente de um inimigo do clima.

Roberta Brandes Gratz: "Joan Davidson mostrou o quão pouco às vezes era preciso para dar início a grandes coisas"

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge como "Joan K. Davidson and the Fight for New York".

Com o aumento da desigualdade de renda nos últimos anos, o papel da filantropia tem sido questionado. As doações beneficentes de indivíduos ricos e corporações poderosas seriam sempre uma força positiva, ou essa ligação com a riqueza e o poder é uma concessão inevitável? A quem interessa, de fato, o investimento filantrópico: aos beneficiários ou aos doadores? Estas são questões complexas. No entanto, a filantropia genuinamente esclarecida é uma força transformadora. Ela pode não apenas financiar causas nobres, mas, se realizada no momento certo, semear as sementes da mudança social.

Uma visão otimista sobre a IA e o futuro da arquitetura

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Martin C. Pedersen conversa com Frank Stasiowski, fundador e presidente da PSMJ Resources, sobre sua visão em relação à IA e ao futuro da profissão. O autor explica que, há seis anos, ele "entrevistou Frank Stasiowski, fundador e presidente da PSMJ Resources, uma consultoria de gestão especializada em empresas de arquitetura, engenharia e construção. Além de assessorar empresas em planejamento estratégico e de crescimento, planos de liderança e sucessão, fusões e aquisições, além de uma série de outras questões, Stasiowski dedica grande parte de seu tempo a analisar como o setor deve evoluir no futuro, especialmente à medida que a tecnologia assume um papel cada vez mais importante". Considerando-o um dos observadores mais perspicazes do setor, Pedersen conversou com Stasiowski para obter sua opinião sobre a IA e o futuro da arquitetura.

Uma história visual de Nova York contada por meio de seus diagramas, mapas e gráficos

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Martin Pederson entrevistou esta semana Antonis Antoniou e Steven Heller, autores de Decoding Manhattan, um novo livro que reúne mais de 250 mapas, diagramas e gráficos arquitetônicos da ilha de Manhattan, em Nova York, conversando sobre a origem da obra, o processo de pesquisa e a colaboração.

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Blair Kamin: "Você julga a arquitetura, não o/a arquiteto/a"

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge como "Blair Kamin Ends His Run as Architecture Critic of the Chicago Tribune"

Na última sexta-feira, 15 de janeiro, Blair Kamin encerrou sua trajetória de 28 anos como crítico de arquitetura do Chicago Tribune. Conheço e admiro Kamin há quase duas décadas. Seus textos sobre arquitetura e ambiente construído eram afiados e lúcidos; ele não temia melindrar as suscetibilidades pouco delicadas dos que estavam no poder.

Vencedor do Prêmio Pulitzer de Crítica em 1999, Kamin era um crítico ativista, bem na tradição de Ada Louise Huxtable e Allan Temko. No final da semana passada, entrei em contato com Kamin para conversar sobre o papel da crítica e o fim de sua trajetória singular.

Edward Mazria, da Architecture 2030, sobre o que vem a seguir após a COP26

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A maior parte das notícias vindas da recém-concluída cúpula do clima em Glasgow foi decepcionante. Cúpulas anteriores haviam terminado de maneira igualmente desanimadora, e a COP26 não foi exceção. O encontro reconheceu a gravidade do problema e a urgência do momento — a necessidade de limitar o aquecimento global a menos de 1,5 grau Celsius (alguns cientistas acreditam que já seja tarde demais para evitar isso) —, mas adiou os compromissos firmes necessários para de fato resolver a questão. Ao mesmo tempo, esta cúpula pareceu diferente. Havia um senso de urgência nas ruas de Glasgow, e a atenção do mundo estava inegavelmente voltada para as mudanças climáticas. Como esse foco se traduzirá em ações no campo político, contudo, continua sendo uma questão em aberto.

No entanto, o arquiteto Edward Mazria, diretor executivo do Architecture 2030, acredita que, apesar dos imensos obstáculos enfrentados por ativistas do clima, o setor da construção está prestes a ajudar a mudar os rumos do planeta. Ele vê motivos reais para otimismo e para um esforço renovado. Diante das notícias aparentemente sombrias vindas de Glasgow, conversei com ele na semana passada sobre o caminho a seguir, sobre como alcançamos um ponto de inflexão importante, por que o uso de energia atrelado a edifícios começou a diminuir globalmente e os passos necessários para descarbonizar totalmente o ambiente construído.

Richard Saul Wurman: “Existe um culto a Louis Kahn, e eu sou membro!”

