Lilly Cao

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MoDA projeta edifício inspirado em colônias de formigas para a Attabotics

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A nova sede da Attabotics em Calgary, projetada pelo escritório Modern Office of Design + Architecture, materializa sistemas de fluxos complexos em uma estrutura que é, ao mesmo tempo, esteticamente ousada e programaticamente eficiente. O projeto busca inspiração na organização espacial das colônias de formigas, traduzidas formalmente para o sistema robótico de armazenamento e recuperação da empresa.

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Fachadas de borracha: arquitetura maleável e uniforme

Na maioria das vezes, a borracha não é considerada um material de construção convencional - pelo menos não na mesma extensão que materiais como madeira, concreto ou vidro. Mas a borracha é comumente usada em interiores para pisos de cores ou brilho extraordinários, e ainda mais inesperadamente para fachadas com aspectos exclusivos ou efeitos de acolchoamento. Essa funcionalidade é motivada por vantagens exclusivas, como suavidade, elasticidade, durabilidade e consistência de cores.

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Série de fotografias apresenta New Créteil, o experimento moderno no interior da França

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New Créteil foi um programa de urbanização realizado nos anos setenta na França. O objetivo era construir na cidade de Créteil, localizada cerca de 6 km a sudeste de Paris, novos edifícios de apartamentos e instalações públicas, como prefeitura, hospital e tribunal. Em uma série chamada See the New Créteil, o fotógrafo Robin Leroy documenta essa cidade que leva aos limites alguns preceitos da arquitetura moderna.

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JKMM projeta primeiro complexo de dança e artes cênicas da Finlândia

JKMM projeta primeiro complexo de dança e artes cênicas da Finlândia - Imagen 1 de 4JKMM projeta primeiro complexo de dança e artes cênicas da Finlândia - Imagen 2 de 4JKMM projeta primeiro complexo de dança e artes cênicas da Finlândia - Imagen 3 de 4JKMM projeta primeiro complexo de dança e artes cênicas da Finlândia - Imagen 4 de 4JKMM projeta primeiro complexo de dança e artes cênicas da Finlândia - Mais Imagens+ 3

O projeto mais recente do escritório finlandês JKMM, intitulado The Dance House Helsinki, se tornará o primeiro edifício da Finlândia dedicado inteiramente à dança e às artes cênicas. Oferecendo espaços de ensaio e performance para artistas, o projeto é uma extensão da Cable Factory, o maior centro cultural da Finlândia.

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Estádio de futebol é transformado em floresta na Áustria

Estádio de futebol é transformado em floresta na Áustria - Image 1 of 4Estádio de futebol é transformado em floresta na Áustria - Image 2 of 4Estádio de futebol é transformado em floresta na Áustria - Image 3 of 4Estádio de futebol é transformado em floresta na Áustria - Image 4 of 4Estádio de futebol é transformado em floresta na Áustria - Mais Imagens+ 4

A maior instalação de arte pública já realizada na Áustria foi inaugurada este mês. Intitulada FOR FOREST – The Unending Attraction of Nature, a obra de arte transforma o Estádio de Futebol Wörthersee em Klagenfurt em uma floresta nativa da Europa Central. Projetada pelo curador suíço Klaus Littmann e inspirada em um desenho distópico do artista e arquiteto austríaco Max Peintner, a instalação lança luz sobre questões urgentes não apenas ao contexto do país, mas de todo o mundo - notavelmente, as mudanças climáticas e o desmatamento. A contenção desta grande floresta sugere que a natureza, algum dia, só poderá ser encontrada em espaços designados para tal função, assim como algumas espécies de animais em zoológicos hoje em dia.

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Estruturas de madeira são o futuro dos arranha-céus?

Ao longo dos últimos anos, o desenvolvimento de novas tecnologias e o aumento da procura por materiais e sistemas construtivos mais sustentáveis têm impulsionado o uso de estruturas de madeira na arquitetura do século XXI. Sistematicamente, a madeira se firmou como uma alternativa ao concreto e o aço, passando a ser amplamente utilizada também em projetos de arranha-céus e edifícios em altura. Ao longo dos últimos seis anos foram construídos - ou estão sendo construídos - mais de 44 edifícios em altura com estruturas de madeira. Segundo definição do Council on Tall Buildings and Urban Habitat, podem ser considerados arranha-céus edifícios construídos com estruturas de madeira com mais de quatorze pavimentos ou cinquenta metros de altura. Exemplos notáveis já foram notícia aqui no Archdaily Brasil, como o Edifício T3 desenvolvido em parceria entre a Michael Green Architecture e o DLR Group e a Torre HAUT, projetada pelo Team V Architectuur.

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Quais materiais mantêm os edifícios frescos (substituindo o ar condicionado)?

O ar condicionado não é apenas algo caro; também é terrível para o meio ambiente. Contabilizando 10% do consumo global de energia atualmente, o resfriamento dos ambientes foi responsável, somente em 2016, pela emissão de 1.045 toneladas de CO2. Espera-se que este número aumente, com a Agência Internacional de Energia estimando que o resfriamento atingirá 37% da demanda total de energia do mundo até 2050.

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O que são fachadas cinéticas na Arquitetura?

Durante a maior parte da história da arquitetura, fachadas interessantes foram alcançadas através da materialidade ou ornamentação. Dos frisos elaboradamente pintados do Parthenon ao exterior de vidro dos modernos arranha-céus, a arquitetura era basicamente estática, apenas "mudando" junto com o seu contexto, seja de chuva, luzes, ferrugem, etc.