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Dan Klyn, que leciona arquitetura de informação na Universidade de Michigan, está atualmente pesquisando e escrevendo uma biografia intitulada Richard Saul Wurman’s 5 Lives. É um título apropriado, já que o intelectualmente peripatético Wurman teve várias encarnações profissionais: arquiteto, autor, editor, designer, pintor, escultor, empresário (ele criou e fez a curadoria minuciosa das primeiras palestras do TED). “De certa forma, sou um amador, um diletante, não faço nada excepcionalmente bem, mas vejo padrões entre as coisas”, ele me disse em uma entrevista recente, embora sua modéstia aqui pareça um tanto infundada: Wurman é membro do Art Directors Club Hall of Fame; Membro Honorário (Fellow) do AIA; escreveu, projetou e publicou mais de 100 livros; ganhou um prêmio pelo conjunto de sua obra do Cooper Hewitt; e recebeu a Medalha de Ouro do AIGA.

Paul Hendrickson sobre os sonhos e as fúrias de Frank Lloyd Wright

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Paul Hendrickson sobre os sonhos e as fúrias de Frank Lloyd Wright - Imagem de Destaque
Casa da Cascata © usuário do Flickr Pablo Sanchez Martin (CC BY 2.0)

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Frank Lloyd Wright talvez seja o arquiteto mais documentado dos últimos 150 anos. Dezenas de livros, tanto de apelo geral quanto acadêmicos, já foram escritos sobre ele. "Especialistas em Wright" são comuns na academia. Teses ainda estão sendo escritas sobre o grande arquiteto, seis décadas após sua morte. Philip Johnson chamava Wright de “meu arquiteto favorito do século XIX”. (Não era um elogio.) Mesmo assim, a cada cinco anos, aproximadamente, a nave-mãe de Johnson, o MoMA, organiza mais uma exposição de Wright, atraindo multidões para ver as maquetes, desenhos e fotografias que já se tornaram familiares. Wright até mesmo recebeu o "tratamento Ken Burns", com um documentário de longa-metragem da PBS, certamente um indício de seu status cultural monumental, digno de um Monte Rushmore. Nesse cenário já bastante saturado, surge agora o autor Paul Hendrickson, cujo novo livro, Plagued by Fire: The Dreams and Furies of Frank Lloyd Wright (Knopf), busca lançar uma nova luz sobre o arquiteto.

Paul Goldberger fala sobre arquitetura, cidades e o longo caminho de recuperação de Nova York

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Nas últimas semanas, testemunhamos uma explosão de especulações na internet sobre o "futuro das cidades". Ao que parece, ou elas estão fadadas ao fracasso, ou destinadas a prevalecer. O escritório está morto (obviamente), e a torre corporativa (especialmente as mais altas) é claramente uma tipologia arquitetônica que precisa de um funeral digno. Desde então, surgiram discussões de todo tipo (afinal, temos tempo de sobra) sobre as perspectivas sombrias para o espaço público, o colapso iminente do transporte público, o inevitável retorno aos subúrbios e até mesmo o (veja só!) fim dos navios de cruzeiro de luxo. Veremos; ainda estamos tateando no escuro e talvez continuemos assim por um bom tempo. Diante dessa reflexão sombria, entrei em contato com Paul Goldberger, crítico de arquitetura e urbanista vencedor do Prêmio Pulitzer, em busca do que eu tinha certeza de que seria uma análise sutil e ponderada sobre o nosso atual momento de tensão. (Nota: conversamos antes dos protestos que eclodiram nas cidades americanas em resposta ao assassinato de George Floyd.) Em grande medida, resistimos à tentação de fazer previsões generalizadas e quase certamente prematuras sobre o nosso futuro urbano.

Edward Mazria traz boas notícias sobre o combate às mudanças climáticas

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

As notícias sobre ações efetivas contra as mudanças climáticas tendem ao pessimismo. Diante da gravidade do problema e do pouco tempo restante para enfrentá-lo adequadamente, é fácil se desesperar. No entanto, há avanços no ambiente construído — embora longe do ritmo necessário para compensar as emissões de outros setores. Nos últimos anos, o setor incorporou bilhões de metros quadrados em novas construções, mas viu seu consumo total de energia de fato diminuir. Grande parte do mérito por essa conquista cabe ao arquiteto Edward Mazria e sua incansável organização de mobilização, a Architecture2030. Mazria e sua equipe, junto a colaboradores de todo o mundo, continuam realizando o trabalho árduo e pouco glamoroso de revisar códigos de obras, colaborar com prefeitos/as, governadores/as e parlamentares eleitos/as em Washington (além de autoridades na China) e forjar novas alianças — tudo isso contornando com destreza os obstrucionistas climáticos que atualmente ocupam a Casa Branca. Recentemente, conversei com Mazria, que falou de sua casa no Novo México, sobre sua perspectiva de onde nos encontramos hoje. Para nossa surpresa, parte das notícias é bastante promissora.