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Arquitetura do Sétimo Dia: Como a arquitetura das igrejas polonesas se desenvolveu em um Estado socialista laico

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De meados ao final do século XX, uma Polônia laica e socialista serviu de pano de fundo para a construção de milhares de igrejas católicas. Em seu livro Day-VII Architecture, Izabela Cichonska, Karolina Popera e Kuba Snopek analisam as facetas paradoxais dessa arquitetura nascida na interseção entre laicidade e religião, mapeando como seu desenvolvimento foi influenciado pela reforma litúrgica, por movimentos políticos e pelo crescimento do pós-modernismo. No trecho da introdução reproduzido abaixo, os/as autores/as revelam essa história, abordando o Concílio Vaticano II, o sindicato Solidariedade, a Cortina de Ferro e outros fatores que moldaram o desenvolvimento do estilo pós-moderno singular da Arquitetura do Sétimo Dia. A publicação reúne fotografias de 100 igrejas polonesas construídas após 1945, acompanhadas de entrevistas com seus/as arquitetos/as. Para saber mais sobre o projeto de documentação original dos/as autores/as, que serviu de base para este livro, leia o artigo original "These Churches Are the Unrecognized Architecture of Poland's Anti-Communist 'Solidarity' Movement."

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Novos livros de arquitetura e design para ler neste verão

Modernismo em Pittsburgh. Central Park. Assentamentos espaciais. Tipografia do entreguerras. O que todos esses temas têm em comum? São o assunto de uma nova leva de livros de arquitetura e design lançados no último ano — obras que integram a seleção de primavera/verão da Metropolis Magazine das publicações mais recentes e instigantes da arquitetura.

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Nova exposição do ‘T’ Space celebra a história negligenciada de uma influente arquiteta e educadora

A arquiteta e educadora Astra Zarina não foi apenas professora de Tom Kundig, Ed Weinstein e Steven Holl (que projetou o ‘T’ Space); ela também foi uma defensora dos espaços públicos, de uma urbanidade coesa e das comunidades fomentadas por esses atributos. A mais nova exposição do ‘T’ Space, Rome and the Teacher, Astra Zarina, celebra a vida e os ensinamentos de Zarina, inserindo-se em um esforço para reconhecer figuras pedagógicas historicamente negligenciadas, em especial as mulheres. Um artigo recente da Metropolis Magazine descreve a mostra em detalhes e, com ela, a própria trajetória de vida de Zarina.

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Open More Doors - Episódio 2: Groupwork + Amin Taha, explorando as histórias por trás do lugar

A série Open More Doors é um novo quadro desenvolvido pelo ArchDaily em parceria com o MINI Clubman. Por meio de entrevistas em vídeo instigantes e ensaios fotográficos exclusivos, a iniciativa apresenta os bastidores dos escritórios de arquitetura mais inovadores do mundo.

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L’Arbre Blanc de Sou Fujimoto, pelas lentes de Laurian Ghinitoiu

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No início deste ano, o projeto L'Arbre Blanc foi concluído em Montpellier, França. Projetado por Sou Fujimoto, Nicolas Laisné, Manal Rachdi e Dimitri Roussel, a estrutura em forma de árvore apresenta varandas em balanço que se projetam a partir de seu "tronco" para todas as direções. Com sua silhueta incomum, o edifício já é um marco na paisagem de Montpellier e vem atraindo muitos turistas.

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SURGE: um hub urbano que combina tecnologia, sustentabilidade e tradição

O arquiteto chinês Mingfei Sun projetou um hub urbano de orientação ambiental para a cidade de Masdar, em Abu Dhabi. Intitulado SURGE, o projeto explora a imagética do poder da natureza, tornando-se um oásis de grande valor ecológico.

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Monumentos tradicionais da arquitetura iraniana são reimaginados como arranha-céus

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Monumentos tradicionais da arquitetura iraniana são frequentemente construídos abaixo do solo devido às especificidades técnicas dessa cultura vernacular. Palácios, mesquitas e edifícios públicos são construídos com apenas um ou dois andares, e a arquitetura iraniana raramente apresenta torres ou arranha-céus.

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Christophe Benichou Architecture projeta casa minimalista no deserto

Sesame, projeto de Christophe Benichou Architecture, é solitário e monolítico. Localizado em um deserto, suas fachadas são abertas e fragmentadas, deixando partes entreabertas; em cada uma dessas reentrâncias estão alguns ícones da domesticidade, incluindo uma cama, mesa, banheira, pia e vaso sanitário.

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Abra mais portas: Groupwork + Amin Taha

Open More Doors é uma seção do ArchDaily e do MINI Clubman que leva você aos bastidores dos escritórios mais inovadores do mundo por meio de entrevistas em vídeo instigantes e de uma galeria de fotos exclusiva que revela o espaço de trabalho de cada estúdio.

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O trabalho comunitário global da arquiteta iraniana Yasaman Esmaili

Nascida em Teerã e profundamente motivada por referências iranianas, a arquiteta Yasaman Esmaili trabalha em projetos por todo o mundo. Entre estes estão, principalmente, trabalhos humanitários e de intervenção em zonas de crise que envolvem profundamente as comunidades locais. Um artigo recente da Metropolis Magazine discute esses projetos, bem como a história e as inspirações de Esmaili.